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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

La dirección profesional de recursos humanos mejora la productividad

En España todavía priman las contrataciones para el departamento de recursos humanos basadas en las afinidades personales frente a una mejor cualificación para ocupar un puesto La dirección profesional de recursos humanos mejora la productividad

grupo desenvolver

O limite e a profundidade da questão a ser investigada foram delimitados pelas teorias de autores que abordam a motivação de uma forma geral e a motivação no trabalho.

A motivação é uma questão muito importante para a Psicologia, uma vez que esta é uma ciência que trabalha basicamente com o comportamento, e todo comportamento é motivado.

Fizemos esta pesquisa com base nas teorias de alguns autores, que já estudaram o assunto motivação, para que num segundo momento pudéssemos nos aprofundar no tema deste trabalho. No decorrer da pesquisa pudemos acompanhar concordâncias e divergências existentes entre os autores que estudam este tema.
GRUPO DESENVOLVER COMO MOTIVAR TRABALHADORES NO AMBIENTE EMPRESARIAL SEGUNDO AS TEORIAS MOTIVACIONAIS

Sendo esta uma pesquisa bibliográfica, nos deparamos com algumas dificuldades (escassez de bibliografia específica e de comprovação das informações na prática) para fazermos a conclusão deste trabalho.

Novo conceito de informação profissional

Novo conceito de informação profissional

Caro(a) profissional,

Criámos, especialmente para si, um novo conceito de informação profissional baseado em documentos digitais de alta qualidade e rigor com um custo reduzido.
Estes documentos digitais são elaborados por reputados especialistas da área, em formato PDF, sendo o seu conteúdo direccionado às necessidades informativas reais de cada sector específico de actividade.

Introdução à Teoria Geral da Administração

Introdução à Teoria Geral da Administração

Esta atualizada edição do campeão de vendas ITGA inclui uma parte sobre Novas Abordagens da Administração e um novo capítulo sobre Para onde vai a TGA? que mostra uma trajetória das mais recentes influências sobre a teoria administrativa moderna, como a teoria do caos, a teoria da complexidade, bem como as modernas tendências da administração. Totalmente revisto, o livro ganhou "cases" e excelentes recursos de aprendizagem. A obra não pretende apresentar uma nova teoria administrativa, mas sim permitir uma tomada de contato com as diversas teorias da Administração, suas características, possibilidades de aplicação, aspectos positivos e negativos e principais expoentes. Quase uma antologia pela sua própria natureza, é destinada tanto aos estudantes de Administração como a todos aqueles que necessitam de uma base conceitual e teórica indispensável à prática administrativa. Aplicação: Livro-texto básico e fundamental para as disciplinas Introdução à Administração, Teoria Geral de Administração I e II e Administração I e II, dos cursos de Administração de Empresas, Administração Pública, Economia, Ciências Contábeis, Comércio Exterior e Análise de Sistemas. Recomendado para cursos de pós-graduação em Administração. Leitura complementar para as disciplinas de Psicologia Organizacional e Sociologia Organizacional. Texto básico para programas de treinamento e desenvolvimento de executivos. Introdução à Teoria Geral da Administração

comunicação organizacional

comunicação organizacional É com enorme prazer que, na dupla condição de colega pesquisador, e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, ocupo este espaço para saudar o surgimento de nossa primeira revista virtual, graças à iniciativa e aos esforços da profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker. Esta revista virtual estará ligada ao Grupo de Estudos Avançados em Comunicação Organizacional - GEACOR, campo de estudos de que a FAMECOS pode orgulhar-se, pois nossa Faculdade foi uma das pioneiras na área, em nível de Graduação, e agora, igualmente, é o único Programa de Pós-Graduação do sul do país a igualmente manter como linha de pesquisa este mesmo campo.
A revista virtual cuja edição agora se inicia deverá privilegiar estudos tanto da comunicação organizacional quanto das relações públicas. A procura que nosso Programa de Pós-Graduação registra de candidatos interessados nessas áreas é significativa, e tem justificado sua expansão, já que, hoje, contamos com três Professores Doutores que orientam suas pesquisas.(...)

