Sistemas de Remunerações
Sistemas de Remuneração - José Bancaleiro - Inforpress, 29 de Nov. 2007
Sistemas de Remuneração - José Bancaleiro - Inforpress, 29 de Nov. 2007
"A Programação NeuroLinguística surgiu como um modelo de comunicação e para transformação da nossa experiência interna. Fá-lo através da clarificação da interacção entre pensamentos, sensações, convicções e comportamentos. É este conhecimento que está na base das técnicas que servem ao desenvolvimento do potencial humano, à actualização de recursos necessários ao crescimento pessoal e realização de objectivos ecológicos, integrando o emocional e o racional, a convicção e a competência, a estrutura e a intuição.
Palavras-chave? Algumas: curiosidade e experimentação, desenvolvimento pessoal, eficiência, vivência interior, capacidade de relacionamento, auto-liderança, integridade, ecologia, qualidade, a caminho do cerne e a partir do cerne, ousadia, etc. (...)" Artigos de José Figueira
"O profissional que actua com entrevistas de seleção de pessoal está automaticamente, antes de tomar qualquer decisão, susceptível a influências subjetivas da sua própria história de vida (valores, morais, resistências, limites, e assim por diante). No campo (...)" Eduardo T.S. Alencar
Fundamentos do Currículo http://www.slideshare.net/doris3m/fundamentos-del-curriculo/
História http://www.slideshare.net/analisiscurricular/visiones-del-curriculo/
Fontes http://www.slideshare.net/analisiscurricular/fuentes-y-elementos-del-curriculo/
Currículo de Educação Inicial http://www.slideshare.net/doris3m/curriculo-de-educacio-inicial/
Currículo Urbe http://www.slideshare.net/doris3m/curriculo-urbe/
Las Competencias Como Una Nova Vision Del Currículo Escolar http://www.slideshare.net/ibiainsa/las-competencias-una-nueva-visin-del-curriculo-escolar/
"De certeza que já ouviu muitas vezes os seus colegas de trabalho ou os seus funcionários queixarem-se de que não sabem nada ou quase nada sobre o que se passa na sua empresa. Saiba como evitar estas situações. Só tem que colocar a sua empresa a comunicar. (...) Expresso Emprego
Num tempo de grandes incertezas em relação ao futuro da Gestão de Recursos Humanos, os profissionais do sector e aqueles que aspiram a ele pertencer interrogam-se sobre os horizontes que se colocam a esta função que, ao longo da sua história recente, se impôs como grande função empresarial.
Por um lado, os arautos da desgraça fazem as crónicas da morte anunciada da função, alegadamente por tender a ser progressivamente esvaziada pelas subcontratações e outsourcing, a uma escala cada vez mais global e generalizada. Por outro lado, os epígonos de correntes mais recentes, clamam pela necessidade de substituir o conceito de recursos humanos por um outro, ainda inespecífico, que marque definitivamente o ocaso de uma visão neoclássica da GRH, ainda enfeudada aos modelos funcionalistas, que tendem a perpetuar uma lógica de gestão do factor humano alicerçada no estudo do trabalho.
Na encruzilhada dos modelos e no fragor das experiências e das práticas, Mário Ceitil procura equacionar alguns dos grandes choques paradigmáticos que a moderna GRH enfrenta, focalizando-se nos grandes temas que emergem de uma sociedade globalizada e aparentemente caótica: a gestão da complexidade, as práticas de progressão no caos, a resiliência necessária para a gestão da diversidade, em suma, a emergência de novas competências que permitam aos profissionais, a todos os níveis, manterem-se (vivos e saudáveis) na crista da onda.
Ralph Stacey, o economista inglês da «complexidade» lança algumas provocações Gestão do Conhecimento é um absurdo e medir o Capital Intelectual é desperdício de tempo e dinheiro O professor de gestão e director do Centro de Complexidade e Management da Universidade inglesa de Hertfordshire veio a Lisboa colocar em causa as modas recentes da "gestão do conhecimento" (knowledge management, no original) e do "capital intelectual" e chamar à atenção para a necessidade de uma mudança de paradigma na forma de pensar e gerir as organizações - em consonância com a filosofia das ciências da complexidade (ou seja o conhecimento emerge na conversação e comunicação entre pessoas e não de um modo linear racionalista). (...) Jayme Teixeira Filho
http://www.youtube.com/v/UOn4RlWXVbc&hl=en
http://www.youtube.com/watch?v=cnB9KpXgCEk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=spM4CIg3M68&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ypBgTrjE0Y0&feature=related
"O ser humano possui duas escolhas na vida: ficar onde está, sem evoluir um único centímetro, ou ir em busca de suas conquistas e alcançar objetivos pessoais e profissionais. Para alguns, isso é chamado de “livre arbítrio”, para outros “arregaçar as mangas e correr contra o tempo”. Não importa que denominação receba a força que move as pessoas. A motivação é algo que se alimenta do interior de cada indivíduo, e cabe a cada um a fazer o seu papel. Por outro lado, vale lembrar que no campo organizacional, as empresas também possuem uma importante parcela de colaboração para motivar os profissionais. (...)". Patrícia Bispo
"Em Fevereiro de 1990, a revista Fortune publicava uma reportagem dedicada à "nova cruzada ambientalista". A peça começava com uma previsão: "Os anos 90 serão a década da Terra e o ambientalismo será um movimento de enorme força em todo o mundo." Acrescentava um perito que o ambiente seria a mais importante questão para o mundo dos negócios.
