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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

a comunicção organizacional

LABORATÓRIO DE COMUNICAÇÃO INTERNA E RECURSOS HUMANOS

Mais importante do que aquilo que os outros fizeram de nós é a nossa decisão sobre o que poderemos fazercom aquilo que os outros fizeram de nós.
Jean Paul Sartre

Através das actividades pedagógicas que iremos propor, neste Laboratório de
Comunicação Interna e Recursos Humanos, sobre o Desenvolvimento Pessoal e a
Evolução das Instituições Sociais, destinado a Quadros Dirigentes, Técnicos
e Líderes, queremos, acima de tudo, mostrar como se podem construir unidades
de ensino e de aprendizagem, centradas na pessoa à procura de Ser.
As actividades centrar-se-ão,na globalidade do indivíduo,nas várias dimensões
que o compõem: Fisíca, Emocional, Intelectual e Espiritual..
Preparamos para este Laboratório, um conjunto de actividades, tomando em
consideração, mais as variáveis de contexto do que as variáveis de conteúdo.
Partindo do princípio que todos temos um corpo (Plano Físico), desejos,
sentimentos e emoções (Plano Emocional), processos mentais, pelos quais
analisamos o mundo exterior e o nosso universo interior (Plano Intelectual)
e ainda, uma certa consciência, ora clara, ora confusa, da nossa identidade,
diferença e especificidade (Plano Espiritual ou de Unidade), iremos definir
um modo diferente de construir a formação com consequências que julgamos
vantajosas para o acto formativo, centrando-se este no desenvolvimento global
do ser humano. A lógica dos conteúdos convergirá pois com a lógica das
expectativas individuais e colectivas.
Laboratório de Comunicação Interna e Recursos Humanos
Luís Aguilar

Comunicação Interna e Cultura Organizacional

Comunicação Interna e Cultura Organizacional
Apresentação
Este livro nasceu da convicção de que a comunicação organizacional constitui elemento vital para a construção de um universo simbólico que, aliado às políticas de administração de recursos humanos, contribui para aproximar e integrar os públicos aos princípios e objetivos centrais da organização.
Também partiu da hipótese de que é pela ótica da comunicação que podemos conhecer e compreender a cultura organizacional, além de captar a lógica das relações internas, suas contradições, suas mediações, para melhor compreender os estágios administrativos, os sucessos e fracassos organizacionais e as facilidades ou dificuldades impostas às mudanças organizacionais.
João José Azevedo Curvello

Pesquisa regional de comunicação interna - Raio C

Pesquisa regional de comunicação interna - Raio C Pesquisa regional de comunicação interna - Raio CPor meio da Pesquisa Raio C, a Mercer Human Resource Consulting analisou a fundo aspectos relevantes relacionados à comunicação interna em companhias com operação na América Latina.
A pesquisa abordou os seguintes temas:
Panorama da situação da comunicação interna
Como estão estruturadas as áreas nas empresas
Meios e canais mais utilizados
Características dos profissionais da área
Os investimentos feitos pelas companhias nos últimos anos
Tendências da área
A pesquisa foi dirigida aos responsáveis ou às pessoas diretamente relacionadas com a função de Comunicação Interna de uma amostra representativa de diversas organizações na América Latina.
Participaram do estudo 147 empresas de diversos setores, em 11 países:(...)

O maior desafio das empresas: a comunicação interna

Por trás de muitas dificuldades existe apenas uma causa: a comunicação. As falhas escondem, na maioria das vezes, sérios problemas de relacionamento e de desajuste de foco.Miguel Angelo Filiage O maior desafio das empresas: a comunicação interna

Comunicação Interna

Comunicação  Interna Comunicação Interna"A criação do novo não é conquista do intelecto, mas do instinto de prazer agindo por uma necessidade interior. A mente criativa brinca com os objetos que ama."
Carl Jung

COMUNICAÇÃO INTERNA

A COMUNICAÇÃO INTERNA reforça a instrução profissional, auxilia a performance da área de Recursos Humanos, serve como ferramenta de endomarketing, além de desenvolver talentos e fortalecer o vínculo do colaborador com a empresa. Um programa consistente de comunicação evita desvios de informação, cria uma cadeia de responsabilidades e capacita o colaborador como um multiplicador consciente dos princípios e dos objetivos da empresa. Ele é essencial para as empresas desenvolverem suas ações de responsabilidade social.

A comunicação interna da sua empresa é eficaz?

