Se muestran los artículos pertenecientes al tema a comunicção organizacional.
Paulo Sergio Rosa - Comunicação na Crise
A Comunicação de Crise
A Comunicação em Momentos de Crises Octavio Isaac Rojas Orduña
Comunicação de Crise Lampreia, J. Martins
Comunicação: Estratégia De Sobrevivência Na Crise Clarice Pereira
Crise Comunicação blog
Comunicação e Crise Bibliografia
A importância da Comunicação Interna nas empresas
Audiência Pública Prêmio Aberje Brasil 2009
Os vencedores regionais do Prêmio Aberje 2009 apresentaram suas ações de comunicação organizacional em audiência pública no dia 16 de setembro, no Hotel Paulista Plaza, em São Paulo, concorrendo ao Prêmio Aberje Brasil. Confira neste vídeo a cobertura do evento.
Modelos de comunicação educacional: modelo de Shannon e Weave
"Antes de iniciarmos a apresentação deste modelo, seria pertinente definir de forma breve dois dos conceitos presentes, de forma implícita, nesta apresentação, o conceito de comunicação e educação e sua relação.
Assim, como define Thayer, a comunicação “ é o processo vital através do qual indivíduos e organizações se relacionam uns com os outros, influenciando-se mutuamente”; por sua vez e reportando outro autor, educação “ designa e engloba todos aqueles factores humanos nos quais se dá um processo de criação ou transmissão de informação e cujo protagonista é o homem que assimila tal informação”, (Puig, 1986:14). (...)". le grand chacal in THE BEMISACARU SHOW
Entrevista: Comunicacao - Mario Persona
What is Branding and How Important is it to Your Marketing Strategy?
"The American Marketing Association (AMA) defines a brand as a "name, term, sign, symbol or design, or a combination of them intended to identify the goods and services of one seller or group of sellers and to differentiate them from those of other sellers.
Therefore it makes sense to understand that branding is not about getting your target market to choose you over the competition, but it is about getting your prospects to see you as the only one that provides a solution to their problem.
The objectives that a good brand will achieve include:(...)" By Laura Lake
O que é Branding?
comunicación interna
1. En auge. Hasta hace bien poco era la menos valorada en comunicación. Los administrados, empleados, pero también medios, socios o incluso voluntarios se consideran insuficientemente informados. (Noticia, vía Cristina Aced)
2. Formas y públicos internos. La comunicación interna define su forma y sus contenidos según el momento del ciclo de vida en que se encuentre y por los grados de relación con la estructura y las actividades de las organizaciones. (...) dan3
Teorias da Comunicação

"SEMIÓTICA. Enquanto teoria, a semiótica realça a comunicação como geradora de significação. Com ela, constitui-se um novo conjunto de conceitos: signo, significação, ícone, índice, denotação, conotação, paradigma, sintagma. No centro está o signo. Ao estudo do signo chama-se semiótica, que compreende: 1) signo, 2) códigos ou sistemas, 3) cultura – presta atenção ao texto; considera o receptor ou leitor como possuidor de um papel activo. O signo é algo físico, perceptível aos nossos sentidos. Peirce. Para o filósofo e lógico Charles Sanders Peirce (1839-1914), o signo envolve uma tripla relação entre signo, objecto e interpretante. O signo ou representante é aquilo que substitui qualquer coisa por alguém, isto é, significa na ausência. O interpretante é o conceito mental do utente do signo, seja orador ou ouvinte. Descodificar é uma actividade tão importante como codificar. Peirce produziu três tipos de signo (1978: 148-165). Num ícone, o signo assemelha-se ao seu objecto, substitui-o. (...)" Rogério Santos
Ética nas empresas - Mario Persona - Palestrante
Competencia Comunicativa del Trabajador del Conocimiento
"Peter Drucker y otros teóricos, profetas si se quiere, del futuro "trabajador del conocimiento" prescriben que la organización debe crear unas condiciones de trabajo, un clima, un apoyo y un desarrollo, que permita a este trabajador dar lo mejor de sí mismo; quizá en organizaciones de nuevo cuño articuladas en torno a valores. (...) Dan3
Revista Organicom

Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas
Empreendedorismo de subsistência

"A conjuntura desfavorável que atinge Portugal está a dar ao país a oportunidade de brilhar na Europa no que toca ao empreendedorismo. Os dados do último Global Entrepreneurship Monitor (GEM) revelam que, em 2007, a proporção de criação de empresas superou a média europeia, cifrada em 5,4%" (...) Cátia Mateus
A sua empresa sabe o que é comunicar?
"De certeza que já ouviu muitas vezes os seus colegas de trabalho ou os seus funcionários queixarem-se de que não sabem nada ou quase nada sobre o que se passa na sua empresa. Saiba como evitar estas situações. Só tem que colocar a sua empresa a comunicar. (...) Expresso Emprego
libros y redes
Para poder partilhar um artigo fantástico do meu orientador de tese Professor Daniel Martí Pellón sobre o tema em epígrafe.
A Era Digital na Comunicação Organizacional

* Texto retirado do blog ecomunicacao.wordpress.com
2a. Conferencia Europea de Comunicación ECREA 2008 en Barcelona
La conferencia tiene como tema central las políticas de comunicación y cultura en Europa. Abierto el plazo de envío de propuestes hasta el 15 de febrero.
O papel dos blogues na comunicação organizacional
http://blog.lisbonlab.com/estudos/o-papel-dos-blogues-na-comunicacao-organizacional/ laboratório de ideias, estudos, experiências e reflexões" da autoria de Hugo Neves da Silva é um espaço imperdível para quem está ligado à área comunicacional nas organizações e, a quem quer saber maissobre esta área concreta.