organizacional communication

They exist, nowadays, some basic requirements that are made to the people in the work market. One of them consists of the requirement so that the professionals are good communicators, whom they know to express itself with clarity, displaying its points of view, earning the confidence of the customer with a clear and made right exposition of the facts. The Reciprhocal, with its plan of development of Organizacional Communication, aims at to the objective to implement a communication program that standes out the reciprocity between the diverse organizacionais agents, making possible, thus, the internal sinergia and opening way for the information exchanges, objectives and strategies. Below we present the sequence of our plan of development of Communication.Organizacional communication

Tratado de Comunicação: Organizacional e Política

Tratado de Comunicação: Organizacional e Política

Tratado de Comunicação: Organizacional e Política GAUDENCIO TORQUATO Reúne conceitos, técnicas, autor casos, projetos, orientação entretanto e consultoria em todos gaudencio torquato os campos da comunicação. autor Abrange a comunicação em organizações Tratado de Comunicação: Organizacional e Política privadas e públicas, enfocando do marketing pessoal ao político. Ao lado da informação teórica, escritor a obra apresenta autor um refencial prático para gaudencio torquato a utilização profissional, tanto escritor na área privada como na Tratado de Comunicação: Organizacional e Política pública, bem como em campanhas eleitorais.

De que comunicadores precisam as organizações?

De que comunicadores precisam as organizações?

A observação, quase diria, a vigilância recíproca, mesclada de atracção e de repulsão, entre, por um lado, o jornalismo e, por outro, a comunicação organizacional (incluindo esta, entre outras disciplinas, a publicidade, o marketing ou as relações públicas) constitui o pano de fundo desta minha comunicação. Referirei, também, alguns equívocos relacionados com a proveniência e a formação de muitos comunicadores - um contingente enorme vem, aliás, do jornalismo - que oferecem serviços apressadamente denominados de comunicação organizacional.

Embora não se trate de um fenómeno recente, podemos dizer, no entanto, que o actual contexto de maximização de oferta - e também de procura - de informação e entretenimento, e a proliferação de redes tradicionais ou de redes electrónicas de comunicação, segmentadas até ao infinito, vieram perturbar as distinções e as fronteiras, antes relativamente estáveis, entre mediadores, comunicadores e informadores. Desregulação tecnológica, desregulação dos géneros de discurso e alguma desregulação das "consciências profissionais" parecem ir a par, com consequências que não são ainda totalmente previsíveis.

Esta questão terá, julgo, um apreciável interesse para as organizações, sejam de tipo empresarial ou de tipo institucional, uma vez que se poderão legitimamente interrogar sobre as competências, quer dos seus profissionais residentes, quer dos profissionais a que recorrem em regime de contratação exterior.

Rogério Ferreira de Andrade

comunicação organizacional: quando a comunicação falha

A comunicação organizacional é uma arte que deve ser desenvolvida. Enganam-se aqueles que pensam que se trata de um assunto simples. Comunicação Organizacional: Quando a Comunicação Falha Criar um sistema de comunicação eficaz é o grande desafio que asorganizações enfrentam, já que, muitos erros em empresas, podem ser atribuídos a falhas de comunicação (...)

competência em comunicação organizacional escrita

competência em comunicação organizacional escrita

Sinopse do Livro

criou e desenvolveu um processo didático e objetivo, do tipo passo-a-passo, que organiza cada uma das etapas envolvidas na comunicação escrita, desde o planejamento até a revisão dos textos. Utiliza exemplos retirados da realidade das empresas para demonstrar como fazer. Orienta e facilita a produção de documentos corporativos, seja para aqueles que se sentem desconfortáveis ao comunicar por escrito, seja para aqueles que pretendem aprimorar sua capacitação e sua competência na matéria.

Não trata do idioma, nem da gramática. Cuida, o tempo todo, de oferecer um novo instrumental, extremamente simples, para melhorar a qualidade e a produtividade da tarefa de comunicar por escrito e para permitir que E-Mails, Relatórios, Cartas, Circulares, Propostas, Projetos e outros documentos corporativos, realmente produzam resultados.
COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL ESCRITA