A comunicação interna da sua empresa é eficaz? A comunicação interna da sua empresa é eficaz? Em um mercado cada dia mais competitivo, em que produtividade, comprometimento e, principalmente, foco no negócio são fundamentais para que as empresas atinjam os seus objetivos, surgem métricas para tudo.
Não apenas quantitativas, mas também qualitativas. Estamos testemunhando o triunfo da HP 12C, dos grupos de discussão, das pesquisas. Nada se resolve sem que antes se consulte uma planilha, uma série histórica. Sem dados, enfim, não é possível tomar decisões.(...)

Ricardo Lugó

Comunicação Organizacional Interna: Um Estudo de Caso

Introdução
Entende-se que a comunicação interna causará efeitos positivos ou negativos na comunicação externa da organização, e essa, por sua vez, exercerá influência direta na imagem da empresa perante o mercado em que atua.
Sob essa perspectiva, é objetivo geral identificar os conflitos comunicacionais e as causas geradoras dos mesmos, considerando os tipos de comunicação interna; os tipos de conflito oriundos desses e seus aspectos geradores, na Empresa XYZ, indústria química multinacional, com classificação de empresa Classe A.
Este estudo foi realizado no Departamento Comercial (equipe técnica) e no Departamento de Atendimento a Cliente (Tele-vendas). É uma pesquisa qualitativa, onde o pesquisador utiliza evidências múltiplas, seguindo os conceitos de Yin (2001). A primeira evidência utilizada é a entrevista de forma espontânea, semi-estruturada para que se pudesse seguir um mesmo roteiro de questionamentos para todos os entrevistados (total de quatro entrevistas de quatro pessoas, duas de cada departamento). Outra evidência é a observação do participante, feita pelo pesquisador onde o ambiente e as pessoas foram observados holisticamente, na complexidade do contexto e não individualmente.
O trabalho está disposto na seguinte estrutura: (2) Teorias Clássicas da Organização; (3)Comunicação e Elementos Básicos; (4)Comunicação Organizacional; (5)Tipos de Comunicação Organizacional; (6) Interação das Partes; (7) Entendendo os Dados Coletados; Finalizando o Estudo (conclusão).(...)Comunicação Organizacional Interna

Novos Desafios da Comunicação

Novos Desafios da Comunicação
A multiplicação dos meios de produção, transmissão e armazenamento de linguagens e informações vem dando à comunicação um papel central em todos os setores da vida social e individual. Como conseqüência, a comunicação como área de conhecimento está tomando o lugar de uma ciência piloto para cujas questões acabam convergindo muitas outras ciências.
Comunicação digital - Redes Teleinformáticas - Tecnologias Midiáticas - Comunicação Descentralizada – Interdisciplinaridade
Novos Desafios da Comunicação Lucia Santaella

DA MECÂNICA À DINÂMICA: UM PASSEIO PELAS TEORIAS DE COMUNICAÇÃO

(...)A Comunicação é um campo de saberes e técnicas preocupado com as manifestações coletivas e individuais, as instituições e as relações de poder, os efeitos dos meios tecnológicos de comunicação massivos. Com o uso habitual de expressões tais como fluxo de informações, dinâmica social, trocas simbólicas ... que se tornam comuns ao estudo dos fenômenos comunicacionais, pode-se dizer que o objeto primordial da comunicação é o movimento. Comunicação é, portanto, física! DA MECÂNICA À DINÂMICA: UM PASSEIO PELAS TEORIAS DE COMUNICAÇÃO Adilson Cabral

Comunicação

Comunicação
(comunicação social) é um campo de conhecimento acadêmico que estuda a comunicação humana em sociedade. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.

A comunicação é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face-a-face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação onde está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedeia os locutores dizemos ter uma comunicação mediada informação.
O estudo da Comunicação é amplo, e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor.
Hoje, é preciso pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.
(...)

O Processo da Comunicação

O Processo da ComunicaçãoO Processo da Comunicação
Falar sobre comunicação não é coisa pra qualquer um. É algo que vai além de um simples processo. Como já dizia Vinícius de Morais, em sua poesia "Acontecimento", muitas pessoas possuem inteligência que vão somente até os processos. Isso não pode acontecer com um comunicador. Os livros sobre teoria da comunicação tentam explicar os processos, mas todos têm o cuidado de deixar bastante claro que o objetivo é ir além deles.(...)Débora Carvalho

Comunicação Interna e Formação

Comunicação Interna e Formação Construir uma relação com os colaboradores
Ouvir, informar, apoiar, envolver.São estas as ideias-chave da nova comunicação interna.
Sendo o diálogo e transparência os valores fundamentais da Responsabilidade Social, a sua aplicação deve começar no relacionamento e na comunicação com os colaboradores da empresa, ou seja, na gestão dos recursos humanos e na comunicação interna