Comunicação e Crise nas Organizações
Carolina Rodriguez trabalha o tema Administração de crises: a importância da comunicação de forma sequêncial, iniciando o seu artigo com a definição de crise, evoluindo para a razão porque as crises acontecem, como administrar uma crise de imagem, o que fazer na hora H, realçando o papel importantíssimo da comunicação na administração de crises. Por fim, apresenta dois casos interessantes e as respectivas referências bibliográficas . http://www.comtexto.com.br/2convicomcomcomunicaCarolRodriguez.htm
Utilização de Blogs no Contexto das Organizações
Comunicação e Crise nas Organizações
Crises nas organizações: oportunidades de aprendizado e até de crescimento
Toda organização enfrenta, a certa altura de sua criação e aparição no mercado, crises internas e externas. O diferencial neste caso, está em como a Instituição, seja ela pública ou particular, lida com esses momentos de dificuldades. Dado o surgimento e a identificação desta conjuntura de incertezas e dificuldades, seja qual for ela, o primeiro passo a seguir é aceitar e identificar a existência dessa crise. O próximo passo é escalar uma equipe ligada a esta situação dentro, ou se for preciso fora, da empresa para auxiliar na busca de soluções dos conflitos ou crises, junto a quem 'comanda' a organização. Em um terceiro momento é preciso planejar ações e estratégias para se desenvolver ao longo de um determinado período pré-definido, afim de superar estes problemas, que são, sem resquício de dúvida, momentâneos. (...) Danielle Machado Teixeira
http://www.comtexto.com.br/convicomcomunicaDanielleTeixeiracrise.htm
COMUNICAÇÃO DE CRISE
A Comunicação Interna a Favor da Empresa em Momentos de Crise
O tema foi trabalhado primeiramente trazendo um panorama actual de organização, crises, relações públicas, comunicação e comunicação interna. Foram trazidos os respectivos conceitos através de textos de autores especialistas nos temas, desenvolvendo no decorrer de tais conceitos os comentários pertinentes. Posteriormente foram apresentados dois cases de crise que reflectem relatos oficialmente publicados, destacando através de comentários e análise as acções tomadas ou não à luz dos conceitos e contextos antes estudados. Mostrando assim os benefícios da comunicação interna face aos conflitos, bem como o papel dos gestores. Na sequência, foi elaborada uma análise contrastando as acções entre os dois cases e por fim concluindo os benefícios que a comunicação interna pode trazer mediante uma crise e quando há esse canal de relacionamento com os funcionários através do corpo gerencial. http://gestcorp.incubadora.fapesp.br/portal/monografias/pdf/102.pdf Ana Cláudia Fernandes Tamura
O que é uma crise?
A Comunicação em Momentos de Crise
Não subestime o tempo de vida da comunicação
Comunicação Organizacional Interna: Um Estudo de Caso
A Comunicação como Factor de Desenvolvimento Organizacional
Mudança para adaptação
Conceitos como mutação tecnológica, inovação, mudança, bloqueios à mudança, comunicação e cultura organizacional são já preocupações não só dos cientistas sociais, interessados pela empresa e pelo trabalho, como também de todos quantos estão empenhados na melhoria dos climas das organizações e no seu bom funcionamento.
É do conhecimento geral que, de há uns anos a esta parte, as empresas portuguesas vêm pautando a sua actuação pelo binómio mudança/novas tecnologias. Não será de estranhar o sentido desta actuação, se pensarmos que as nossas empresas se defrontam com a necessidade, cada vez maior, de se adaptarem às exigências do mercado e corresponderem aos desafios postos pela revolução dos próprios meios tecnológicos.
Caberá, contudo, perguntar-se: que mudança querem elas introduzir e como pensam operá-la? Sem dúvida que as respostas a estas questões são múltiplas, mas aquelas que nos tocam mais de perto dizem respeito à nossa experiência, decorrente da entrada de Portugal na UE. Podemos então questionar: será esta é uma razão suficientemente justificável para a ocorrência da mudança? (...) http://www.sociuslogia.com/artigos/comunic01.htm
COMUNICAÇÃO

http://www.mariopersona.com.br/comunicacao.html A comunicação da sua empresa deve acompanhar a evolução de uma sociedade conectada (...)19/03/2006 Mário Persona
Revistas especializadas en comunicación

| Nuevos números |
| > Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación. Año II, Número 2, Enero/Junio 2005 > Scope: An online Journal of Film Studies. Issue 4 (February 2006) |
NUEVOS RETOS COMUNICATIVOS EN LA EMPRESA ANTE LAS NUEVAS TECNOLOGIAS DE LA COMUNICACION
O poder da comunicação
Podemos observar ainda hoje inúmeras empresas que só "interagem" com seus funcionários através daqueles famosos avisos pregados na parede, brindes com o seu logotipo no final do ano e advertências por escrito (...)http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4265&org=9
Danilo de Vasconcelos Diogo da Silva
Interacción y comunicación. Exploración teórica-conceptual del concepto de Interacción.
El artículo presenta una primera exploración teórica-conceptual del concepto de interacción. Así mismo, aborda la presencia de los estudios sobre la interacción en el campo académico de la comunicación, mismos que se han visto relegados a un segundo plano dado el predominio de estudios sobre medios de difusión masiva. Interacción y comunicación. Exploración teórica-conceptual del concepto de Interacción. Marta Rizo García
Modelos de la Comunicación
A lo largo de la historia de la teoría de la comunicación se han propuesto distintos modelos de la comunicación, íntimamente relacionados con los momentos históricos de los estudios de la comunicación. En el nuevo texto de la sección Lecciones del Portal, el profesor Miquel Rodrigo realiza un repaso a la evolución de los diferentes modelos y a las aproximaciones diferenciadas que realizan al fenómeno de la comunicación modelos de la comunicación
Comunicação e Tecnologia
Organismo social: crente na utopia técnica. Estudou progresso, organismo, redes e massa. A comunicação era vista como algo fundamental para as relações pessoais.
Definição de redes: divididas em materiais (transporte e comunicações) e espirituais (as finanças).
Foi a partir do século XX, era da sociedade industrial, que as teorías da comunicação ganharam força.
Escola de Chicago (1910 - 1930):
Acreditava-se que a mídia transforma a visão de mundo. Estudou-se sociologia urbana, interacionismo e ecologia urbana (entendida como a ecologia das relações sociais).
A comunicação era vista como processo simbólico de formação das culturas e reconhecimento da cultura e a sociedade como laboratório cultural.
A cultura entendida como corpo, costumes, crenças e artefatos de uma sociedade.
Estudaram o papel das mídias.
Mass communication research (1930 - 1950):
Midia vista como instrumento de controle e "gestão" das opiniões. estudaram propaganda (entendida como publicidade), opinião pública, funcionalismo, 2 step flow e agenda setting. Mídia vista como utópica e neutra.
Teoria da Informação (cibernética) 1940 - 1950:
Estudos: sistema, ruído, entropia, informação e teoria matemática da informação.
Indústria Cultural (Escola de Frankfurt) 1950 - 1960:
Estudos de poder, ideologia, razão vinculada ao capital e indústrias Culturais. Foram contra a idéia de mídia neutra
A aula de hoje (04/10) tratou da história das teorías da comunicação.
Rear Window
Aquele que não sabe e PENSA que SABE é IGNORANTE. Aquele que sabe e SABE que SABE é SÁBIO. Assim diz a sabedoria chinesa
Não são necessárias palavras perante tanta sabedoria...apesar de ser dirigido a alunos de comunicação e markting, todos podem ficar mais ricos se o visitarem.
Aqui vai o convite Rear Window
Internet - Canal de comunicação institucional
Não é muito simples, da mesma forma, demonstrar visualmente a qualidade de processos e serviços internos ou institucionais numa perspectiva que prenda a atenção das pessoas tanto quanto as mídias promocionais conseguem. (...)