Margarida Kunschnovos:novos paradigmas para a comunicação organizacional Este artigo recupera a trajetória de Margarida M. Krohlng Kunsch, Relações Públicas, Mestre, Doutora em Ciências da Comunicação e Livre-docente pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Referência obrigatória em assuntos de Relações Públicas e pioneira nos estudos de Comunicação Organizacional no Brasil, Margarida Kunsch publicou três livros, dezesseis coletâneas e inúmeros artigos científicos. Neste trabalho destacam-se, além das contribuições como professora e pesquisadora para consolidação das Relações Públicas no Brasil e demais países da América Latina, os principais conceitos referentes à Comunicação Organizacional, segmento em crescente evolução e de fundamental importância para o desenvolvimento empresarial.

comunicação, poder e cultura organizacional

cultura organizacional

Em que medida podemos estabelecer a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional? Esta é a primeira questão que qualquer profissional com um pouco de bom senso se coloca, ou seja, o que justifica a correlação? Em primeiro lugar, porque o poder é uma forma de comunicação que tem códigos, sinais, símbolos, rituais que comunicam.

Todo indivíduo, num certo momento de sua vida profissional, começa a perceber que somente ser um bom profissional, seguir rigorosamente todos os modelos, não bastou para o seu sucesso profissional. E começa a pensar: alguma coisa está errada. O que está errado?

É possível que o questionamento esteja acontecendo com alguns de vocês ou tenha acontecido nalgum momento de sua vida profissional. O indivíduo comunica corretamente, sabe planejar, realiza. De forma subjetiva fui analisar a minha formação acadêmica e percebi ausências de conhecimentos importantes. Obviamente, tenho a obrigação, como profissional e pesquisadora, de buscar conhecimento no sentido de superar as inquietações.

Nas pesquisas efetuadas para obtenção do grau de doutor analisei a comunicação como fonte ou instrumento de poder, porque as relações entre as pessoas são relações de poder. Na família, unidade mínima que forma todo o composto da sociedade, vamos encontrar relações de poder entre o pai, a mãe, o filho mais velho, o filho do meio. São posições que as pessoas naturalmente acabam ocupando, desenvolvendo e deixando transparecer na sociedade em que vivem. Às vezes de maneira mais sutil, dificultando a compreensão das relações estabelecidas.

Utilizando a literatura como suporte, reporto-me a Alvin Toffler, que, analisando as mudanças do poder no mundo moderno, aponta para três fontes de poder: o capital (desse ninguém vai fugir mesmo); a lei (que o Brasil tem que começar a discutir com mais profundidade); e o conhecimento, a informação.

Se o conhecimento tem um valor considerável, pergunto: como fica o indivíduo no contexto das instituições e organizações de nível de informação grande, médio, pequeno, enfim, as cultas, semicultas e incultas (é uma outra terminologia que também se usa para fazer essa classificação)?

O avanço da tecnologia, da aeronáutica, das redes de comunicação, coloca as organizações em sintonia com o mundo todo. E o indivíduo dentro dessas organizações? O que é que está acontecendo com o nosso dia a dia, com a nossa rotina, com o nosso trabalho?

O cidadão de nível médio de informação modificou-se substancialmente. As linguagens estão amplamente colocadas na sociedade midiática. Mas há uma questão: quando o indivíduo está na organização que consome grande parte de seu dia a dia, nem sempre a organização percebe as mudanças de seus funcionários e o discurso do administrador, que deveria comunicar (não me refiro especificamente a uma área, estou falando do gestor), comunica mal e diz aquilo que não deveria dizer. Não considerar, por exemplo os mecanismos psicológicos e comportamentais do receptor da mensagem, favorecendo a resistência às mudanças junto ao público interno. Em situações de planos de demissão voluntária, a situação se agrava.

A comunicação ineficaz dificulta as relações de poder nas organizações e o recurso humano que é bom não deveria ser perdido tão facilmente, porque as organizações que estão perdendo recurso humano de alta qualidade estão perdendo dinheiro, e precisam começar a entender isso de forma um pouco mais séria. São excelentes profissionais, qualificados que, sutilmente, educadamente, com toda a elegância necessária, pedem socorro, emprego, trabalho, que faça jus à sua qualificação.

A comunicação como fonte, instrumento de poder, tem claras correlações com a cultura organizacional. Esta pode ser compreendida enquanto um "conjunto de valores e pressupostos básicos, expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto age como elemento de comunicação e consenso como instrumentaliza as relações de dominação" (Fleury).

