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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

Gerir Pelo Computador

A Tecnologia ao Serviço da Organização e das Pessoas A tecnologia é uma ferramenta, não é um objectivo. Deve estar ao serviço de todos, da organização e da pessoas. Esta afirmação é válida para todas as aplicações tecnológicas, e para a que suporta a função de Recursos Humanos por maioria de razão. E de emoção. http://www.4sir.com/imprensa_artigo_Pessoal.htm José Manuel Moreira

A Definição de Objectivos Individuais Alinhados pelos Organizacionais – O contributo do Método Learn

O alinhamento entre os objectivos individuais e os organizacionais são um requisito imprescindível para o sucesso da implementação da estratégia das organizações. Nestas condições, assume especial importância definir os objectivos das organizações antes de proceder à definição dos objectivos individuais.

Actualmente as abordagens assentes na óptica dos processos são as que garantem melhor sucesso na clarificação, comunicação e implementação da estratégia das organizações. Estas abordagens têm vindo a ser designadas pela sigla inglesa BPM (Business Process Management). (...) http://www.rhmagazine.com/art_learn.html Jorge S. Coelho Sócio Gerente da SisConsult – Prof. Auxiliar convidado nas Universidades do Minho e Portucalense 
 

10 fases para Implementação de Mudança Organizacional

COMO FAZER MUDANÇAS: http://www.dinsmore.com.br/ngm/artigosvanda.htm (...) Para que a mudança aconteça, são necessários alguns requisitos e condições. Dentro de um contexto organizacional, a mudança acontecerá na medida em que 3 fatores aconteçam.

CAUSA
SOLUÇÃO
IMPLEMENTAÇÃO
Existe real Necessidade
da Mudança
Há uma
Alternativa
Coerente
Condução
do Projeto de
Mudança
(...)ARTIGO - Vanda Souza

MUDANÇA ORGANIZACIONAL NO PRÓXIMO MILÉNIO

PAULO JORGE NAZARÉ CORREIA http://www.ipv.pt/millenium/arq13_2.htm (...) Neste contexto, a Gestão de Recursos Humanos assume-se como uma preocupação estratégica prioritária. O avanço tecnológico e o desenvolvimento do conhecimento humano, por si só, não produzirão efeitos se a qualidade da administração efectuada sobre os grupos organizados de pessoas não permitir uma aplicação efectiva desses recursos.

O Delayering

(...) Delayering significa eliminar um ou mais níveis hierárquicos da empresa enquanto uma parte do todo que constitui a organização.

Quais as Implicações potenciais do Delayering para a organização?

Verifica-se que mesmo no interior das organizações modernas em que a estrutura organizacional é fluida e o enfoque estrutural reside no projecto de organização ou organização “matriz” e existe uma estrutura hierárquica organizacional. O número de níveis ou graus de gestão de linha e de staff sofrerão alterações ou diversificações de acordo com a evolução histórica do negócio e com o tipo de negócio em si. (...) Ordem dos Revisores Oficiais de Contas - Revista Nº30 Julho/Setembro de 2005 Sidalina Gonçalves http://www.oroc.pt/revista/detalhe_artigo.php?id=13

O RH Como Responsabilidade de Linha e Função de Staff

O R.H. é uma responsabilidade de linha e uma função de staff. Isso significa que quem administra o pessoal é cada gestor dentro de sua área de actuação. É ele quem decide sobre novas admissões, sobre promoções e transferências, sobre avaliação do desempenho, sobre mérito, treinamento, desligamento etc. http://gigermachine.br.tripod.com/manuais/manualsyngentaamostra.pdf

O comportamento do líder nas crises

Nos processos de decisão em momentos críticos - sob pressão - pouco se pensa sobre os fatores indiretos envolvidos na situação. Toda energia é colocada na questão em pauta e na busca de alterntivas que resolvam o problema em si. Ou seja, não se pensa nas consequências da decisão sobre a cultura da empresa. Nesse contexto, a cultura é que estará moldando a decisão da forma mais autêntica e verdadeira. Mas qual cultura?(...) Alberto Ruggiero http://www.rh.com.br/blog_ruggiero.php?org=6 

«Empresas devem sentir a mudança»