Como é habitual, a previsão falhou. Mas a preocupação com o ambiente não diminuiu. Os problemas, pelo contrário, agravaram-se.
Não passa aliás um dia sem que sejamos confrontados com alguma má notícia da frente ambiental. Aquecimento global, extinção do atum e do bacalhau, degelo dos glaciares. A lista seria interminável. Dir-se-ia que o mercado das ideias começa a ficar maduro para a reflexão séria sobre uma mudança de paradigma no campo da gestão
A economia industrial, do carbono, vai dando lugar a uma economia pós- -industrial, de baixo carbono.
Os contornos da gestão nesta nova economia são imprevisíveis, mas algum trabalho foi dedicado ao tema. Algumas das mais interessante análises foram apresentadas por Paul Shrivastava, professor da Universidade de Bucknell.
Um resumo das suas ideias é apresentado no quadro em anexo, que contrasta a gestão tradicional com um paradigma ecocêntrico alternativo. (...)".
Miguel Pina e Cunha Director de MBA da Universidade Nova de Lisboa
"A Associação Holandesa de Gestão de Pessoal (NVP) em conjunto com a European Association for Personnel Management (EAPM) da qual a APG é membro, instituíram um "Prémio Europeu de Recursos Humanos" que será oficialmente anunciado durante o 24º Congresso Europeu a decorrer na cidade da Haia, Holanda, de 11 a 13 de Junho de 2009. |
Anselmo Ferreira Vasconcelos, apresenta-nos um artigo muito interessante sobre QVT, abordando neste contexto a temática relacionada com Workholic. As suas conclusões são devereas interessantes, apontando para a dificuldade em aplicar programas de QVT e de melhoria no seio das organizações.
Para poder partilhar um artigo fantástico do meu orientador de tese Professor Daniel Martí Pellón sobre o tema em epígrafe.
| O que é? | ||
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http://www.convirh.com.br/2convirh/site.php?c=congresso
O lançamento do livro em epígrafe, será realizado no Auditório do ISLA - Gaia (hoje, pelas 21 horas). Para o meu querido e ilustre amigo - António Oliveira - o meu abraço, felicitando-o por mais este sucesso.
Já é conhecido o programa das II Jornadas de Recursos Humanos do ISLA de Vila Nova de Gaia. O evento irá decorrer no dia 22 de Abril no Auditório da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro e o título escolhido para este ano é "Construindo um novo paradigma do conhecimento e da competência".
"Uma organização que realiza uma nova contratação deve compreender que além de um “ser humano”, está contratando um indivíduo com anseio por oportunidades. É evidente que este colaborador necessita de um salário, mas além das notas ($), procura uma organização que queira mantê-lo em seu quadro de colaboradores, e que possa dispor de outros benefícios como: um programa de qualidade de vida, promoções, comissões por desempenho e resultados, premiações, treinamentos de capacitação e, até mesmo, oportunidades de carreira.(...)" Simone do Nascimento da Costa
"Cada vez mais cansado e descrente dos modismos e do vazio que imperam nas corporações, eu me pergunto até onde vai a capacidade do homem em deturpar e banalizar a vida. Há um tempo recebo folders de treinamentos e congressos sobre Espiritualidade nas empresas. A primeira vez fiquei até feliz quando tive o primeiro contato, mas qual não foi minha decepção ao ver que tratava-se de um enlatado. E como sabemos, a diferença entre a comida caseira e o enlatado, está justamente o sabor. (...) Buda dizia que "conhecimento sem vivência é intelectualismo; mas conhecimento com vivência, isso sim é sabedoria". A maioria não passa do discurso intelectual.(...) Infelizmente a realidade dentro das empresas exige um desgaste muito grande de energia para um resultado nem sempre à altura. E tudo isso se resolveria com vontade, humildade, serviço, autenticidade e compaixão. Eu já citei aqui o epitáfio do pai de Leonardo Boff: "De sua boca ouvimos, de sua vida aprendemos, quem não vive para servir não serve para viver".
Em que ambiente você quer realmente investir seu tempo? (...) A Espiritualidade para mim está na simplicidade, alegria, humildade, curiosidade e compaixão diante da vida. E para fechar, cito Geraldo Eustáquio:
"Agora sei que agitação não é vida. É vaidade."
"Human resources is a management term that should strike fear into the heart of every self-respecting entrepreneur", argues Luke Johnson, chairman of Channel 4. He has radically cut back HR departments in several companies he has run and argues "the business has gone all the better for it." What do you think? Is HR "expensive, bureaucratic hogwash?" Or is it essential to running a successful organisation?
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