É no processo de investigação da cultura de uma organização que identificamos aspectos formadores da identidade organizacional. Hoje, muitas instituições públicas só podem ser analisadas por meio da perspectiva da fragmentação da cultura. Não há como falar em consenso na realidade das organizações brasileiras, mas seguramente na análise das culturas se assentam as relações de poder. Em outras palavras, para se questionar quando (ou como) os elementos simbólicos ocultam e instrumentalizam relações de poder.

Relações de poder existem e muitas vezes definem, e não necessariamente com os critérios de justiça necessários, a saúde da organização. Justiça implica juízo de valor, e valores são minimamente compartilhados nas organizações, contestando a antiga visão da cultura única.

Para analisarmos os valores, convém observar as crenças e os pressupostos de uma organização, os ritos, os rituais, as cerimônias, os símbolos, os sinais, a forma e o conteúdo de sua comunicação.

Mas de fato as cerimônias e os eventos demonstram quais são os valores que naquele momento estão prevalecendo naquela determinada cultura? Certamente serão os valores institucionais que se comunica e que lamentavelmente são valores não compartilhados por grande parte do público interno ou essencial porque o "contrato psicológico" não ocorreu ou se quebrou. Há autores que abordam a questão dos mitos institucionais que marcam uma cultura e por isso perpetuam determinados valores. De fato, há os tabus, os heróis e os contadores de histórias que perpetuam valores, além de outras figuras que constituem a cultura organizacional: o padre, os conspiradores. Enfim, há perfis os mais diferenciados que transmitem cultura via comunicação.

Não é possível dissociar os estudos da cultura organizacional dos próprios conceitos de organização, que incluem desde as teorias clássicas da administração, passando pela teoria contingencial, pela teoria da cognição organizacional.

Neste sentido, até gostaria de dizer que há produções, inclusive em língua portuguesa, muito interessantes, que começam a se preocupar com as dimensões esquecidas pela administração, tais como: admitir, por exemplo, os estudos sobre inveja, sobre sofrimento no trabalho, sobre a vida do executivo no qual a empresa investe, recicla, facilita a vivência em outros países e quando ele retorna determina "agora que você voltou, fique aí", desconsiderando todo o potencial adquirido. Muitas vezes, este executivo não se adapta mais à realidade de sua própria origem. É o sofrimento no trabalho, o comportamento patológico.

São dimensões que precisam começar a ser colocadas. Necessita-se de gestores com sanidade mental, e não os encontramos com facilidade. É comum eu causar surpresa nas pessoas quando declaro: todo mundo é invejoso, inclusive você. Isso faz parte da natureza humana. A questão é: como administrar isso. E as pessoas não se dão conta dessas dimensões, que pesquisadores franceses chamam de dimensões esquecidas pela administração.

Desavisadas e mal informadas, as organizações acreditam nos chamados fazedores de cultura, que determinam dia e hora para iniciar a mudança na cultura organizacional. Apresentam planos mirabolantes porque vão mudar a cultura daquela empresa. E ninguém muda a cultura. A cultura se transforma. Há momentos, estágios de desenvolvimento de uma organização. Há estágios: nascimento, crescimento, maturidade, falecimento ou renascimento, momentos propícios à mudança. Lamento dizer, mas muita organização séria pagou caro pela malandragem.

Em primeiro lugar, o indivíduo não muda se não quiser. Em segundo lugar, que deuses são esses que vão mudar comportamentos com fórmulas mágicas. A sociedade é que se transforma ou não. O brasileiro vem se transformando. Eu diria que a nação começa a discutir um pouco mais a questão da corrupção, por exemplo. A opinião pública se manifesta e começa a ser um pouco mais rigorosa. Somos iniciantes nas questões éticas, mas começamos a discuti-las. São indícios de uma sociedade em transformação, não que mudou totalmente. Nada se transforma com essa rapidez que prometem. É possível gerenciar a mudança e não existem modelos que nos dêem soluções mágicas.

A cultura organizacional deve ser analisada inicialmente pela cultura do meio em que a empresa opera e pelas subculturas da empresa. Encontramos conjuntos de subculturas que são culturas de pleno direito, com contornos claramente definidos, ainda que não aceitos pela ótica do consenso.