COMUNICAÇÃO INTERNA COMO FATOR ESTRATÉGICO NOS PROCESSOS DE MUDANÇA

COMUNICAÇÃO INTERNA COMO FATOR ESTRATÉGICO NOS PROCESSOS DE MUDANÇAConsiderando a atuação da área de Relações Públicas nas organizações, o presente trabalho focaliza o público interno, analisando a relação entre comunicação interna, cultura organizacional e processos de mudança nas empresas.
O foco no público interno é justificado pela constatação de que as empresas, seus processos de mudanças, os seus resultados, a cultura e a comunicação apenas se concretizam por meio de pessoas.
A comunicação interna é um fator estratégico no sucesso dos negócios pois gera resultados, é um agente humanizador das relações de trabalho e ajuda a consolidar a imagem da organização junto aos seus públicos. As características da comunicação são determinadas pela cultura organizacional e pelas mudanças no ambiente.
A globalização e a revolução tecnológica impõem desafios crescentes que impelem as organizações a atualizar constantemente seus processos e valores. A mudança passa a configurar o cotidiano empresarial na busca da vantagem competitiva.
A partir da análise dos fatores acima, que demonstrou a forte inter-relação e interdependência existente entre a comunicação, a cultura e as mudanças na vida das organizações, evidenciou-se a necessidade de que os profissionais de Relações Públicas incorporem essas variáveis no planejamento e na execução de suas ações, visando a integração entre os interesses da empresa e do público interno.

Cristina Elisabeth Arnold Beraldo

O desafio da comunicação interna nas empresas e organizações

A comunicação face a face é uma forma de valorizar o funcionário e de prestigiar o interlocutor
O desafio da comunicação interna nas empresas e organizações

comunicação interna

Comunicação interna Entende-se por Comunicação Interna o esforço de comunicação desenvolvido por uma empresa, órgão ou entidade para estabelecer canais que possibilitem o relacionamento, ágil e transparente, da direção com o público interno (na verdade, sabe-se que há vários públicos internos em uma organização) e entre os próprios elementos que integram este público.
Deve ficar claro, portanto, que a Comunicação Interna não se restringe à chamada comunicação descendente, aquela que flui da direção para os empregados, mas inclui, obrigatoriamente, a comunicação horizontal (entre os segmentos deste " público interno) e a comunicação ascendente, que estabelece o feed-back e instaura uma efetiva comunicação.

Nas organizações em que se pratica apenas a comunicação descendente, talvez nem seja apropriado mesmo falar-se em comunicação, porque, como um processo, ela precisa realizar-se nos dois sentidos.
Tradicionalmente, a comunicação interna tem sido relegada a um segundo plano no planejamento de comunicação das empresas, órgãos ou entidades, certamente porque falta aos empresários e executivos a consciência de que a comunicação (na verdade, a boa comunicação - transparente, ágil, democrática e participativa) é vital para o desenvolvimento e a sobrevivência das organizações.
É um equívoco imaginar que a comunicação interna se restringe à circulação periódica de um jornal para os funcionários, mesmo porque os jornais empresariais, com raras exceções, têm uma pauta acentuadamente burocrática e não incluem , necessariamente, os empregados como sujeitos ativos do seu processo de produção.
Nos últimos anos, em função do esforço para aumento da produtividade e da qualidade, a comunicação interna tem sido mais valorizada nas empresas, mas é preciso ainda derrubar uma série de tabus e, sobretudo, democratizar a estrutura formal das organizações, que se caracterizam (evidentemente, há poucas e boas exceções) por uma hierarquia rígida e autoritária.
Há uma bibliografia disponível neste sitei sobre o tema ( menor do que se deveria esperar, dada a importância desta modalidade de comunicação) e é possível, ainda, consultar alguns artigos, de autoria de profissionais atuantes no mercado..

A tecnologia ao serviço da emoção

artigos sobre comunicação Um dos desafios de qualquer processo de comunicação é conquistar credibilidade. Ao lado de tantos outros atributos – clareza, relevância,significado, atratividade, agilidade –, a transmissão da mensagem só cumpre seu papel se o destinatário acreditar nela. E essa premissa ganha um peso ainda maior quanto se trata da comunicação interna nas empresas.
Criar e gerir um sistema de comunicação que tenha a confiança dos funcionários é a meta – em alguns locais, um sonho (...)

Carlos Parente

A comunicação interna da sua empresa é eficaz?

