Blogia
A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

gestão de recursos humanos

Poder X Comunicação

Nosso mundo, impregnado de ciência e tecnologia, desperta, em nós, a necessidade de conquistar, manifestar e disputar poder. O que faríamos, sem as criações tecnológicas humanas, pelas quais nos deixamos "engolir", e que nos dão a sensação de ter poder? Essa ilusão sempre exerceu atração sobre as pessoas, influenciou ações, determinou ou mudou comportamentos. (...)Lucia Mendana

COMUNICAÇÃO É PAPEL DE COMUNICADOR

http://www.grupolabor.com/rpentrev_comunic.asp Quem recebe comunicação nas empresas quer informação de qualidade, quer consistência e periodicidade”. A afirmação do presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE) e diretor de Assuntos Corporativos da Natura, Rodolfo Guttilla, traduz uma nova fase da comunicação empresarial. Segundo ele, cada vez mais essa ferramenta passa das mãos de recursos humanos para áreas específicas de comunicação. O processo traz vantagens. “Quando a comunicação está em recursos humanos é um assunto secundário. A função específica de recursos humanos é definir políticas e implantar práticas de gestão de pessoas”. Para Guttilla, o atual estágio de desenvolvimento desta ferramenta no Brasil, tão importante para a promoção das atividades empresariais, está no mesmo patamar das americanas, berço da comunicação empresarial.
Patrícia de Assis
Revista Canal RH - ano 1 - nº 9 - Abril de 2002.

O estresse nem sempre é negativo

O estresse nem sempre é negativo Com a presença constante da competitividade, as pessoas precisam enfrentar um dia-a-dia corporativo cada vez mais acelerado e com isso surge o estresse. Quando esse ultrapassa o limite suportável, as equipes começam a apresentar sintomas que comprometem tanto a vida profissional quanto a pessoal. Dentre os reflexos causados pelo chamado "mal do século", podemos destacar: conflitos internos, enxaquecas, ansiedade, problemas gástricos, falta de apetite e insônia. Mas se o estresse já tomou conta da rotina das empresas, como conviver com essa realidade sem que ela traga tantos problemas? A resposta pode estar dentro de cada um. (...) http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4251&org=9

Será que posso aplicar gerenciamento de projetos em RH?

Atualmente vivemos em um mundo, onde a vida dos produtos é curta, onde temos que ter alta velocidade em gerar e disseminar conhecimentos e informações, onde estamos vivendo em competição globalizada e que por fim, tudo se resume na famosa e velha palavra - mudança. E em contrapartida temos que superar essa necessidade, pois os prazos de respostas a desafios são cada vez menores e mais críticos, nos exigindo uma maior precisão em tudo o que fazemos, porém com mais e mais velocidade (...)Alexandre Lima

http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4246&org=9

Minimize a negatividade no local de trabalho

Nada afecta mais o moral das pessoas que uma negatividade persistente no local de trabalho. Suga a energia da sua organização e faz divergir atenção, crítica do trabalho e da performance. A negatividade ocorre na atitude, forma de estar, e forma de comunicar de departamento para departamento, de pessoa para pessoa, ou num crescendo de vozes respondendo a uma decisão ou acontecimento no local de trabalho.(...)http://www.dashofer.pt/news/RH/NL_RH51/NL_RH51.htm#a13

Pescadores, comorões e chefes

http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4239&org=9 Comorão é uma ave imortalizada numa fábula chinesa envolvendo pescadores e pescaria. A história relata como alguns pescadores executam essa tarefa, a saber: ao saírem para pescar, levam a bordo uma quantidade significativa de famintos comorões. As aves são levadas presas por uma linha forte e recebem por adereço uma vistosa argola no pescoço. Tão logo os barcos chegam aos locais escolhidos e ante a excitação das aves, os pescadores imediatamente afrouxam a linha e elas freneticamente mergulham, capturando os peixes. Cada vez que um comorão apanha um deles, a linha é puxada e a ave é firmemente segura pela argola e recolhida. Os pescadores, em ato contínuo, apertam-lhes o pescoço, sem esganá-las, para que os peixes sejam expelidos garganta afora. Peixe recolhido, ciclo reiniciado: pássaros mergulhando e ação imediata dos pescadores. Quanto mais famintos mais mergulhos, mais peixes.