Aos profissionais de comunicação compete elaborar com qualidade as auditorias de cultura para podermos nos dirigir ao público interno, considerando os valores mínimos que essa organização está compartilhando, até para que se comunique de acordo com uma linguagem comum para que as pessoas nos entendam, nos compreendam. Precisaremos também considerar as nuances das tipologias de cultura, se aceitarmos que a cultura organizacional é fragmentada.

Os valores são transmitidos por meio da comunicação. O indivíduo comunica sua cultura a começar pela vestimenta que usa no trabalho, passando por seus hábitos, suas atitudes. Ele está o tempo todo se comunicando pelo olhar, pelo gesto, pela escrita, ele está, na verdade, mostrando valores. Então a comunicação é, realmente, o melhor caminho para se estudar a cultura organizacional. É pela análise da comunicação de uma empresa que percebemos o pensar e o sentir dessa organização.

É assim que vejo a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional. Com interfaces que se destinam a estudar o poder organizacional que não tem forma, mas que existe e determina nossa trajetória profissional.

Sidinéia Gomes Freitas

Professora da Universidade de São Paulo

revista de ciências humanas

revista de ciências humanas

Apresentação

A Revista de Ciências Humanas (RCH), em conformidade com sua missão, publica o número 32, relativo ao segundo semestre de 2002. O ano de 2002 foi atípico em relação à regularidade de publicação. O atraso foi devido ao fato das IFES terem saído de uma greve de professores e STAs com duração de mais de três meses, que levou à interrupção do processo de edição regular da RCH.

revista de ciências humanas

newsletter nº 46

Bartoon de Luís Afonso - Jornal Público - do dia 4/03/2005Formar, Desenvolver, Sobreviver

Novas Tecnologias na Comunicação Empresarial: a intranet como ferramenta de comunicação interna

O avanço tecnológico deste início de milênio configura-se como o divisor de águas que separa a sociedade pós-moderna da Modernidade. Apesar de o homem contemporâneo não ter ainda se desvencilhado completamente de seu passado histórico mais recente, ou seja, da Modernidade , a sociedade contemporânea é bastante diferente da sociedade moderna. E uma das razões disto é o fato de que hoje as relações sociais são mediadas pelas novas tecnologias de informação. A sociedade atual caracteriza-se por ser uma sociedade tecnologicamente definida e por apresentar uma desterritorialização das relações sociais. São as novas tecnologias que estabelecem a forma como os homens se relacionam entre si e, também, são elas que imprimem as caracterizações desta sociedade contemporânea.
Para pensar as configurações da sociedade atual é interessante traçar um paralelo entre a pós-modernidade, ou seja, o contexto histórico atual, e seu recente passado, a Modernidade. Para o propósito deste estudo, esta diferenciação será traçada principalmente no que concerne às questões da desterritorialização das relações sociais, hoje percebidas e vivenciadas como uma realidade inexorável, e da imersão destas relações num sistema tecnológico de informação.
Este contexto se aplica para a experiência das empresas que vivenciam hoje uma revolução nos seus processos de comunicação com a chegada da Internet e, em decorrência desta, com a estruturação da Intranet.
Novas Tecnologias na Comunicação Empresarial:, Elisabeth Huber Moreira e Mônica Elisa Dias Pons

conversar, aprender

Alvo constante da perseguição dos administradores, a conversa entre empregados, talvez o campo mais fértil da comunicação nas empresas, revelou-se um meio privilegiado de aprendizagem e de circulação de informações. Se para os estudiosos da comunicação organizacional essa constatação não constitui novidade, para os administradores, entretanto, só agora o tema ganha corpo. conversar, aprenderAlvo (...) João José Azevedo Curvello

motivação

"Não é de hoje que as teorias da motivação tentam explicar as diversas razões para a eterna dicotomia na relação homem-trabalho. A visão de que o trabalho é algo ruim e necessário, é como um remédio de gosto amargo. Não queremos, entretanto, sem que o tomemos, jamais melhoraremos. Esta imagem acerca do trabalho vem sendo compartilhada por diversos pensadores da administração ao longo dos tempos. Certo ou errado, existe um senso comum acerca do quanto o trabalho é o oposto de diversas atividades prazerosas que realizamos."

artigo escmAntonio Luiz M. Almeida Jr.

motivação

Não é de hoje que as teorias da motivação tentam explicar as diversas razões para a eterna dicotomia na relação homem-trabalho. A visão de que o trabalho é algo ruim e necessário, é como um remédio de gosto amargo. Não queremos, entretanto, sem que o tomemos, jamais melhoraremos. Esta imagem acerca do trabalho vem sendo compartilhada por diversos pensadores da administração ao longo dos tempos. Certo ou errado, existe um senso comum acerca do quanto o trabalho é o oposto de diversas atividades prazerosas que realizamos.

