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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

Trabalho infantil atinge mais de 200 milhões

"Mais de 200 milhões de crianças são obrigadas a trabalhar diariamente no Mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho . Em Portugal o fenómeno ganhou novas caras nos últimos anos, centrando-se sobretudo no mundo do espectáculo, denunciam diversas associações. 
 
Numa mensagem divulgada no âmbito do Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, que se assinala hoje, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que mais de 200 milhões de rapazes e raparigas estejam envolvidas em alguma forma de trabalho.  
 
A Organização destaca que três em cada quatro dessas crianças e adolescentes estão expostas às piores formas de exploração laboral infantil (tráfico, conflitos armados, escravatura, exploração sexual e trabalhos de risco, entre outros), actividades que "prejudicam de forma irreversível o seu desenvolvimentos físico, psicológico e emocional".
  (...)" Jornal Expresso

Flexibilidade no trabalho = precariedade?

"Será a flexibilidade de recursos humanos um sinónimo de precariedade dos contratos de trabalho e, portanto, um atentado aos direitos dos trabalhadores?

Esta é uma visão incompleta da realidade das empresas! É verdade que a utilização de contratos temporários é uma das práticas flexíveis de trabalho, mas a chamada flexibilidade dos recursos humanos vai muito para além dela e as consequências para as pessoas envolvidas não são apenas negativas. Por exemplo, a utilização de contratos temporários pode ser considerada como um método de triagem de candidatos a lugares de contratação permanente, ou ainda como um meio de ajustar níveis de emprego às flutuações da procura, evitando despedimentos ou falências, com as respectivas   consequências sociais. (...)" 
psylva in A Mão Invisível

Revista Human

Revista Human

A revista destina-se a cargos médios e superiores da gestão de recursos humanos, cargos de direcção-geral, financeira e jurídica em pequenas e médias empresas (PME), formadores e consultores, professores universitários e estudantes da área.
As opções editoriais da revista (que pertence a uma empresa privada, a Just Media) são definidas pelo director, em conjunto com um conselho editorial. Têm por base uma postura independente de orientações políticas, religiosas, culturais ou económicas, com respeito pela diversidade, consciência ética e responsabilidade social. Os conteúdos são produzidos por uma equipa jornalística e ainda por diversos colaboradores que têm como característica principal o facto de abordarem temas sobre os quais detêm um conhecimento marcado sobretudo pela ligação ao mundo das organizações.
A «human» tem uma preocupação especial em apresentar exemplos de boas práticas na gestão das pessoas nas organizações, sem que isso signifique que deixe de marcar a sua opinião crítica em relação àquilo que considere justificável. Apesar de vocacionada para o domínio da gestão, em especial para a gestão das pessoas nas organizações, terá também espaço para temas de âmbito cultural e de lazer. Os seus textos mostrarão sempre um enorme respeito pela língua portuguesa e um esforço para a sua valorização.

A Era do Buzzmarketing

A Era do Buzzmarketing

"(...) Antes, bastava colocar o produto à venda, pouco tempo depois, isto já não era mais suficiente - era necessário trabalhar a melhor combinação de oferta e dispor o produto certo, na hora certa, no lugar certo e com a comunicação certa. Agora, quando todos já dominam ou buscam dominar essa prática, tornam-se importantes o relacionamento e a proximidade com o cliente. E quando estas tornarem-se práticas constantes nas organizações, o marketing irá caminhar para o estudo das conseqüências, positivas ou não, das próprias ações de marketing, nas opiniões dos clientes e das pessoas que se relacionam direta ou indiretamente com a organização em todos os níveis, os chamados stakeholders – público agente, influenciador, com poder e voz para disseminar posições e imagens favoráveis ou difamatórias. (...)" Marcelo Miyashita in Portal da Administração

Periodo de Presentación de Propuestas de Comunicación

Periodo de Presentación de Propuestas de Comunicación

Se abre el periodo de presentación de propuestas de comunicación (papers y panels) para el II Congreso AE-IC "C+D: Comunicación y desarrollo en la era digital" que se celebrará en Málaga del 3 al 5 de febrero de 2010.

Todas las propuestas deberán presentarse a una de las secciones temáticas de la AE-IC, adecuándose a los descriptores propuestos por cada sección, disponibles en los formularios de envío de propuestas y en este enlace.

Se considerará un factor favorable en la evaluación de call for papers el hecho de hacer referencia al tema general del congreso (“Comunicación y desarrollo en la era digital”). Portal de la Comunicación

FÁBULAS Fabulosas ( coisas do mundo corporativo) ...

Todos os dias a Formiga produtiva e feliz chegava ao escritório. ... por FRANZYSKA

É possível transformar o modelo burocrático de gestão da Universidade?  A fábula dos porcos assados por NILSON NOBUAKI YAMAUTI 

A confiança nas relações chefe-subordinado

A confiança nas relações chefe-subordinado

"A existência de confiança entre os membros de uma empresa é fundamental para o seu êxito. Um clima de confiança fomenta a cooperação e a participação, torna possível que todos expressem as suas ideias e compartam os recursos e o conhecimento. Consequentemente, a satisfação dos colaboradores é potencialmente maior, bem como é maior o compromisso com a organização e o rendimento individual e da organização. Contudo, apesar de ser tão importante, a confiança é, muitas vezes, difícil de conseguir. Neste artigo será apresentado, em primeiro lugar, o próprio conceito da confiança e depois, com base nos trabalhos de investigação da equipa do Prof. Pablo Cardona, do IESE, sobre esta temática, ver-se-á quais são os factores determinantes da confiança e como esta se pode desenvolver (e também perder).(...)" Fátima Carioca in RH Magazine

Recursos humanos como proceso

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho
Metáforas, Conceitos e Práticas
António Caetano

Esta obra visa, fundamentalmente, sistematizar os percursos que a avaliação de desempenho tem seguido através da explicitação das metáforas e dos conceitos teóricos que lhe estão subjacentes, assim como das práticas que a gestão de recursos humanos tem instituído na generalidade das organizações, apresentando-se, igualmente, sugestões e propostas de redireccionamento dos sistemas de avaliação.