Áureo Gomes Monteiro Júnior
Estructura y comunicación
DESARROLLO DEL PROGRAMA DE TEORÍA
DESARROLLO DEL PROGRAMA DE TEORÍA
Primera parte 1. C omunicar y diseñar mañana Continuidades y rupturas históricas Integración de la imagen en la información y la comunicación Coherencia científic… more
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- Entry for May 23, 2005 - posición y tamaño de imágenes en bitácora (práctica 10) - 9. Introducción a la Visualización de Información
V Bienal Iberoamericana de Comunicación
Nos recuerda Octavio Islas, Director de la Cátedra de Comunicaciones Estratégicas y Cibercultura del Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México, que en Septiembre se celebra la V Bienal Iberoamericana de Comunicación, organizada por Instituto Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México y El Universal en coordinación con: La Red Académica Latina de Comunicación Social y Universidad de La Laguna .
Las mesas de esta Bienal, reflejan la importancia de tener en cuenta las novedades que supone Internet en lo que se refiere a la investigación en comunicación. Así tenemos títulos como. Impacto de los Blogs en el Periodismo y los Medios, TIC’S y prácticas educativas (si bajamos mirada, en el post de ayer, Daniel nos da ejemplos), La investigación de las comunicaciones digitales, Identidad cultural e Internet, Sitios WWW, portales y revistas dedicadas a temas de comunicación en la WWW, Relaciones públicas digitales, Periodismo Digital, Comercio Electrónico, Radio y Música en Internet, Cibercultura, Propuestas de comunicación alternativa en Internet, Impacto de los Blogs en el Periodismo y los Medios y, sin un término que la remita a la red directamente (aunque sí implícitamente), Narrativas Audiovisuales.V Bienal Iberoamericana de Comunicación editor gloriagdiago
Comunicação organizacional
Muito se fala e se lê sobre as estratégias organizacionais, mas o que realmente faz a diferença no contexto é como encantar os clientes. Podemos estudar o relacionamento de clientes em marketing, nos cursos específicos ou em grupos de trabalho nas organizações; mas quando se concluí o trabalho chegamos a um único resultado ao qual está ligado na forma de se comunicar com esses clientes (...)Comunicação organizacional Paulo Henrique PaivaPor uma comunicação livre de críticas!
Indicadores de gestión en la función de comunicación
Uno de los grandes retos de la dirección de comunicación empresarial es el de dar consistencia científica a su función. A menudo, los directores de comunicación se quejan de que, en el quehacer diario, imperan todavía las actuaciones intuitivas o basadas en las relaciones personales sobre cualquier otra, cuando la función de Comunicación debe tener el mismo rango técnico que las restantes funciones empresariales. Es decir, se carece de un sistema de información que alimente la toma de decisiones en materia de comunicación empresarial. (...)
Indicadores de gestión en la función de comunicación Lito García Abad
¿Existe la comunicación empresarial?
Lito García Abad
Indicadores de gestión en la función de comunicación
Uno de los grandes retos de la dirección de comunicación empresarial es el de dar consistencia científica a su función. A menudo, los directores de comunicación se quejan de que, en el quehacer diario, imperan todavía las actuaciones intuitivas o basadas en las relaciones personales sobre cualquier otra, cuando la función de Comunicación debe tener el mismo rango técnico que las restantes funciones empresariales. Es decir, se carece de un sistema de información que alimente la toma de decisiones en materia de comunicación empresarial. (...)Indicadores de gestión en la función de comunicación Lito García Abad
Humanizando a palavra, a comunicação
Deve ter sido um momento único aquele em que a palavra deu origem a tudo que existe, possibilitando o dom privilegiado de falar, em todas as raças, culturas e religiões. O ato de emitir a palavra, com perfeição e poder, para obter o desejo construtivo e justo, só pode ter sido o resultado de um estado de mente privilegiadíssimo, no qual quem fala precisa estar em sintonia rigorosamente eficaz com as suas capacidades internas. Do contrário, o propósito inicial ou o objetivo maior não ocorre.(...)Humanizando a palavra, a comunicação Lucia MendanaLead Comunicação Organizacional lança site
Lead Comunicação Organizacional lança site Por Tatiana Wittmann / Lead
A Lead Comunicação Organizacional, de Janine Saponara, está de site novo. No endereço www.lead.com.br é possível conhecer o perfil, serviços, equipe, clientes e cases da agência. O site conta ainda com uma Central de Notícias, onde são publicadas novidades dos clientes, e a área Lead News, que traz as últimas realizações da própria Lead.
La comunicación interna para combatir la desinformación dentro la empresa
Según Somoza, "cada vez aparece con más fuerza, la preocupación de las empresas por contar con unos sistemas organizados, ágiles y fluidos de comunicación entre la dirección y el personal, a través de los canales que, de acuerdo con sus características, se establezcan y que hagan posible que las personas .... () puedan sentirse más involucradas en sus actuaciones de cada día. Sin duda la comunicación interna permite conocer no sólo el momento presente, sino también el horizonte de futuro, lo que crea un clima de confianza, motivación e ilusión" . (...)
nullLa comunicación interna para combatir la desinformación dentro la empresa Amaia Arribas Urrutia
Por que é preciso comunicar?
Patrícia Bispo
Endomarketing, indo além da comunicação interna
Muito se tem falado sobre ENDOMARKETING, mas na prática observo que ainda existe muita confusão sobre o tema. Confusões sobre quais as ações compõem o endomarketing, sobre de quem é a responsabilidade destas ações e principalmente sobre a forma de implantação desta prática. Saul Faingaus Bekin, em seu livro "Conversando sobre Endomarketing", esclarece de forma brilhante os fundamentos desta prática:
Definição: ações de marketing para o público interno - funcionários - das empresas e organizações.
Conceito: um processo cujo foco é sintonizar e sincronizar, para implementar e operacionalizar a estrutura de marketing da empresa ou organização que visa ação para o mercado.
Objetivo: facilitar e realizar trocas construindo relacionamentos com o público interno, compartilhando os objetivos da empresa ou organização, harmonizando e fortalecendo estas relações.
Função: integrar a noção de cliente, nos processos internos da estrutura organizacional propiciando melhoria na qualidade de produtos e serviços com produtividade.(...)
Carla Galo
Comunicación Organizacional
Indice
1. El Proceso De Comunicacion
2. El proceso de comunicación: fases y objetivos del sistema
3. Sistema De Comunicación Interna
4. Imagen Institucional De Cedro
5. Medios De Comunicación
6. Bibliografia
Comunicação Interna e Formação
Ouvir, informar, apoiar, envolver.
São estas as ideias-chave da nova comunicação interna.
