FORMAÇÃO
Qualquer questão sobre o evento poderá ser endereçada para o mail da Associação: amegrhum@googlegroups.com
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(...) As equipes não nascem maduras e produtivas. De certa forma, talvez nunca o sejam. Uma equipe que funcione é sempre uma busca, uma aproximação. O ideal é que a cooperação oriente as ações de seus integrantes, sendo possível que interpretações divergentes possam conviver e formular novas idéias e maneiras criativas de atuar. (...) ttp://www.rits.org.br/gestao_teste/ge_testes/ge_tmes_mar2000.cfm
Fátima Jorge & Paulo Silva – Univ. de Évora (Portugal) são os autores do excelente capítulo 4. Políticas de Recursos Humanos http://www.ensino.uevora.pt/fasht/modulo6_cgf/texto2.PDF pena não conhecermos o artigo na sua totalidade...
Violência moral ou psíquica no trabalho: atos, atitudes ou comportamentos de violência moral ou psíquica em situação de trabalho, repetidos ao longo do tempo de maneira sistemática ou habitual, que levam à degradação das condições de trabalho idôneo, comprometendo a saúde ou o profissionalismo ou ainda a dignidade do trabalho.
Em inglês, “to mob” significa “agredir”. Na prática, podemos traduzir isso com duas palavras: vergonhosa intimidação. Uma verdadeira praga social, comparável – pela gravidade e vastidão – ao fenômeno da usura. É um verdadeiro fenômeno de delinqüência massiva, com três componentes: a vítima (o “mobizado”), o carnífice(s) (Mobbers) e os cúmplices (os colegas, a representação sindical...) MAURO CORRADINI http://www.stopmobbing.it/O%20QU%20E%20O%20MOBBING.htm
"A educação é a premissa básica e insubstituível para o desenvolvimento do ser humano, não importa a fase que ele vivencie. Isso é facilmente percebido, basta apenas que os olhares sejam direcionados para a família – onde a criança aprende a dar os primeiros passos que a levarão para o mundo. Já as escolas e as instituições de ensino técnico ou superior conduzem o estudante para um aprendizado contínuo e se tornam a ponte para o futuro da vida profissional." (...) Patrícia Bispo http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4873&org=9
Sandra Helena da Silva inicia o seu artigo do dia 01 do corrente da seguinte forma "Vocês devem se perguntar: por que algumas pessoas conseguem obter sucesso em sua vida pessoal, profissional, em seus negócios e para você parece que as coisas não acontecem? Muitos de nós dizemos que é por questão de sorte. E pensamos será que a resposta é esta? " em http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4864&org=9 poderá acrescentar ao seu conhecimento uma nova opinião sobre o coaching.
António Caetano e Jorge Vala são os organizadores desta obra colectiva. De extrema utilidade para estudantes e profissionais das áreas do CO, em virtude de contribuir para a compreensão e explicação das dúvidas que se colocam ao novo paradigma da gestão de pessoas. Compilada com sabedoria, abarca harmoniosamente o saber académico com o saber de quem no seu quotidiano desenvolve processos e técnicas que consubstanciam as suas práticas.
Patrícia Bispo volta a surpeender com uma entrevista excepcional sobre o tema em epígrafe. Para quem se interessa sobre gestão de carreiras vale a pena entrar em http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4860&org=9 e ler a entrevista na integra. " Com as constantes mudanças impostas pelo mercado de trabalho, os profissionais se vêem diante de desafios que, muitas vezes, interferem diretamente no futuro da carreira. Por essa razão, buscam aprimorar de novas competências, sejam técnicas ou comportamentais, tornou-se um requisito indispensável para garantir a empregabilidade. Se por um lado há as possibilidades de desenvolvimento, registrem-se os treinamentos oferecidos pelas organizações, existem ainda os profissionais que procuram o autodesenvolvimento para ampliar seus conhecimentos. Hoje, observam-se duas vertentes para aqueles que buscam alcançar horizontes e o chamado sucesso profissional (...)"
"O homem tem uma característica inerente à sua natureza. Não importa a origem, o credo ou a posição social, pois ele sempre estará em busca de algo, de uma conquista, um sonho, uma realização. Alguns almejam desejos mais simples, outros buscam desafios maiores e isso se revela de várias formas, tanto no campo pessoal quanto profissional. E quando essas aspirações relacionam-se com a carreira, entra em cena um fator decisivo para o sucesso ou não do profissional: a motivação. Mas, como se motivar diante de tanta pressão e das adversidades que o mercado de trabalho oferece? " esta é a introdução da excelente entrevista de Patrícia Bispo a Dieter Kelder que, deve ser lida na íntegra em http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4853&org=9
Francisco Johnson Gonçalves Ferreira redige um excelente artigo sobre atendimento. Finaliza-o desta forma: " (...) A relação entre o atendimento interno e o externo é diretamente proporcional. Estes elementos estão intrinsecamente ligados. Um bom atendimento interno repercute na satisfação do empregado com a empresa, na qualidade do seu serviço e nas relações do convívio com os colegas de trabalho." Podemos ler o artigo na integra em http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4834&org=9 e deixar um comentário ao mesmo.
