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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

METANÓIA

METANÓIA

Escrito em forma de romance, o livro mostra por que os empresários devem mudar o jeito de encarar algumas situações rotineiras do mundo corporativo se quiserem obter sucesso. Até aí, nada de novo. A diferença é que Tranjan, ao longo do enredo, ilustra essa série de mudanças por meio da trajetória de Lucas. Uma a uma, as mudanças vão abrindo as portas para que o personagem consiga salvar a sua empresa. A grande lição é que os homens de negócios devem primar sempre pelo optimismo. Deixar de pensar em “sobreviver”, e passar a “prosperar”. Em vez de repetir antigos processos, inovar. Por fim, todo esse leque de mudanças é baptizado de “Metanóia”.

Learning Organizations ...

Esta é uma Monografia elaborada por Milena Machado, que nos fala das 5 disciplinas propostas por Senge. Vale a pena entrar em http://www.em.ufop.br/depro/curso/monografias/2003milena.pdf 

O Que São Recursos Humanos?

O Que São Recursos Humanos?

Quais as filosofias autor e estratégias modernas entretanto que regem as políticas flavio de toledo de Recursos livro Humanos nas empresas? A partir O Que São Recursos Humanos? de um enfoque abrangente sobre o comportamento organizacional dos grupos sociais, as relações humanas são analisadas escritor em seus temas autor fundamentais, enfatizando sobretudo o flavio de toledo aspecto da best-seller postura democrática nos sistemas de O Que São Recursos Humanos? trabalho, que constitui a principal tendência da evolução dos Recursos Humanos.

«As pessoas não são recursos»

Peter Senge, o criador da Quinta Disciplina e conhecido guru da aprendizagem organizacional, foi um dos oradores na conferência do Hay Group, na qual se insurgiu contra o actual sistema económico. Numa entrevista exclusiva, dá uma pedrada no charco e afirma-se como um "anti-recursos humanos", classifica a actual estratégia seguida pela maioria das empresas de "cancerígena" e defende que os empresários devem incluir na sua cadeia de valor os investimentos no ambiente e na sociedade. Ruben Eiras com Peter Senge http://janelanaweb.com/reinv/senge_rh.html                                                                                                          

Ritmo das mudanças

Com a presença da Globalização as empresas viram-se obrigadas a acompanhar uma série de mudanças numa velocidade cada vez mais rápida. E isso não inclui apenas aquisição de equipamentos de última geração, mas sim uma série de adaptações que os profissionais precisam sempre estar bem atentos.  (...)29 Janeiro 2007 Patrícia Bispo http://www.rh.com.br/blog_redacao.php?org=9   

Learning Organizations - A 6ª disciplina e a Metanoia

(...) A palavra que Senge utiliza para descrever este desvio/ mudança da mente ou do pensamento é metanoia (meta - above or beyond, noia - mind).

Compreender o significado de metanoia é compreender o verdadeiro significado de aprender. Ao longo dos tempos, tem-se adulterado o sentido de aprender: para muitos aprender é sinónimo de receber informação (por exemplo, quem lê um livro rapidamente tende a assumir que já "aprendeu" tudo o que consta desse livro).

Mas, na verdade, aprender é muito mais que acolher passivamente informação; aprender implica compreender o mundo e a nossa relação com ele, tornarmo-nos capazes de fazer algo que não éramos capazes de fazer, ampliar a nossa capacidade de criar e consequentemente recriarmo-nos.

Transpondo este conceito para o domínio das organizações(...) http://eden.dei.uc.pt/gestao/LOs/empresas/lo_empresas7.html 

Metanóia Organizacional

"A Metanóia organizacional é a vertente que mexe com as pessoas, com o seu pensamento e sendo as pessoas base de qualquer organização, a Metanóia atravessa todas as metodologias/conceitos/ferramentas no âmbito de Mudança e Aprendizagem Organizacional. A Metamónia Organizacional é então, a forma como uma organização muda, aprende e forma as pessoas que a interagem." SMAO - Apresentação Metanóia Organizacional - Jorge Vicente   http://col.tagus.ist.utl.pt/tabid/236/Default.aspx 

 

Blackboard Academic Suite™

Para quem gosta de ensino à distância ou para quem quer só conhecer http://elearning.ua.pt/ é a morada da  plataforma de e-Learning da Universidade de Aveiro, vale a pena entrar.

