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A Comunicação Organizacional e os Recursos Humanos

gestão de recursos humanos

A chave da personalidade

A chave da personalidade Os lideres empresariais estão a colocar técnicas milenares de autoconhecimento e giagnóstico da personalidade ao serviço da gestão de recursos humanos. Depois dos Estados Unidos, Brasil e Austrália. o Energrama chega agora a Portugal e promete revolucionar o modo como se recruta o colaborador ideal. http://expressoemprego.clix.pt/scripts/Actueel/display-article.asp?ID=1734

Classificando as competências

"É importante que a identificação das competências seja feita no nível estratégico da empresa, para depois ser desdobrada em competências especificas em cada nível organizacional". http://www.w3net.com.br/artigos/competencias/art_classificando.doc
Martius V. Rodriguez y Rodríguez

O GCA - R&S - Recrutamento e Selecção por Competências

http://www.ancorarh.com.br/index1.html    O CGA_R&S tem o processo baseado no perfil de Competências e o apontamento de competências do candidato levantada através da Entrevista Comportamental.

Afinalidade do método é apresentar o gráfico das competências da função e o "gap" dos candidatos, como ilustrado na figura a seguir. 

Sistemas de recompensa: Uma análise

 Graciete Honrado, Miguel Pina e Cunha e francisco J. Cesário apresentam um excelente artigo soobre o tema em epígrafe http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v19n2/v19n2a06.pdf 

 

Como Introduzir o Employeeship na Empresa

(...) O sucesso de uma organização deriva do colectivo "vestir a camisola", de haver uma cultura de employeeship, um conceito desenvolvido por Claus Møller. (...) É aqui que surge o conceito de employeeship que não é mais do que ajudar um empregado a desenvolver-se por sua própria iniciativa. O desenvolvimento pessoal é um pré-requisito para o desenvolvimento da empresa como um todo. (...) Autor: PME Negócios http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_39751-3_41101--View_429,00.html

Remuneração Variável

A PROMERITO (Consultoria e Treinamento) vai-nos habituando a excelentes projectos de trabalho que podemos ter como referência no âmbito das nossas actividades. Como desenvolver um sistema de Remuneração Variável ou de Incentivos na medida certa para sua empresa é um deles, vale a pena passar uma vista de olhos em http://www.promerito.com.br/consultoria/remvar.html 

GESTOR DE RECURSOS HUMANOS

 Para quem gosta de saber algo mais sobre Profissões - Guia de Caracterização profissional   http://www.dgct.msst.gov.pt/profissoes2005/gestorrecursos.htm 

Metodologia para DAF em Organizações Desportivas

Fases da Descrição e Análise de Funções. Identificação/determinação das funções a serem descritos. Identificação da posição da função ...  http://193.137.95.65/Conteudos/Recursos%20Humanos%20do%20Desporto%20I/Descri%C3%A7%C3%A3o%20&%20An%C3%A1lise%20de%20fun%C3%A7%C3%B5es%20I.pdf 

«As pessoas não são recursos»

Peter Senge, o criador da Quinta Disciplina e conhecido guru da aprendizagem organizacional, foi um dos oradores na conferência do Hay Group, na qual se insurgiu contra o actual sistema económico. Numa entrevista exclusiva, dá uma pedrada no charco e afirma-se como um "anti-recursos humanos", classifica a actual estratégia seguida pela maioria das empresas de "cancerígena" e defende que os empresários devem incluir na sua cadeia de valor os investimentos no ambiente e na sociedade. Ruben Eiras com Peter Senge http://janelanaweb.com/reinv/senge_rh.html                                                                                                          

Ritmo das mudanças

Com a presença da Globalização as empresas viram-se obrigadas a acompanhar uma série de mudanças numa velocidade cada vez mais rápida. E isso não inclui apenas aquisição de equipamentos de última geração, mas sim uma série de adaptações que os profissionais precisam sempre estar bem atentos.  (...)29 Janeiro 2007 Patrícia Bispo http://www.rh.com.br/blog_redacao.php?org=9   

Learning Organizations - A 6ª disciplina e a Metanoia

(...) A palavra que Senge utiliza para descrever este desvio/ mudança da mente ou do pensamento é metanoia (meta - above or beyond, noia - mind).

Compreender o significado de metanoia é compreender o verdadeiro significado de aprender. Ao longo dos tempos, tem-se adulterado o sentido de aprender: para muitos aprender é sinónimo de receber informação (por exemplo, quem lê um livro rapidamente tende a assumir que já "aprendeu" tudo o que consta desse livro).

Mas, na verdade, aprender é muito mais que acolher passivamente informação; aprender implica compreender o mundo e a nossa relação com ele, tornarmo-nos capazes de fazer algo que não éramos capazes de fazer, ampliar a nossa capacidade de criar e consequentemente recriarmo-nos.