Em um mercado cada dia mais competitivo, em que produtividade, comprometimento e, principalmente, foco no negócio são fundamentais para que as empresas atinjam os seus objetivos, surgem métricas para tudo.
Não apenas quantitativas, mas também qualitativas. Estamos testemunhando o triunfo da HP 12C, dos grupos de discussão, das pesquisas. Nada se resolve sem que antes se consulte uma planilha, uma série histórica. Sem dados, enfim, não é possível tomar decisões.
Há, no entanto, uma função cuja eficácia é muito pouco mensurada nas empresas: a função comunicação interna. A 4ª Pesquisa e-Facts Mercer sobre Comunicação Organizacional (Raio C) revela isso com todas as letras, ou melhor, com todos os números:

72% das 114 empresas ouvidas de 22 de junho a 23 de julho deste ano, todas de grande porte, não mensuram a eficácia da comunicação interna.
A informação, alarmante, é causa de diversas outras dificuldades que a função enfrenta nas empresas.

Segundo a mesma pesquisa, como a eficácia da comunicação interna não é monitorada, em 64% das empresas os gestores não conseguem os recursos necessários para tocar as atividades da área. E, assim, 55% das companhias são levadas a considerar como “gastos”, e não como “investimentos”, os recursos aplicados em comunicação interna.

Brilho nos olhos
Certa vez, em um contato feito pela Mercer com uma determinada empresa, nosso interlocutor disse que mensurava a eficácia da comunicação interna com base no brilho dos olhos dos colaboradores.
Quando o brilho aumentava, significava que os cartazes foram bem-sucedidos, a intranet estava agradando, a revista trazia matérias realmente interessantes.
Quando o olhar se tornava baço, era sinal de que algo precisava ser feito. Talvez a implantação de uma TV interna, a realização de uma performance com engolidores de fogo, uma palestra com algum guru empresarial.
Fico imaginando a seguinte cena: no momento de definição do orçamento das áreas para o ano seguinte – e muitas companhias estão vivenciando esta “sublime” experiência agora –, o profissional de comunicação tenta convencer o seu interlocutor, o implacável diretor financeiro, de que sua área deve receber um orçamento anual 20% maior, porque o brilho dos olhos dos colaboradores não só aumentou, como suas bochechas ainda por cima estão visivelmente mais coradas.
Do outro lado da mesa, um senhor dedilha sua HP 12C, insere dados em uma planilha Excel aberta na tela do micro e exibe um olhar, já que estamos falando de olhos, capaz de disparar mísseis intercontinentais, de transformar o mar em sertão e o Saara em uma monumental calota polar.

Conforme o Raio C, 71% dos líderes de comunicação interna são jornalistas, publicitários ou relações públicas

Talvez na ótica do comunicador, em conseqüência de sua forte formação humanista, reduzir tudo a números ou percentuais é de uma pobreza de espírito sem tamanho.

No entanto, no mundo corporativo, não há como fugir dessa realidade. Tudo precisa ser mensurado, seja quantitativa ou qualitativamente (1).

Enfim, precisamos perceber:

a necessidade de medir, com precisão, se os meios e veículos utilizados atualmente são eficientes;
como a comunicação interna está contribuindo para transmitir os objetivos de negócios aos colaboradores;
como a comunicação interna estimula as ações e os comportamentos esperados de cada um;
como a comunicação interna alavanca resultados.

Caso contrário, sempre haverá do outro lado da mesa, na hora de reivindicarmos aumento de orçamento, de equipe ou de estrutura, um senhor com cara de poucos amigos, fazendo-nos perguntas impertinentes sobre números, impactos e resultados que, sem as métricas adequadas, não conseguiremos responder.A comunicação interna da sua empresa é eficaz?

teorias da comunicação

teorias da comunicação Universidade Independente, Mestre Pedro Simões

comunicação organizacional

comunicação organizacional É com enorme prazer que, na dupla condição de colega pesquisador, e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, ocupo este espaço para saudar o surgimento de nossa primeira revista virtual, graças à iniciativa e aos esforços da profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker. Esta revista virtual estará ligada ao Grupo de Estudos Avançados em Comunicação Organizacional - GEACOR, campo de estudos de que a FAMECOS pode orgulhar-se, pois nossa Faculdade foi uma das pioneiras na área, em nível de Graduação, e agora, igualmente, é o único Programa de Pós-Graduação do sul do país a igualmente manter como linha de pesquisa este mesmo campo.
A revista virtual cuja edição agora se inicia deverá privilegiar estudos tanto da comunicação organizacional quanto das relações públicas. A procura que nosso Programa de Pós-Graduação registra de candidatos interessados nessas áreas é significativa, e tem justificado sua expansão, já que, hoje, contamos com três Professores Doutores que orientam suas pesquisas.(...)