Nessa linha, os dirigentes deveriam procurar mecanismos para tornar o ambiente de trabalho em algo produtivo, alegre e agradável. Somente assim as empresas serão capazes de concorrer positivamente para a motivação e satisfação dos seus empregados.
Motivação, uma questão crucial Antonio Luiz Mendes Almeida Jr.

motivação

motivação

Conceitos

Motivação tem origem na palavra motivo, com o sentido de causa que está, psicologicamente ligada as ações do homem e dos animais em geral.

As ações humanas sempre estão relacionadas aos motivos e as forças que levam à ação são denominadas impulso ou instinto.

Existem duas espécies básicas de forças responsáveis pelas ações: as fisiológicas e as emotivas. A primeira está relacionada com sentimentos como a fome, o sono, a doença, a fadiga, etc, enquanto que as emotivas estão ligadas ao desejo de agradar e ser aceito pelas pessoas que convivemos.

Teorias

São inúmeras as teorias que tentam explicar a motivação. Entre elas, destacam-se:

A teoria do Condicionamento que tenta explicar quaisquer motivos destacando um reforço externo que vai satisfazer uma necessidade fisiológica;

A Teoria cognitiva que valoriza a motivação intrínseca incluindo fatores como objetivos, intenções e expectativas;

A Teoria Humanista que estabelece uma hierarquia de necessidades e motivos, entre eles, motivos fisiológicos, de segurança, necessidade de participação e conhecimento além de necessidades estéticas e, por último, a...

Teoria Psicanalista que responsabiliza as experiências infantis como fonte principal dos comportamentos posteriores.

Na Teoria Humanista, também existe uma longa lista que enumera as causas que levam à ação, todavia, para simplificação, pode-se considerar a pequena lista apresentada pelo sociólogo William I. Thomas, pelo fato dela ser muito conhecida e abrangente. Segundo ele, um adulto normal apresenta quatro desejos fundamentais: desejo de segurança, de correspondência, de aprovação social e desejo de novas experiências.

O desejo de segurança é o motivo que nos leva a atender nossas necessidades físicas, cuidar da saúde, trabalhar e adquirir bens.

O desejo de correspondência leva o ser humano a busca de contatos sociais e sexuais. Todo adulto considerado normal, necessita da cumplicidade e de relacionamento com pessoas cujos comportamentos e sentimentos tenham afinidade com os seus.

Há também, a necessidade de se praticar atos e atitudes que sejam aprovados pelo grupo social de convivência, o que caracteriza o desejo de prestígio ou aprovação social.

Quanto ao desejo de novas experiências, é ele que leva o ser humano a procurar a quebra da rotina e o faz variar com novas experiências visando a fuga da monotonia.

Deve-se considerar uma hierarquia que classifica os motivos como primários, instintivos e que podem ser inferiores e superiores. Essa hierarquia refere-se à ordem de aparecimento dos motivos no desenvolvimento do indivíduo. Os motivos fisiológicos aparecem como prioridade obstruindo os outros desejos até que eles sejam satisfeitos, isto é, os desejos superiores aparecem em primeiro lugar. Um exemplo é a necessidade de estar descansado, sem sono e sem fome para depois procurar um relacionamento social na busca de convívio em grupo. (...)

Motivação no trabalho: teorias contemporâneas

Motivação no trabalho: teorias contemporâneas

Resumo:
Motivação: palavra de ordem para qualquer pessoa que exerça uma atividade, sozinha ou em equipe. E é exatamente isso que a autora teoriza nesta obra que traz um estudo sobre a motivação no trabalho. Obra de interesse para às áreas de Psicologia, Recursos Humanos, Administração de Empresas e qualquer empresa que queira uma qualidade maior e satisfação entre seus funcionários.http://www.bvs-psi.org.br/psilivros/us_resenha.asp?id_livro=1563Motivação no trabalho: teorias contemporâneas

Ivone Tambelli Schmidt