Abraham Maslow
http://www.sinmiedo.es/2007/07/03/la-piramide-de-maslow/
http://portaladministracao.blogspot.com/2007/06/maslow-biografia.html
http://portaldomarketing.blogspot.com/2007/06/as-nossas-necessidades-e-os-nossos.html
http://portaladministracao.blogspot.com/2007/06/teoria-de-maslow-hierarquia-das.html
http://portaldapsique.blogspot.com/2007/06/maslow-biografia.html
"O conceito de Balanced Scorecard foi desenvolvido para que fosse possível analisar a organização de outras formas, diferentes das atuais. Isso ocorreu em 1990, até então todas as métricas
(medidas de desempenho) eram baseados em aspectos contábeis e financeiros." http://www.portaldaadministracao.org/2007/07/balanced-scorecard-%e2%80%93-perspectiva-de-aprendizado-e-crescimento/
Através dos links poderão ler excelentes artigos sobre o tema em epígrafe.
http://www.portaldaadministracao.org/2007/03/balanced-scorecard/
http://www.portaldaadministracao.org/2007/05/bsc-balance-scorecard-o-ovo-de-colombo/
http://www.portaldaadministracao.org/2007/07/balanced-scorecard-%e2%80%93-perspectiva-de-aprendizado-e-crescimento/
"Nunca antes a pressão sobre muitas das áreas de gestão de recursos humanos foi tão intensa. Alterações dramáticas no contexto dos mercados, das indústrias e dos serviços forçam a função recursos humanos a transformar as suas práticas e exercícios, bem como o seu papel estratégico, no sentido do sucesso. O ambiente organizacional actual requer ideias brilhantes, acções rápidas e uma constante adaptação a condicionalismos de mudança permanentes. E o mercado recompensa, cada vez mais, aqueles que respondem activamente à inovação veiculada pelos modelos de negócios gerados pela Internet, pelos avanços tecnológicos, pela globalização." http://www.janelanaweb.com/reinv/rui_alves5.html
Devido às mudanças no estilo de Gestão de Pessoas, cujo foco está direcionado para os resultados e para o desempenho de seus colaboradores, muitas empresas passaram a investir mais no seu capital humano. Uma das preocupações dessas empresas está relacionada ao desenvolvimento dos seus funcionários e ao crescimento destes dentro da organização. Embora tenha mudado muito, ainda existem indivíduos que ficam anos em uma empresa, sem que a mesma lhe ofereça desafios, ou até mesmo um plano de desenvolvimento que beneficie seu aprendizado.(...) Ronaldo Cruz da Silva http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4800&org=9
Este é o resumo de um óptimo artigo sobre comportamento organizacional "O campo do comportamento organizacional foi concebido na década de sessenta por pesquisadores britânicos como disciplina emergente e quase independente, que se apoiaria em outras disciplinas já estabelecidas como Psicologia, Sociologia e Economia, devendo constituir uma área de teorização e pesquisa em que as atividades organizacionais seriam o objeto de estudo e não um contexto para onde conhecimentos seriam simplesmente transferidos e aplicados. O presente texto apresenta uma síntese da evolução do comportamento organizacional, tendo como ênfase o impacto que a estruturação do campo em níveis de análises, a sua riqueza teórica e a ausência de normalização podem ter sobre as medidas das variáveis. Questões referentes às medidas são também analisadas quanto à representação teórica dos conceitos através de itens, precisão das escalas, validade discriminante entre medidas de conceitos correlatos, bem como quanto à sintonia entre as medidas e a evolução da dinâmica organizacional face às constantes e aceleradas mudanças presentes nas organizações. " Mirlene Maria Matias Siqueira http://www.scielo.br/pdf/epsic/v7nspe/a03v7esp.pdf
Ruben Eiras trabalha um artigo excepcional sobre as 10 barreiras à difusão do conhecimento http://capitalintelectual.tv/capital-estrutural/as-10-barreiras-a-difusao-do-conhecimento-nas-organizacoes/2007/03 faz alusão a Peter Antnoy Glick http://www.linkedin.com/in/peteranthonyglick e ao seu excelente blog Leveraging Organizational Knowledge http://leveragingknowledge.blogspot.com/. Aqui fica o convite a percorrer estas moradas...