As empresas que optam sistematicamente por reprimir a expressão das emoções negativas durante o processo de mudança e no ambiente de trabalho, por acharem que são prejudiciais para a organização, estão a tapar o sol com a peneira.Só aquelas que deixarem exteriorizar todas as emoções é que conseguirão levar a cabo uma mudança de fundo.Para tal, o segredo está em saber aplicar correctamente a inteligência emocional, para canalizar a mudança no sentido certo. Quy Huy, professor do INSEAD, explica como o fazer http://www.janelanaweb.com/reinv/quyhuy.html

Flexigurança

http://www.futureofeurope.parlament.gv.at/meetdocs/2004_2009/documents/pr/599/599325/599325pt.pdf

http://www.igfse.pt/upload/docs/gabdoc/2006/11-Nov/IP-06-1506_PT.pdf

http://trabalhoopt.blogspot.com/2006/01/ministros-do-emprego-discutem.html Observatório da Precarização do Trabalho

http://www.euronews.fr/create_html.php?page=detail_europa&article=332079&lng=6&PHPSESSID=cf55f6bcfd0b1c864118a46ab62ba561

http://ue.eu.int/ueDocs/newsWord/pt/ec/89015.doc

http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=IP/06/1506&format=HTML&aged=0&language=PT&guiLanguage=en

http://economia-pt.blogspot.com/

http://blog.liberal-social.org/

 

http://www.europarl.europa.eu/news/expert/briefing_page/9654-241-08-35-20060706BRI09653-29-08-2006-2006/default_p001c004_pt.htm

O Futuro da Europa Social – repensar o trabalho e a protecção social na nova economia

Teresa Lucas Evaristo,Socióloga, Investigadora do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE). na Revista Sociedade e Trabalho nº. 8/9 escreve um excelente artigo sobre o tema em epígrafe. As Palavras-Chave: Regimes de Protecção Social Q Estado-Providência Q Modelo Social Europeu Q Ajustamento Q Flexigurança Q Re-experimentação Q Recalibragem Q Policy Mix Q Trilema do sector dos serviços. http://www.dgeep.mtss.gov.pt/edicoes/revistasociedade/8_destaque1.php

Portal-Sites

Tantas vezes andamos perdidos na Internet, sem saber qual o site do banco A e da rádio B, ou da Seguradora C. Agora está (quase) tudo aqui: http://www.portal-sites.net/

AS DUAS FACES DA MUDANÇA ORGANIZACIONAL:

RESUMO

 Este artigo argumenta que a análise da mudança organizacional não deve incidir apenas sobre a mudança planeada (i.e., conduzida segundo um processo preestabelecido) mas também sobre a mudança emergente (i.e., que se desenha de forma não prevista, em resposta a problemas e especificidades locais). É a recorrente desatenção à segunda componente que explica, por exemplo, a resistência em reconhecer às mudanças improvisadas um papel central na renovação organizacional. Este trabalho contrasta as vantagens e limitações das duas formas de mudança, e argumenta a necessidade de considerar o papel de ambas na gestão da mudança organizacional.  http://portal.fe.unl.pt/FEUNL/bibliotecas/BAN/WPFEUNL/WP2002/wp407.pdf  MIGUEL PINA E CUNHA e ARMÉNIO REGO

Como os Nossos Empregos Vão Mudar

Fixe este nome: flexigurança. Será a próxima guerra entre Governos e sindicatos. E representa o fim do trabalho, como o conhecemos.

http://visaoonline.clix.pt/default.asp?SqlPage=Publication Poul Rasmussen o pai da "flexigurança"é o actual dirigente máximo do Partido Socialista Europeu defende que o caminho para a esquerda europeia que governa é uma «combinação de flexibilidade» no trabalho com uma «nova segurança social». Chama-lhe «o novo new-deal».

O Livro Verde sobre Leis do Trabalho foi aprovado pelo Parlamento Europeu, este documento,consagra pela primeira vez na União Europeia, o conceito de flexigurança: «Enquanto a flexibilidade é um factor certo, é necessário assegurar um certo nível de segurança dos trabalhadores que lhes permita a adaptação às mudanças» defende a UE.

António Dornelas, sociólogo do ISCTE comenta «É o melhor  modelo de mobilidade que conheço»; «as transições entre formas de emprego e desemprego são mais suaves»; «você vai mudar, ainda assim, menos vezes de profissão do que de emprego. Mas vai ter de mudar algumas vezes durante a vida. Vai ser trabalhador por conta de outrem, a tempo inteiro; vai tirar anos sabáticos; vai ter part-times; vai acumular actividades»

Delegação, uma via para o empowerment

É sempre com enorme prazer que leio  qualquer artigo da autoria do Professor Doutor Arménio Rego, gostaria de poder partilhar esta informação publicada na revista Recursos Humanos Magazine Nº3 Julho/Agosto 1999 com todos os amigos e leitores deste blog.