Sendo o diálogo e transparência os valores fundamentais da Responsabilidade Social, a sua aplicação deve começar no relacionamento e na comunicação com os colaboradores da empresa, ou seja, na gestão dos recursos humanos e na comunicação interna (...)Comunicação Interna e Formação
Comunicações e Negociação nas Organizações
Este trabalho de apresentação tem o objetivo de conceituar e descrever o processo de comunicação e negociação em empresas modernas.
Fábio de Campos
Júlio Nunes de Macedo
Sandro Paulo Retamero Velten
Do berro ao simbólico
Perspectivas Teóricas da Comunicação Organizacional
A comunicação organizacional abrange todas as formas de comunicação utilizadas pela organização para relacionar-se e interagir com seus públicos ( ...) Perspectivas Teóricas da Comunicação organizacional
Profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker
Habilidades em Comunicação
Helaine Cristina Zafra & Patrícia Alves Barros
O boato como mídia no gerenciamento de crises
A noção de verificação não está separada de quem a faz. Se não confiamos numa informação, somos levados a verificar sua veracidade. Mas isto introduz uma dose de subjetividade ao processo.(...)O boato como mídia no gerenciamento de crises
Heloiza Matos
Comunicação & Estratégia - Revista Digital
Apresentação A revista digital Comunicação Empresarial & Estratégia está voltada para o debate, a reflexão e a divulgação de pesquisas em Comunicação Empresarial, aqui entendida em seu sentido mais amplo, ou seja, abrangendo não apenas as empresas públicas ou privadas, mas associações, sindicatos, órgãos do Governo ou entidades do Terceiro Setor. A proposta da revista é analisar, criticamente, a Comunicação Empresarial brasileira, buscando definir indicadores de excelência e formas de aumentar o compromisso das organizações com a sociedade.
A revista está aberta a colaborações de profissionais, professores, estudantes de pós-graduação e pesquisadores.
Seu Conselho Editorial é integrado por profissionais de prestígio no mundo acadêmico e profissional e tem como objetivo zelar pela qualidade do material nela publicado.
Comunicação & Estratégia - Revista Digital
Rear Window
A desonestidade na empresa - Como conduzi-la?
Sinceridade na comunicação
Sinceridade na comunicação Lucia Mendana
Celepar também é Cultura
... Exemplos de papéis informais que marcam a comunicação interna, Celepar também é Cultura...Assim se inicia o artigo bastante interessante de Antonio Carlos Rodrigues da Silva - IAPAR - Parafraseando Martinho da Vila, diria que
já estive em empresas de todas as cores,de várias idades, de muitos amores, em algumas até certo tempo fiquei...
(...)
Já estive em empresas, do tipo atrevida,
Do tipo acanhada, do tipo vivida...
Casada, carente, solteira, feliz...
estive em empresas donzelas e até em meretriz.
Empresas cabeças e desequilibradas,
Empresas confusas, de guerra e de paz,
Mas nem uma delas,...
VILA, Martinho da. Mulheres. S. n. t.
A Comunicação como Factor de Desenvolvimento Organizacional
Conceitos como mutação tecnológica, inovação, mudança, bloqueios à mudança, comunicação e cultura organizacional são já preocupações não só dos cientistas sociais, interessados pela empresa e pelo trabalho, como também de todos quantos estão empenhados na melhoria dos climas das organizações e no seu bom funcionamento. (...)A Comunicação como Factor de Desenvolvimento Organizacional
Fernando Nogueira Dias
[Estratégias] Para reinventar a comunicação interna
Pensadores, estudiosos e gestores procuram desvendar por completo as características, sensações e agonias do ser mais importante do mundo corporativo: o funcionário, o colaborador, o ser pensante da empresa, o condutor da economia. Milhares de designações se multiplicam na busca da compreensão da forma de expressão e comunicação dos membros dessas comunidades corporativas. (...)[Estratégias] Para reinventara comunicação internaManoel Fernandes Neto
O maior desafio das empresas: a comunicação interna
Toda empresa é única, como todo ser humano. Cada empresa tem sua história, sua cultura, seus valores, sua missão. A comparação com o ser humano é absolutamente justificável e óbvia. Afinal, as empresas são compostas essencialmente de pessoas. E como são compostas de pessoas sofrem - incrível! - do mesmo mal. O mal da falta de comunicação. E eu disse t-o-d-a-s as empresas. Sem exceção. Pode até soar falso ou ingênuo a generalização. Por favor, não façam julgamentos precipitados. Antes de concluir, vamos mergulhar um pouco mais nesse imenso mar de águas profundas. Vamos mergulhar além das espumas das ondas. (...)O MAIOR DESAFIO DAS EMPRESAS: A COMUNICAÇÃO INTERNA
Miguel Angelo Filiage
Jornalista, escritor e sócio-diretor da Com Ciência Comunicação e Desenvolvimento
Vantagens de uma boa Comunicação Interna
É o diferencial daqueles que não esperam a distribuição de tarefas e partem em busca de novas ações, conquistando melhores resultados tanto para si mesmos quanto para a empresa ou grupo de trabalho ao qual estejam ligados. A motivação nasce do entusiasmo natural de estar vivo, de pulsar com a vida. (...)
Leonardo Hoff dos Santos
COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UM ENFOQUE ESTRATÉGICO
A proliferação da informação e os avanços na tecnologia estão transformando a sociedade e os ambientes de trabalho. Uma multiplicidade de fatores está mudando a visão da sociedade, onde se tem ambientes que convivem com o velho e o novo ao mesmo tempo, e todas assas diferenças transformam pensamentos e comportamentos. Assim, é necessário que as empresas estejam preparadas para enfrentar novos desafios, agindo de forma estratégica para que a comunicação seja efetiva.
Não se pode mais desenvolver uma ação sem pensar nas conseqüências, pois tudo é muito rápido. É necessário que administradores entendam as atitudes e valores de cada um de seus públicos para que, desta forma, possam atingir os objetivos institucionais.(...)
Marlene Marchiori
Professora da Universidade Estadual de Londrina
Comunicação Interna nas Maiores Empresas Portuguesas
Um dado é seguro, a comunicação interna existe no tecido empresarial português. Há vontade de alargar os caminhos da comunicação, saídas para o entendimento mútuo, para a partilha de objectivos. Mas, pode-se e deve-se conseguir mais. Isto é, não se deve esperar pelo sucesso da concorrência para, seguindo o seu caminho, posicionar-se em segundo lugar. Urge consolidar as infraestruturas, elevar a qualidade do desempenho e crescer com a segurança de quem aprende continuamente a melhorar a comunicação. (...)
Comunicação Interna nas Maiores Empresas Portuguesas
Paula do Espírito Santo, Universidade Técnica de Lisboa
(Revista de Comunicação Empresarial, Associação Portuguesa de Comunicação na Empresa, Lisboa, Maio/Agosto de 1996)
Corporações adotam blog para comunicação interna
Um blog é uma página na internet formada por itens, ou posts normalmente curtos, regularmente autorizados e arranjados cronologicamente, como páginas de um diário. Os novos itens são incluídos por meio de uma tecnologia padrão chamada RSS (RDF Site Summary ou Rich Site Summary).