Transpondo este conceito para o domínio das organizações(...) http://eden.dei.uc.pt/gestao/LOs/empresas/lo_empresas7.html 

Metanóia Organizacional

"A Metanóia organizacional é a vertente que mexe com as pessoas, com o seu pensamento e sendo as pessoas base de qualquer organização, a Metanóia atravessa todas as metodologias/conceitos/ferramentas no âmbito de Mudança e Aprendizagem Organizacional. A Metamónia Organizacional é então, a forma como uma organização muda, aprende e forma as pessoas que a interagem." SMAO - Apresentação Metanóia Organizacional - Jorge Vicente   http://col.tagus.ist.utl.pt/tabid/236/Default.aspx 

 

Balanço Social

http://www.sgmf.pt/NR/rdonlyres/6CD678FA-7599-4DFB-A884-D0859026A0FD/2492/BS_2004vfpdf.pdf é uma morada que nos transporta a um Balanço Social. Pertence à Secretaria Geral - do Ministério das Finanças. Pode ser analisado de inúmeras maneiras,  os números falam por si... a "Radiografia interna" deixa espelhar informações relevantes na área de recursos humanos.

O que é... Downsizing

Um termo muito rebuscado para a nada elegante prática da decapitação . Aqui está um artigo muito engraçado dobre o tema em epígrafe. Redigido por Max Gehringer relatando uma experiência com o actor Jô Soares num programa de televisão. http://vocesa.abril.uol.com.br/edi19/mister-max.shl 


 

DOWNSIZING E DESPEDIMENTOS: AS DUAS FACES DE JANUS

Este artigo debruçou-se sobre as saídas involuntárias dos membros organizacionais geradas pelos processos de downsizing e despedimento. Sendo uma presença marcante da vida empresarial desde há cerca de duas décadas, estes processos têm produzido efeitos sobre o desempenho organizacional que, frequentemente, são inferiores aos almejados – quando não contraproducentes. O texto teve como fito aclarar a compreensão dos conceitos, alertar para os riscos de processos mal conduzidos e sugerir vias de actuação mais compagináveis com a competitividade das empresas e a dignidade/justiça dos membros organizacionais. ARMÉNIO REGO, MIGUEL PINA E CUNHA http://www2.egi.ua.pt/wp_gestao/Wp3Gestao.pdf 

O executivo e o coaching em Marketing pessoal

De repente surge uma nova palavra no seu dicionário que você nem sabia que estava lá: coaching. E ainda por cima querem saber se você tem um coach, se é um coachee e como está seu coaching. Vida dura essa de executivo. Enquanto você trabalha, outros criam palavras para infernizar.

Mas, felizmente, dessa vez criaram algo para ajudá-lo. Desde que você não caia nas mãos desses que se auto-declaram coaches sem nunca terem se preparado para isso.Vamos resumir o significado de cada uma dessas novas palavras do "seu" dicionário:(...) Sílvio Celestino http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/artigodz2.htm

O que é o 'coaching'?

 (...)

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade. (...) Miguel Pina e Cunha - Director de MBA da Universidade Nova de Lisboa http://dn.sapo.pt/2006/03/24/economia/o_e_o_coaching.html 

Por que fazer o Balanço Social da sua empresa

Ao contrário do que muita gente imagina, o Balanço Social não é um mero relatório das atividades sociais apoiadas por uma empresa. Estas atividades, sem dúvida, fazem parte do Balanço Social, mas ele é muito mais do que isso, já que as ações com a comunidade serão apenas um dos grupos a serem analisados através deste instrumento de gestão.

O Balanço Social Corporativo está intimamente associado ao Planejamento Estratégico da empresa, já que seu principal objetivo é fazer uma avaliação estratégica daquele negócio. O planejamento estratégico das empresas está passando por mudanças significativas. Há alguns anos, um grupo de executivos se reunia por vários dias e definia, entre 4 paredes, os rumos que a empresa deveria seguir nos próximos anos. (...)    A elaboração do Balanço Social, portanto, não deve ser vista como um instrumento de marketing, mas sim como um instrumento de gestã um relatório capaz de mostrar aos dirigentes da empresa onde estão suas principais fragilidades e, portanto, para onde devem ser direcionados os seus investimentos nos próximos anos.         

  Andrea Goldschmidt http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=373 

Balanço Social

Até meados dos anos 30, a idéia de responsabilidade social e acesso à informação de cunho empresarial era virtualmente desconhecida por grandes corporações. A percepção comum era que a performance da empresa deveria ser de acesso restrito para se proteger os dividendos dos sócios.

Grandes fortunas do capitalismo moderno, como J.P. Morgan, John Rockefeller ou Cornelius Vanderbilt, eram sigilosos quanto a suas empresas e comportamento, os quais só eram divulgados na existência de instrumentos compulsórios de prestação de contas. Tal situação permaneceria virtualmente inalterada até a segunda metade da década de 60, quando preocupações ambientais começam a ser levantadas internacionalmente.

Com crescente demanda por “accountability” empresarial vinda de países europeus, países como a França, através da criação do “bilan social” em 1972, e Reino Unido, com o pacote instrumental do “Corporate Report” em 1975, seriam pioneiros na “contabilidade social” de empresas. Tal prática, aos poucos, seria adotada mundialmente em paralelo ao crescimento do poder de aferição e cobrança típicos da imprensa investigava moderna. (...)http://www.responsabilidadesocial.com/institucional/institucional_view.php?id=4

Balanço Social

A base de sustentação da empresa do futuro será alcançada através do equilíbrio entre as questões econômicas e sociais.Segundo Phillip de Voot: "somente sobreviverão às empresas que possuírem uma estratégia social" Competitividade, produtividade, integração regional ou global, exigem dosempreendimentos contemporâneos uma ousadia maior no desenho de seu papel na economia e na sociedade.(...) http://www.fides.org.br/artigo10.pdf José Luiz Ricca