Avaliação de Desempenho 360º

Avaliação 360 Graus ? Transformando O Feedback Em Prática

Tornar A Avaliação 360 Graus Um Sucesso

Implantando Avaliação 360 Graus

A Ética Na Avaliação De Desempenho

"A avaliação de desempenho é uma importante ferramenta na gestão de pessoas. No entanto, é preciso que o processo seja conduzido de maneira correta e ética.

Assim como acontece nas escolas, onde os professores avaliam seus alunos no que se refere ao rendimento do aprendizado, nas empresas também acontece um processo semelhante. Hoje, diante da necessidade de sempre agregar valor ao negócio, as organizações também se mostram preocupadas em avaliar o desempenho dos seus colaboradores. Nesse momento, surge em cena uma ferramenta conhecida como avaliação de desempenho que corresponde a uma apreciação sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que a pessoa de realiza, das metas e dos resultados a serem alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. (...)" RH Portal

Karen McCullough: Generation X

Geração Y em FOCO

Espelhos de Liderança Positiva

Espelhos de Liderança Positiva

"A torrente da positividade organizacional


Uma quantidade progressiva de estudos e artigos científicos, livros e conferências tem proliferado nos últimos anos fazendo a apologia da positividade dos/nos indivíduos e das/nas organizações. Os temas são diversos, de que se exemplificam: (a) como as virtudes e as forças das pessoas podem contribuir para a sua saúde física e psicológica, assim como para melhores desempenhos; (b) como a virtuosidade organizacional pode contribuir para melhores organizações, pessoas mais felizes e uma melhor sociedade; (c) como as pessoas se empenham mais no trabalho quando sentem que esse trabalho tem significado para as suas vidas; (d) como as pessoas não são apenas movidas pela satisfação de necessidades económicas, sociais e emocionais – mas também espirituais; (e) como os líderes autênticos podem fomentar a saúde dos indivíduos e das organizações; (f) como a felicidade no trabalho está associada a melhores desempenhos. A premissa subjacente à maior parte destes estudos é trifacetada: (...)" Arménio Rego & Miguel Pina e Cunha in Recursos Humanos Magazine

7-S Framework - Mckinsey

7-S Framework - Mckinsey  in 12 Manage The Executive Fast Track

Virtual Teams: Making the Online Classroom a Learning Organization

"We live in an era in which the pace of change is accelerating, and competition is increasingly fierce. Sadly, most organizations do not adapt quickly enough to meet the demands of their changing climates. In 1990 just before the dawn of online education, Peter M. Senge published his seminal book on learning organizations, The Fifth Discipline: The Art & Practice of the Learning Organization. Senge argues that to thrive in our unpredictable world an organization's only sustainable advantage is the ability to learn about changing political, economic, social, and technological forces faster than its competitors.(...)" By Edward Volchok in eLearn Magazine - Best Practices

APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

"Resumo: A “organização que aprende” é tema abordado com predominância e iniciativa informativa massificada, na obra de Peter Senge, “A Quinta Disciplina”, e se constitui na base deste artigo. Trata-se de um enfoque crítico, que analisa os princípios da aprendizagem organizacional e sua provável aplicabilidade na prática cotidiana das organizações empresariais. Pretende, por fim, a exposição de argumentos contraditórios ao modelo das “disciplinas” de Senge. Conclui, pela contestação da teoria de Senge, como sendo inviável dentro desta realidade, fazendo-se necessário modificar, substancialmente, os paradigmas hoje vigentes na relação do homem com seu meio; base fundamental para o início de qualquer mudança sócio-estrutural.

Palavras-Chave: Organização do aprendizado – Ampliação do conhecimento – Learning Organization (...)"    Günther Lother Pertschy &  Raul Otto Laux

Generation Y - comportamentos da geração Y

 Generation Y - Comportamentos da geração Y

Geração X - BABY BOOMERS

"Baby Boomers, denominação para as pessoas que nasceram logo após o término da II Guerra Mundial e, portanto, chegaram aos 60 anos (NERI, 2006). Nessa época houve grandes registros de Baby Boom nos Estados Unidos. O termo "Baby Boomer" refere-se às crianças nascidas a partir da década de 40. Manteve-se a expressão para todo crescimento populacional semelhante, termo também conhecido no Brasil. (BABY BOOM..., on-line, 2007; BABY BOOMERS..., on-line, 2007). (...)"  Daiani Furtado in Administradores.Com.Br

Geração Y

"Eles são jovens, espertos e ousados. Usam chinelo no escritório ou ouvem iPods em suas mesas. Eles querem trabalhar, mas não querem que o trabalho seja sua vida. 

Esta é a geração Y.Uma força de milhões de pessoas que pela primeira vez estão entrando em suas profissões e tomando seu lugar no mercado de trabalho incrivelmente multigeracional. (...) Stephanie Armour, USA TODAY in Empregabilidade/Carreira