Balanço Social

http://www.sgmf.pt/NR/rdonlyres/6CD678FA-7599-4DFB-A884-D0859026A0FD/2492/BS_2004vfpdf.pdf é uma morada que nos transporta a um Balanço Social. Pertence à Secretaria Geral - do Ministério das Finanças. Pode ser analisado de inúmeras maneiras,  os números falam por si... a "Radiografia interna" deixa espelhar informações relevantes na área de recursos humanos.

O que é... Downsizing

Um termo muito rebuscado para a nada elegante prática da decapitação . Aqui está um artigo muito engraçado dobre o tema em epígrafe. Redigido por Max Gehringer relatando uma experiência com o actor Jô Soares num programa de televisão. http://vocesa.abril.uol.com.br/edi19/mister-max.shl 


 

DOWNSIZING E DESPEDIMENTOS: AS DUAS FACES DE JANUS

Este artigo debruçou-se sobre as saídas involuntárias dos membros organizacionais geradas pelos processos de downsizing e despedimento. Sendo uma presença marcante da vida empresarial desde há cerca de duas décadas, estes processos têm produzido efeitos sobre o desempenho organizacional que, frequentemente, são inferiores aos almejados – quando não contraproducentes. O texto teve como fito aclarar a compreensão dos conceitos, alertar para os riscos de processos mal conduzidos e sugerir vias de actuação mais compagináveis com a competitividade das empresas e a dignidade/justiça dos membros organizacionais. ARMÉNIO REGO, MIGUEL PINA E CUNHA http://www2.egi.ua.pt/wp_gestao/Wp3Gestao.pdf 

O executivo e o coaching em Marketing pessoal

De repente surge uma nova palavra no seu dicionário que você nem sabia que estava lá: coaching. E ainda por cima querem saber se você tem um coach, se é um coachee e como está seu coaching. Vida dura essa de executivo. Enquanto você trabalha, outros criam palavras para infernizar.

Mas, felizmente, dessa vez criaram algo para ajudá-lo. Desde que você não caia nas mãos desses que se auto-declaram coaches sem nunca terem se preparado para isso.Vamos resumir o significado de cada uma dessas novas palavras do "seu" dicionário:(...) Sílvio Celestino http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/artigodz2.htm

O que é o 'coaching'?

 (...)

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade. (...) Miguel Pina e Cunha - Director de MBA da Universidade Nova de Lisboa http://dn.sapo.pt/2006/03/24/economia/o_e_o_coaching.html 

Primeiro membro do grupo a defender o seu doutoramento

João Paulo Menezes foi o primeiro elemento deste grupo a terminar a sua tese de doutoramento. Com muita tristeza, e por motivos pessoais, não pude estar presente nem na defesa nem na sua apresentação pública  da entrega do seu novo traje que, a partir de agora, merecidamente usará. Muitos sucessos para esta nova fase, com a certeza que continuará a ser um ser humano atento e generoso como até aqui. Beijos do coração e muitas felicidades.

Por que fazer o Balanço Social da sua empresa

Ao contrário do que muita gente imagina, o Balanço Social não é um mero relatório das atividades sociais apoiadas por uma empresa. Estas atividades, sem dúvida, fazem parte do Balanço Social, mas ele é muito mais do que isso, já que as ações com a comunidade serão apenas um dos grupos a serem analisados através deste instrumento de gestão.