Se eu queria melhorar os resultados, eu tinha de aumentar o seu (dos colaboradores) envolvimento nos assuntos da empresa. Esta foi uma ideia luminosa de que eu, imediatamente, abusei. Agindo instintivamente, ordenei uma mudança. "A partir de agora" - anunciei eu à minha equipa de gestão - "vós sois os responsáveis por tomardes as vossas próprias decisões". Eu passava de um controlo autoritário para uma abdicação autoritária. Ninguém me tinha solicitado maior responsabilidade; eu forçava-os a metê-la pela garganta abaixo. Eles eram excelentes soldados, e faziam o seu melhor, mas eu tinha-os treinado a esperarem que eu resolvesse os seus problemas. Eu tinha alimentado a sua incapacidade esperando que eles fossem incapazes; agora, eles confrontavam as minhas expectativas com uma incapacidade para tomar decisões, a menos que soubessem que decisões eu queria que eles tomassem. Stayer (1990) http://expressoemprego.clix.pt/scripts/indexpage.asp?headingID=3215 

Conspiração Matrix

Sindicatos: ter ou não ter? Eis a questão! http://conspiracaomatrix.blogspot.com/2005/06/sindicatos-ter-ou-no-ter-eis-questo.html,Leandro Salvador no seu blog deixa-nos «Um ponto de vista diferente sobre as idéias que forjam a sociedade...» vale a pena explorar todo o blog.

Reengenharia, Reeducação e Qualidade Total

Este é um artigo bastante interessante sobre o tema em epígrafe. Escrito por Manfred Fehr (Professor, Univ. Federal de Uberlândia), que no corpo do seu trabalho nos fala sobre a reengenharia http://www.hottopos.com.br/regeq8/fehr.htm

(...)

Reengenharia

É o termo usado para inovar o ambiente produtivo da empresa. Para encarar novos desafios postos pela sociedade e pelo mercado, uma empresa precisa repensar seus procedimentos operacionais. A meta é a de tornar as pessoas e as máquinas mais eficientes. Assim será possível reduzir custos sem prejudicar produtos e serviços. A ciência da Reengenharia apresenta-se em três dimensões, conforme o nível hierárquico visado: a Reengenharia de cargos ou tarefas, a Reengenharia de processos e a Reengenharia organizacional da empresa. O prefixo RE neste contexto significa começar de novo. Quando o assunto é Reengenharia organizacional, trata-se de reinventar a empresa, transformar o negócio, definir novos objetivos, traçar novas estratégias para conseguir uma vantagem competitiva sustentável. Procura-se uma maneira de ser diferente dos rivais. As metas fixadas genericamente pela Reengenharia são: redirecionar a operação, reduzir os custos, melhorar a qualidade, aumentar a receita, incrementar a orientação do cliente e ajudar na fusão de empresas. (...)

Equilíbrio dos modelos mentais

Só quando equilibramos nossos modelos mentais, abrandando nossas crenças e nos livrando de certos preconceitos, hábitos e valores distorcidos, poderemos atentar para harmonia.

A harmonia por sua vez funciona com uma força magnética e com feedback positivo. Quanto mais harmonia, mais rápido será o desenvolvimento humano em todas as suas facetas, trazendo mais harmonia. (...) http://ensaio1.blogspot.com/

Transferência de Conhecimento Tácito

Transferência de Conhecimento Tácito

(...) Mas que conhecimento é este? Será que pode ser aprendido em sala de aula? Será o que está contido nos manuais do produto ou serviço? Ocorre que este conhecimento só se obtêm através da experiência e nunca através da formas de treinamento do paradigma da educação tradicional. (...) http://tacito.zip.net/

ADMINISTRACION DE RECURSOS HUMANOS

ADMINISTRACION DE RECURSOS HUMANOS

Biblioteca Para Direcction de Empresas

Portugal Protocolo

 O meu ilustre colega Jorge Remondes, no seu blog de trabalho http://trabalhodeinvestigacao.blogspot.com/, apresenta um artigo fantástico sobre Portugal Protocolo (Sábado, Outubro 21, 2006),  http://www.portugalprotocolo.com/COMUNICACAO.php, pelo interesse do tema, fica o registo.