Agora, como ocorreu com o serviço de mensagens instantâneas, que migrou do mercado consumidor para o corporativo, o software simples e barato usado para criar os weblogs encontra espaço no local de trabalho.
Embora alguns desses weblogs estejam sendo criados como uma brincadeira de funcionários, com ou sem autorização da empresa, um número crescente de organizações dos setores público e privado está reconhecendo o potencial da tecnologia para centralizar comunicações, reduzir a sobrecarga de e-mails e melhorar a cooperação.(...)
Autor: Paul Taylor
Email do Autor: n.d.
Fonte: Financial Times
Comunicação interna
Ronaldo Marques
Por que é preciso comunicar?
Muitas empresas investem pesadamente em canais para melhorar a comunicação interna. No entanto, os resultados não aparecem e surge a pergunta: onde está o erro? A resposta pode estar na ausência de um bom relacionamento entre líderes e equipes ou mesmo na falta de um ambiente propício para troca de idéias. "Para micro e pequenas empresas, o simples conhecimento do processo humano de comunicação já ajudará em muito a melhoria da produtividade no trabalho. Nesse caso, simples iniciativas, como a organização de um mural de informações e a consolidação de um ambiente de abertura para o diálogo, valerão como verdadeiros programas de comunicação empresarial".
Patrícia Bispo
Enfrentando os Novos Desafios da Comunicação Interna
Comunicação Interna
LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO INTERNA E RECURSOS HUMANOS
Jean Paul Sartre
Através das actividades pedagógicas que iremos propor, neste Laboratório de
Comunicação Interna e Recursos Humanos, sobre o Desenvolvimento Pessoal e a
Evolução das Instituições Sociais, destinado a Quadros Dirigentes, Técnicos
e Líderes, queremos, acima de tudo, mostrar como se podem construir unidades
de ensino e de aprendizagem, centradas na pessoa à procura de Ser.
As actividades centrar-se-ão,na globalidade do indivíduo,nas várias dimensões
que o compõem: Fisíca, Emocional, Intelectual e Espiritual..
Preparamos para este Laboratório, um conjunto de actividades, tomando em
consideração, mais as variáveis de contexto do que as variáveis de conteúdo.
Partindo do princípio que todos temos um corpo (Plano Físico), desejos,
sentimentos e emoções (Plano Emocional), processos mentais, pelos quais
analisamos o mundo exterior e o nosso universo interior (Plano Intelectual)
e ainda, uma certa consciência, ora clara, ora confusa, da nossa identidade,
diferença e especificidade (Plano Espiritual ou de Unidade), iremos definir
um modo diferente de construir a formação com consequências que julgamos
vantajosas para o acto formativo, centrando-se este no desenvolvimento global
do ser humano. A lógica dos conteúdos convergirá pois com a lógica das
expectativas individuais e colectivas.
Laboratório de Comunicação Interna e Recursos Humanos
Luís Aguilar
Comunicação Interna e Cultura Organizacional
Apresentação
Este livro nasceu da convicção de que a comunicação organizacional constitui elemento vital para a construção de um universo simbólico que, aliado às políticas de administração de recursos humanos, contribui para aproximar e integrar os públicos aos princípios e objetivos centrais da organização.
Também partiu da hipótese de que é pela ótica da comunicação que podemos conhecer e compreender a cultura organizacional, além de captar a lógica das relações internas, suas contradições, suas mediações, para melhor compreender os estágios administrativos, os sucessos e fracassos organizacionais e as facilidades ou dificuldades impostas às mudanças organizacionais.
João José Azevedo Curvello
Pesquisa regional de comunicação interna - Raio C
Pesquisa regional de comunicação interna - Raio CPor meio da Pesquisa Raio C, a Mercer Human Resource Consulting analisou a fundo aspectos relevantes relacionados à comunicação interna em companhias com operação na América Latina.A pesquisa abordou os seguintes temas:
Panorama da situação da comunicação interna
Como estão estruturadas as áreas nas empresas
Meios e canais mais utilizados
Características dos profissionais da área
Os investimentos feitos pelas companhias nos últimos anos
Tendências da área
A pesquisa foi dirigida aos responsáveis ou às pessoas diretamente relacionadas com a função de Comunicação Interna de uma amostra representativa de diversas organizações na América Latina.
Participaram do estudo 147 empresas de diversos setores, em 11 países:(...)
O maior desafio das empresas: a comunicação interna
Comunicação Interna
Comunicação Interna"A criação do novo não é conquista do intelecto, mas do instinto de prazer agindo por uma necessidade interior. A mente criativa brinca com os objetos que ama."Carl Jung
COMUNICAÇÃO INTERNA
A comunicação interna da sua empresa é eficaz?
A comunicação interna da sua empresa é eficaz? Em um mercado cada dia mais competitivo, em que produtividade, comprometimento e, principalmente, foco no negócio são fundamentais para que as empresas atinjam os seus objetivos, surgem métricas para tudo.Não apenas quantitativas, mas também qualitativas. Estamos testemunhando o triunfo da HP 12C, dos grupos de discussão, das pesquisas. Nada se resolve sem que antes se consulte uma planilha, uma série histórica. Sem dados, enfim, não é possível tomar decisões.(...)
Ricardo Lugó
Comunicação Organizacional Interna: Um Estudo de Caso
Entende-se que a comunicação interna causará efeitos positivos ou negativos na comunicação externa da organização, e essa, por sua vez, exercerá influência direta na imagem da empresa perante o mercado em que atua.
Sob essa perspectiva, é objetivo geral identificar os conflitos comunicacionais e as causas geradoras dos mesmos, considerando os tipos de comunicação interna; os tipos de conflito oriundos desses e seus aspectos geradores, na Empresa XYZ, indústria química multinacional, com classificação de empresa Classe A.
Este estudo foi realizado no Departamento Comercial (equipe técnica) e no Departamento de Atendimento a Cliente (Tele-vendas). É uma pesquisa qualitativa, onde o pesquisador utiliza evidências múltiplas, seguindo os conceitos de Yin (2001). A primeira evidência utilizada é a entrevista de forma espontânea, semi-estruturada para que se pudesse seguir um mesmo roteiro de questionamentos para todos os entrevistados (total de quatro entrevistas de quatro pessoas, duas de cada departamento). Outra evidência é a observação do participante, feita pelo pesquisador onde o ambiente e as pessoas foram observados holisticamente, na complexidade do contexto e não individualmente.