Usando a história dos comorões como metáfora organizacional logo perceberemos que as atitudes dos pescadores para com as aves encontram similaridade com alguns comportamentos de algumas chefias. Quem, em sã consciência, nunca ouviu uma história assemelhada às atitudes dos pescadores, protagonizadas por algum chefe? Quem ainda não se percebeu realizando uma tarefa, dando sugestões "capturadas" por um superior e, em seguida, colocadas como de mote próprio? Quem nunca se sentiu tolhido nas suas habilidades e conhecimentos passando a realizar tarefas frustrantes?(...) Márcia Mª Accioly Brelaz de Castro

Por que tanta tolerância com maus profissionais?


É curioso, para não dizer penoso, ver o quanto de esforço, tempo, dinheiro e criatividade as empresas gastam para transmitirem imagem de eficiência e, ao mesmo tempo, põem tudo a perder mantendo profissionais inadequados em seus quadros.(...)José Lourenço de Sousa Neto http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4240&org=9

Assédio moral: reaja ou se demita

A jornalista Inglesa, Andrea Adams, definiu exemplificadamente a sensação de conviver com o psicoterrorismo no ambiente de trabalho: "...Ir ao trabalho é como entrar na jaula de um animal imprevisível para enfrentar outra semana de crucificação profissional".

Fatores que afetam o desempenho dos funcionários na empresa

(...) Entre os fatores que afetam o desempenho estão: o potencial, a motivação, os fatores do indivíduo, as condições de trabalho, o comportamento do líder e as características da empresa. A pesquisa foi aplicada em duas empresas do setor calçadista da cidade de Franca/SP. Em ambas, o que mais afeta o desempenho são as características da empresa. (...) Fatores que afetam o desempenho dos funcionários na empresa Patrícia Pires de Matos

Percepções, realidades e contextos!

Muitos de vocês conhecem aquele velho ditado: "Não basta a mulher de César ser séria! Ela tem que parecer séria!". Pois é, no mundo corporativo as coisas não são diferentes: não basta a empresa, entre outras coisas, ser competente, ágil, dinâmica, ética e responsável socialmente. Ela tem que parecer competente, ágil, dinâmica, ética e socialmente responsável. Em outras palavras, a PERCEPÇÃO do mercado e das demais partes relacionadas é que prevalece, tornando-se, então, a realidade.
Se essa é uma verdade presente no mundo empresarial, também deveria ser dentro das organizações. Mas, excluindo poucas exceções, não é isso que ocorre e apenas para exemplificar, vamos nos ater à área de Recursos Humanos. (...)RH - Percepções, realidades e contextos!
Carlos Alberto Zaffani

À procura de um estilo de liderança

À procura de um estilo de liderança Estamos descobrindo que o sucesso de uma empresa não está somente no seu produto de venda, mas sim em seus funcionários, no grupo de pessoas que fazem a empresa funcionar. Somente os integrantes destas empresas poderão produzir com melhor qualidade, interagir adequadamente com o seu público e se adaptar às constantes mudanças que observamos no mercado de hoje. Neste cenário, o líder tem a fundamental importância de propiciar um ambiente onde funcionários possam trabalhar de maneira mais eficaz e criativa, em um ritmo de constante produção e inovação. (...)À procura de um estilo de liderança Danilo de Vasconcelos Diogo da Silva

CST: adoção do BSC apóia estratégia corporativa

CST: adoção do BSC apóia estratégia corporativa Patrícia Bispo

Mentoring e coaching na prática

"Estou insatisfeito no trabalho".
"Sinto-me sozinho, sem interlocutor para trocas significativas".
"Tenho a sensação de que estamos perdidos, sem rumo".
"A insegurança parece estar cada vez mais presente no clima organizacional".
"Sinto-me impotente para conseguir o que está sendo cobrado".
Estas são falas comuns no meio empresarial (...)Mentoring e coaching na prática
Márcio Zenker