O Balanço Social Corporativo está intimamente associado ao Planejamento Estratégico da empresa, já que seu principal objetivo é fazer uma avaliação estratégica daquele negócio. O planejamento estratégico das empresas está passando por mudanças significativas. Há alguns anos, um grupo de executivos se reunia por vários dias e definia, entre 4 paredes, os rumos que a empresa deveria seguir nos próximos anos. (...)    A elaboração do Balanço Social, portanto, não deve ser vista como um instrumento de marketing, mas sim como um instrumento de gestã um relatório capaz de mostrar aos dirigentes da empresa onde estão suas principais fragilidades e, portanto, para onde devem ser direcionados os seus investimentos nos próximos anos.         

  Andrea Goldschmidt http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=373 

Balanço Social

Até meados dos anos 30, a idéia de responsabilidade social e acesso à informação de cunho empresarial era virtualmente desconhecida por grandes corporações. A percepção comum era que a performance da empresa deveria ser de acesso restrito para se proteger os dividendos dos sócios.

Grandes fortunas do capitalismo moderno, como J.P. Morgan, John Rockefeller ou Cornelius Vanderbilt, eram sigilosos quanto a suas empresas e comportamento, os quais só eram divulgados na existência de instrumentos compulsórios de prestação de contas. Tal situação permaneceria virtualmente inalterada até a segunda metade da década de 60, quando preocupações ambientais começam a ser levantadas internacionalmente.

Com crescente demanda por “accountability” empresarial vinda de países europeus, países como a França, através da criação do “bilan social” em 1972, e Reino Unido, com o pacote instrumental do “Corporate Report” em 1975, seriam pioneiros na “contabilidade social” de empresas. Tal prática, aos poucos, seria adotada mundialmente em paralelo ao crescimento do poder de aferição e cobrança típicos da imprensa investigava moderna. (...)http://www.responsabilidadesocial.com/institucional/institucional_view.php?id=4

Balanço Social

A base de sustentação da empresa do futuro será alcançada através do equilíbrio entre as questões econômicas e sociais.Segundo Phillip de Voot: "somente sobreviverão às empresas que possuírem uma estratégia social" Competitividade, produtividade, integração regional ou global, exigem dosempreendimentos contemporâneos uma ousadia maior no desenho de seu papel na economia e na sociedade.(...) http://www.fides.org.br/artigo10.pdf José Luiz Ricca

HÁ SEMPRE UM LIVRO...à nossa espera!

Blog sobre todos os livros que eu conseguir ler! Aqui, podem procurar um livro, ler a minha opinião ou, se quiserem, deixar apenas a vossa opinião sobre algum destes livros que já tenham lido. Podem, simplesmente, sugerir um livro para que eu o leia! Fico à espera das V. sugestões e comentários! Agradeço a V. estimada visita. Boas leituras! Cláudia Sousa Dias http://hasempreumlivro.blogspot.com/ 

Imágenes actuales de un futuro más que probable

Podemos decidir bastante del futuro. El nuestro más que el de cada una/o. En cuanto una tecnología se asienta, las cosas ya no son como antes.
La imprenta, el teléfono, la televisión (imágenes)... han marcado parte de los cambios. (...)  O busca tu otras ilustraciones, pruebas, de lo que hablamos. Etiquetas: competencias, cultura, etnografía, experiencial, interacción, internet  dan3 http://comunisfera.blogspot.com/2006/12/imgenes-actuales-de-un-futuro-ms-que.html 

Desenvolvendo competências gerenciais

O desempenho das organizações está, mais do que nunca, em pauta. A capacidade de posicionar-se corretamente perante os desafios de um ambiente em contínua transformação exige revisões constantes de metas e estratégias em todas as áreas das organizações. Como forma de atuar diante destes novos cenários, muito se tem dito acerca do papel que as pessoas desempenham nas organizações, reconhecendo-se que são elas que fazem a diferença nos momentos cruciais de mudança.(...)Liliane G. da Costa Reis  http://www.rits.org.br/gestao_teste/ge_testes/ge_mat01_rhtxt2.cfm