O trabalho está disposto na seguinte estrutura: (2) Teorias Clássicas da Organização; (3)Comunicação e Elementos Básicos; (4)Comunicação Organizacional; (5)Tipos de Comunicação Organizacional; (6) Interação das Partes; (7) Entendendo os Dados Coletados; Finalizando o Estudo (conclusão).(...)Comunicação Organizacional Interna
Novos Desafios da Comunicação
A multiplicação dos meios de produção, transmissão e armazenamento de linguagens e informações vem dando à comunicação um papel central em todos os setores da vida social e individual. Como conseqüência, a comunicação como área de conhecimento está tomando o lugar de uma ciência piloto para cujas questões acabam convergindo muitas outras ciências.
Comunicação digital - Redes Teleinformáticas - Tecnologias Midiáticas - Comunicação Descentralizada – Interdisciplinaridade
Novos Desafios da Comunicação Lucia Santaella
DA MECÂNICA À DINÂMICA: UM PASSEIO PELAS TEORIAS DE COMUNICAÇÃO
Comunicação
(comunicação social) é um campo de conhecimento acadêmico que estuda a comunicação humana em sociedade. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
A comunicação é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face-a-face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação onde está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedeia os locutores dizemos ter uma comunicação mediada informação.
O estudo da Comunicação é amplo, e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor.
Hoje, é preciso pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.
(...)
O Processo da Comunicação
Falar sobre comunicação não é coisa pra qualquer um. É algo que vai além de um simples processo. Como já dizia Vinícius de Morais, em sua poesia "Acontecimento", muitas pessoas possuem inteligência que vão somente até os processos. Isso não pode acontecer com um comunicador. Os livros sobre teoria da comunicação tentam explicar os processos, mas todos têm o cuidado de deixar bastante claro que o objetivo é ir além deles.(...)Débora Carvalho
Comunicação Interna e Formação
Ouvir, informar, apoiar, envolver.São estas as ideias-chave da nova comunicação interna.
Sendo o diálogo e transparência os valores fundamentais da Responsabilidade Social, a sua aplicação deve começar no relacionamento e na comunicação com os colaboradores da empresa, ou seja, na gestão dos recursos humanos e na comunicação interna
COMUNICAÇÃO INTERNA COMO FATOR ESTRATÉGICO NOS PROCESSOS DE MUDANÇA
O foco no público interno é justificado pela constatação de que as empresas, seus processos de mudanças, os seus resultados, a cultura e a comunicação apenas se concretizam por meio de pessoas.
A comunicação interna é um fator estratégico no sucesso dos negócios pois gera resultados, é um agente humanizador das relações de trabalho e ajuda a consolidar a imagem da organização junto aos seus públicos. As características da comunicação são determinadas pela cultura organizacional e pelas mudanças no ambiente.
A globalização e a revolução tecnológica impõem desafios crescentes que impelem as organizações a atualizar constantemente seus processos e valores. A mudança passa a configurar o cotidiano empresarial na busca da vantagem competitiva.
A partir da análise dos fatores acima, que demonstrou a forte inter-relação e interdependência existente entre a comunicação, a cultura e as mudanças na vida das organizações, evidenciou-se a necessidade de que os profissionais de Relações Públicas incorporem essas variáveis no planejamento e na execução de suas ações, visando a integração entre os interesses da empresa e do público interno.
Cristina Elisabeth Arnold Beraldo
O desafio da comunicação interna nas empresas e organizações
O desafio da comunicação interna nas empresas e organizações
comunicação interna
Deve ficar claro, portanto, que a Comunicação Interna não se restringe à chamada comunicação descendente, aquela que flui da direção para os empregados, mas inclui, obrigatoriamente, a comunicação horizontal (entre os segmentos deste " público interno) e a comunicação ascendente, que estabelece o feed-back e instaura uma efetiva comunicação.
Nas organizações em que se pratica apenas a comunicação descendente, talvez nem seja apropriado mesmo falar-se em comunicação, porque, como um processo, ela precisa realizar-se nos dois sentidos.
Tradicionalmente, a comunicação interna tem sido relegada a um segundo plano no planejamento de comunicação das empresas, órgãos ou entidades, certamente porque falta aos empresários e executivos a consciência de que a comunicação (na verdade, a boa comunicação - transparente, ágil, democrática e participativa) é vital para o desenvolvimento e a sobrevivência das organizações.
É um equívoco imaginar que a comunicação interna se restringe à circulação periódica de um jornal para os funcionários, mesmo porque os jornais empresariais, com raras exceções, têm uma pauta acentuadamente burocrática e não incluem , necessariamente, os empregados como sujeitos ativos do seu processo de produção.
Nos últimos anos, em função do esforço para aumento da produtividade e da qualidade, a comunicação interna tem sido mais valorizada nas empresas, mas é preciso ainda derrubar uma série de tabus e, sobretudo, democratizar a estrutura formal das organizações, que se caracterizam (evidentemente, há poucas e boas exceções) por uma hierarquia rígida e autoritária.
Há uma bibliografia disponível neste sitei sobre o tema ( menor do que se deveria esperar, dada a importância desta modalidade de comunicação) e é possível, ainda, consultar alguns artigos, de autoria de profissionais atuantes no mercado..
A tecnologia ao serviço da emoção
Criar e gerir um sistema de comunicação que tenha a confiança dos funcionários é a meta – em alguns locais, um sonho (...)
Carlos Parente
A comunicação interna da sua empresa é eficaz?
Não apenas quantitativas, mas também qualitativas. Estamos testemunhando o triunfo da HP 12C, dos grupos de discussão, das pesquisas. Nada se resolve sem que antes se consulte uma planilha, uma série histórica. Sem dados, enfim, não é possível tomar decisões.
Há, no entanto, uma função cuja eficácia é muito pouco mensurada nas empresas: a função comunicação interna. A 4ª Pesquisa e-Facts Mercer sobre Comunicação Organizacional (Raio C) revela isso com todas as letras, ou melhor, com todos os números:
72% das 114 empresas ouvidas de 22 de junho a 23 de julho deste ano, todas de grande porte, não mensuram a eficácia da comunicação interna.
A informação, alarmante, é causa de diversas outras dificuldades que a função enfrenta nas empresas.
Segundo a mesma pesquisa, como a eficácia da comunicação interna não é monitorada, em 64% das empresas os gestores não conseguem os recursos necessários para tocar as atividades da área. E, assim, 55% das companhias são levadas a considerar como “gastos”, e não como “investimentos”, os recursos aplicados em comunicação interna.
Brilho nos olhos
Certa vez, em um contato feito pela Mercer com uma determinada empresa, nosso interlocutor disse que mensurava a eficácia da comunicação interna com base no brilho dos olhos dos colaboradores.
Quando o brilho aumentava, significava que os cartazes foram bem-sucedidos, a intranet estava agradando, a revista trazia matérias realmente interessantes.