Competências transversais dos licenciados

A TecMinho - estrutura de interface da Universidade do Minho está a
implementar um projecto de investigação sobre as competências transversais
dos diplomados do ensino superior.
Uma questão essencial que antecede este projecto é: o que torna um indivíduo
empregável?
Esta é a questão que se coloca cada vez mais no mundo profissional actual.
Não raras vezes, deparamos com colegas que eram brilhantes nos seus cursos,
com notas acima dos 16 valores e que hoje ocupam funções de pouco destaque,
enquanto que outros, menos "brilhantes" em termos de classificações
académicas, desempenham actividades profissionais destacadas.
Se partirmos do pressuposto que um indivíduo com melhores classificações
académicas está mais bem preparado tecnicamente para o exercício de uma
actividade profissional, a questão parece óbvia: Será que as competências
técnicas / específicas são suficientes para o exercício superior de uma
actividade profissional?
Tudo indica que haja um conjunto de competências, que não são adquiridas
através da formação académica aquando da passagem pela universidade, que são
decisivas na empregabilidade dos diplomados do ensino superior.
O projecto conta com a participação dos investigadores Carlos Cabral Cardoso
da escola de Economia e Gestão (UM), Carlos Estêvão do Instituto de Educação
e Psicologia (UM) e Paulo Silva da TecMinho. Foi recentemente lançado um
site de divulgação do projecto (www.tecminho.uminho.pt/ctdes), onde poderá
ser encontrada informação sobre o mesmo. No referido site foi criado, ainda,
um forum de discussão em torno da problemática em estudo, no qual
agradecemos, desde já, a participação. Poderá, ainda, registar-se para
receber continuamente informações sobre o projecto e actualizações do site,
as quais serão constantes ao longo do projecto.

Com os melhores cumprimentos,
Paulo Silva

"Estratégias de gestão de recursos humanos no terceiro setor:

Recursos humanos - Noções gerais
Resumo

O artigo analisa e compara as estratégias e práticas de gestão de Recursos Humanos de três organizações do terceiro setor voltadas à intervenção em problemas da infância. Procura-se discutir a construção dessas estratégias gerenciais, destacando a peculiaridade e complexidade que assumem no contexto do terceiro setor. A análise procura levantar os dilemas e desafios da gestão estratégica de pessoas enfrentados por essas organizações e as respostas até agora encontradas, sobretudo no que diz respeito ao trabalho voluntário. Por fim, faz-se uma reflexão sobre a difusão entre organizações sem fins lucrativos de estratégias gerenciais originadas no primeiro e segundo setores e as contribuições do terceiro setor para o avanço do pensamento estratégico na esfera da gestão de Recursos Humanos. (...)

Armindo dos Santos de Sousa Teodósio & Graziele Andrade Resende

Sendo culturalmente influente

Sendo culturalmente influente Sua equipe está reunida com um novo parceiro de negócios sueco. A pauta da reunião tem apenas três itens sobre os quais o pessoal local, cheio de entusiasmo, fala livremente. (...) Sendo culturalmente influente Denise Coronha Lima

Motivação em tempo de crescimento

(...)

Já dizia Albert Einstein:
A vida é como jogar uma bola na parede;
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força;
Por isso, nunca jogue uma bola na vida de forma que não esteja pronto para recebê-la.
A vida não dá nem empresta. Não se comove nem se apieda.
Tudo que ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.(...)

Gilberto Wiesel

Motivação em tempo de crescimento

Imagine...

Imagine que os programas de RH que você implanta e administra são produtos. É, assim como aqueles que encontramos nas gôndolas dos supermercados e que, portanto, suprem uma necessidade dos seus clientes e que por essa razão o compram. Imagine que esses clientes comportam-se de forma diferente uns dos outros e que são movidos por desejos e necessidades. Agora, imagine que os seus colegas de trabalho são esses clientes e que é sua responsabilidade suprir estas necessidades (antes que outro o faça). Pense que essas necessidades são básicas e que a satisfação ou não delas determinam não apenas a maneira como esses clientes vão agir e reagir, mas como eles se relacionarão com você.(...)Imagine... Ivan Severo

Cultura Organizacional

Comunicação é Cultura. Cultura é Comunicação.

Marlene Regina Marchiori

Este é o novo paradigma para a mudança de valores e atitudes nas organizações. É necessário, antes de tudo, entender a empresa para direcioná-la corretamente. (22/6/2000)

Palavras-Chave: Cultura Organizacional, Comunicação Empresarial.

Cultura Organizacional

Nossas organizações estão preparadas para o mapeamento das competências?

Quantas pessoas na organização têm de fato o perfil necessário para desenvolver suas competências, de maneira a efetivamente contribuir para atingir metas e resultados? Quantos estão efetivamente deslocados? Quantos precisariam ser redirecionados para outras funções? (...)José Portugal DantiNossas organizações estão preparadas para o mapeamento das competências?