Quando o olhar se tornava baço, era sinal de que algo precisava ser feito. Talvez a implantação de uma TV interna, a realização de uma performance com engolidores de fogo, uma palestra com algum guru empresarial.
Fico imaginando a seguinte cena: no momento de definição do orçamento das áreas para o ano seguinte – e muitas companhias estão vivenciando esta “sublime” experiência agora –, o profissional de comunicação tenta convencer o seu interlocutor, o implacável diretor financeiro, de que sua área deve receber um orçamento anual 20% maior, porque o brilho dos olhos dos colaboradores não só aumentou, como suas bochechas ainda por cima estão visivelmente mais coradas.
Do outro lado da mesa, um senhor dedilha sua HP 12C, insere dados em uma planilha Excel aberta na tela do micro e exibe um olhar, já que estamos falando de olhos, capaz de disparar mísseis intercontinentais, de transformar o mar em sertão e o Saara em uma monumental calota polar.
Conforme o Raio C, 71% dos líderes de comunicação interna são jornalistas, publicitários ou relações públicas
Talvez na ótica do comunicador, em conseqüência de sua forte formação humanista, reduzir tudo a números ou percentuais é de uma pobreza de espírito sem tamanho.
No entanto, no mundo corporativo, não há como fugir dessa realidade. Tudo precisa ser mensurado, seja quantitativa ou qualitativamente (1).
Enfim, precisamos perceber:
a necessidade de medir, com precisão, se os meios e veículos utilizados atualmente são eficientes;
como a comunicação interna está contribuindo para transmitir os objetivos de negócios aos colaboradores;
como a comunicação interna estimula as ações e os comportamentos esperados de cada um;
como a comunicação interna alavanca resultados.
Caso contrário, sempre haverá do outro lado da mesa, na hora de reivindicarmos aumento de orçamento, de equipe ou de estrutura, um senhor com cara de poucos amigos, fazendo-nos perguntas impertinentes sobre números, impactos e resultados que, sem as métricas adequadas, não conseguiremos responder.A comunicação interna da sua empresa é eficaz?
teorias da comunicação
comunicação organizacional
A revista virtual cuja edição agora se inicia deverá privilegiar estudos tanto da comunicação organizacional quanto das relações públicas. A procura que nosso Programa de Pós-Graduação registra de candidatos interessados nessas áreas é significativa, e tem justificado sua expansão, já que, hoje, contamos com três Professores Doutores que orientam suas pesquisas.(...)
organizacional communication
De que comunicadores precisam as organizações?
A observação, quase diria, a vigilância recíproca, mesclada de atracção e de repulsão, entre, por um lado, o jornalismo e, por outro, a comunicação organizacional (incluindo esta, entre outras disciplinas, a publicidade, o marketing ou as relações públicas) constitui o pano de fundo desta minha comunicação. Referirei, também, alguns equívocos relacionados com a proveniência e a formação de muitos comunicadores - um contingente enorme vem, aliás, do jornalismo - que oferecem serviços apressadamente denominados de comunicação organizacional.
Embora não se trate de um fenómeno recente, podemos dizer, no entanto, que o actual contexto de maximização de oferta - e também de procura - de informação e entretenimento, e a proliferação de redes tradicionais ou de redes electrónicas de comunicação, segmentadas até ao infinito, vieram perturbar as distinções e as fronteiras, antes relativamente estáveis, entre mediadores, comunicadores e informadores. Desregulação tecnológica, desregulação dos géneros de discurso e alguma desregulação das "consciências profissionais" parecem ir a par, com consequências que não são ainda totalmente previsíveis.
Esta questão terá, julgo, um apreciável interesse para as organizações, sejam de tipo empresarial ou de tipo institucional, uma vez que se poderão legitimamente interrogar sobre as competências, quer dos seus profissionais residentes, quer dos profissionais a que recorrem em regime de contratação exterior.
Rogério Ferreira de Andrade
comunicação organizacional: quando a comunicação falha
comunicação, poder e cultura organizacional
Em que medida podemos estabelecer a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional? Esta é a primeira questão que qualquer profissional com um pouco de bom senso se coloca, ou seja, o que justifica a correlação? Em primeiro lugar, porque o poder é uma forma de comunicação que tem códigos, sinais, símbolos, rituais que comunicam.
Todo indivíduo, num certo momento de sua vida profissional, começa a perceber que somente ser um bom profissional, seguir rigorosamente todos os modelos, não bastou para o seu sucesso profissional. E começa a pensar: alguma coisa está errada. O que está errado?
É possível que o questionamento esteja acontecendo com alguns de vocês ou tenha acontecido nalgum momento de sua vida profissional. O indivíduo comunica corretamente, sabe planejar, realiza. De forma subjetiva fui analisar a minha formação acadêmica e percebi ausências de conhecimentos importantes. Obviamente, tenho a obrigação, como profissional e pesquisadora, de buscar conhecimento no sentido de superar as inquietações.
Nas pesquisas efetuadas para obtenção do grau de doutor analisei a comunicação como fonte ou instrumento de poder, porque as relações entre as pessoas são relações de poder. Na família, unidade mínima que forma todo o composto da sociedade, vamos encontrar relações de poder entre o pai, a mãe, o filho mais velho, o filho do meio. São posições que as pessoas naturalmente acabam ocupando, desenvolvendo e deixando transparecer na sociedade em que vivem. Às vezes de maneira mais sutil, dificultando a compreensão das relações estabelecidas.
Utilizando a literatura como suporte, reporto-me a Alvin Toffler, que, analisando as mudanças do poder no mundo moderno, aponta para três fontes de poder: o capital (desse ninguém vai fugir mesmo); a lei (que o Brasil tem que começar a discutir com mais profundidade); e o conhecimento, a informação.
Se o conhecimento tem um valor considerável, pergunto: como fica o indivíduo no contexto das instituições e organizações de nível de informação grande, médio, pequeno, enfim, as cultas, semicultas e incultas (é uma outra terminologia que também se usa para fazer essa classificação)?
O avanço da tecnologia, da aeronáutica, das redes de comunicação, coloca as organizações em sintonia com o mundo todo. E o indivíduo dentro dessas organizações? O que é que está acontecendo com o nosso dia a dia, com a nossa rotina, com o nosso trabalho?
O cidadão de nível médio de informação modificou-se substancialmente. As linguagens estão amplamente colocadas na sociedade midiática. Mas há uma questão: quando o indivíduo está na organização que consome grande parte de seu dia a dia, nem sempre a organização percebe as mudanças de seus funcionários e o discurso do administrador, que deveria comunicar (não me refiro especificamente a uma área, estou falando do gestor), comunica mal e diz aquilo que não deveria dizer. Não considerar, por exemplo os mecanismos psicológicos e comportamentais do receptor da mensagem, favorecendo a resistência às mudanças junto ao público interno. Em situações de planos de demissão voluntária, a situação se agrava.
A comunicação ineficaz dificulta as relações de poder nas organizações e o recurso humano que é bom não deveria ser perdido tão facilmente, porque as organizações que estão perdendo recurso humano de alta qualidade estão perdendo dinheiro, e precisam começar a entender isso de forma um pouco mais séria. São excelentes profissionais, qualificados que, sutilmente, educadamente, com toda a elegância necessária, pedem socorro, emprego, trabalho, que faça jus à sua qualificação.
A comunicação como fonte, instrumento de poder, tem claras correlações com a cultura organizacional. Esta pode ser compreendida enquanto um "conjunto de valores e pressupostos básicos, expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto age como elemento de comunicação e consenso como instrumentaliza as relações de dominação" (Fleury).
É no processo de investigação da cultura de uma organização que identificamos aspectos formadores da identidade organizacional. Hoje, muitas instituições públicas só podem ser analisadas por meio da perspectiva da fragmentação da cultura. Não há como falar em consenso na realidade das organizações brasileiras, mas seguramente na análise das culturas se assentam as relações de poder. Em outras palavras, para se questionar quando (ou como) os elementos simbólicos ocultam e instrumentalizam relações de poder.
Relações de poder existem e muitas vezes definem, e não necessariamente com os critérios de justiça necessários, a saúde da organização. Justiça implica juízo de valor, e valores são minimamente compartilhados nas organizações, contestando a antiga visão da cultura única.
Para analisarmos os valores, convém observar as crenças e os pressupostos de uma organização, os ritos, os rituais, as cerimônias, os símbolos, os sinais, a forma e o conteúdo de sua comunicação.
Mas de fato as cerimônias e os eventos demonstram quais são os valores que naquele momento estão prevalecendo naquela determinada cultura? Certamente serão os valores institucionais que se comunica e que lamentavelmente são valores não compartilhados por grande parte do público interno ou essencial porque o "contrato psicológico" não ocorreu ou se quebrou. Há autores que abordam a questão dos mitos institucionais que marcam uma cultura e por isso perpetuam determinados valores. De fato, há os tabus, os heróis e os contadores de histórias que perpetuam valores, além de outras figuras que constituem a cultura organizacional: o padre, os conspiradores. Enfim, há perfis os mais diferenciados que transmitem cultura via comunicação.
Não é possível dissociar os estudos da cultura organizacional dos próprios conceitos de organização, que incluem desde as teorias clássicas da administração, passando pela teoria contingencial, pela teoria da cognição organizacional.
Neste sentido, até gostaria de dizer que há produções, inclusive em língua portuguesa, muito interessantes, que começam a se preocupar com as dimensões esquecidas pela administração, tais como: admitir, por exemplo, os estudos sobre inveja, sobre sofrimento no trabalho, sobre a vida do executivo no qual a empresa investe, recicla, facilita a vivência em outros países e quando ele retorna determina "agora que você voltou, fique aí", desconsiderando todo o potencial adquirido. Muitas vezes, este executivo não se adapta mais à realidade de sua própria origem. É o sofrimento no trabalho, o comportamento patológico.
São dimensões que precisam começar a ser colocadas. Necessita-se de gestores com sanidade mental, e não os encontramos com facilidade. É comum eu causar surpresa nas pessoas quando declaro: todo mundo é invejoso, inclusive você. Isso faz parte da natureza humana. A questão é: como administrar isso. E as pessoas não se dão conta dessas dimensões, que pesquisadores franceses chamam de dimensões esquecidas pela administração.
Desavisadas e mal informadas, as organizações acreditam nos chamados fazedores de cultura, que determinam dia e hora para iniciar a mudança na cultura organizacional. Apresentam planos mirabolantes porque vão mudar a cultura daquela empresa. E ninguém muda a cultura. A cultura se transforma. Há momentos, estágios de desenvolvimento de uma organização. Há estágios: nascimento, crescimento, maturidade, falecimento ou renascimento, momentos propícios à mudança. Lamento dizer, mas muita organização séria pagou caro pela malandragem.
Em primeiro lugar, o indivíduo não muda se não quiser. Em segundo lugar, que deuses são esses que vão mudar comportamentos com fórmulas mágicas. A sociedade é que se transforma ou não. O brasileiro vem se transformando. Eu diria que a nação começa a discutir um pouco mais a questão da corrupção, por exemplo. A opinião pública se manifesta e começa a ser um pouco mais rigorosa. Somos iniciantes nas questões éticas, mas começamos a discuti-las. São indícios de uma sociedade em transformação, não que mudou totalmente. Nada se transforma com essa rapidez que prometem. É possível gerenciar a mudança e não existem modelos que nos dêem soluções mágicas.
A cultura organizacional deve ser analisada inicialmente pela cultura do meio em que a empresa opera e pelas subculturas da empresa. Encontramos conjuntos de subculturas que são culturas de pleno direito, com contornos claramente definidos, ainda que não aceitos pela ótica do consenso.
Aos profissionais de comunicação compete elaborar com qualidade as auditorias de cultura para podermos nos dirigir ao público interno, considerando os valores mínimos que essa organização está compartilhando, até para que se comunique de acordo com uma linguagem comum para que as pessoas nos entendam, nos compreendam. Precisaremos também considerar as nuances das tipologias de cultura, se aceitarmos que a cultura organizacional é fragmentada.
Os valores são transmitidos por meio da comunicação. O indivíduo comunica sua cultura a começar pela vestimenta que usa no trabalho, passando por seus hábitos, suas atitudes. Ele está o tempo todo se comunicando pelo olhar, pelo gesto, pela escrita, ele está, na verdade, mostrando valores. Então a comunicação é, realmente, o melhor caminho para se estudar a cultura organizacional. É pela análise da comunicação de uma empresa que percebemos o pensar e o sentir dessa organização.
É assim que vejo a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional. Com interfaces que se destinam a estudar o poder organizacional que não tem forma, mas que existe e determina nossa trajetória profissional.
Sidinéia Gomes Freitas
Professora da Universidade de São Paulo
«O papel dos meios digitais de comunicação nas empresas»
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
«O papel dos meios digitais de comunicação nas empresas»
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
comunicação
Idalberto Chiavenato
paradigmas da comunicação: conhecer o quê?
A reflexão desenvolvida neste texto está centrada na questão da especificidade de nosso saber: temos clareza e tratamos de forma consensual o objeto da comunicação? Quais são os conceitos, as bases conceituais estruturadoras de nossa área? Qual é (ou quais são) o(s) paradigma(s) da comunicação?Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?
perspectivas teóricas da comunicação organizacional
Profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker"
comunicação
Clampitt(2001)
comunicação
Cabin (1999, p.81)