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perspectivas teóricas da comunicação organizacional
perspectivas teóricas da comunicação - As diferentes abordagens e perspectivas desenvolvidas mais recentemente têm procurado demonstrar a importância que a comunicação organizacional vem assumindo em face do novo cenário globalizado. O elo comum entre os autores é a preocupação em definir e caracterizar comunicação organizacional e seu campo de abrangência, evidenciando a necessidade de atribuir-lhe um lugar de destaque nas organizações.
Profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker"
Profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker"
paradigmas da comunicação: conhecer o quê?
Resumo:
A reflexão desenvolvida neste texto está centrada na questão da especificidade de nosso saber: temos clareza e tratamos de forma consensual o objeto da comunicação? Quais são os conceitos, as bases conceituais estruturadoras de nossa área? Qual é (ou quais são) o(s) paradigma(s) da comunicação?Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?
A reflexão desenvolvida neste texto está centrada na questão da especificidade de nosso saber: temos clareza e tratamos de forma consensual o objeto da comunicação? Quais são os conceitos, as bases conceituais estruturadoras de nossa área? Qual é (ou quais são) o(s) paradigma(s) da comunicação?Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?
comunicação
"Toda a organização funciona a partir dos processos de comunicação. A dinâmica organizacional somente é possível quando a organização assegura que todos os seus membros estejam devidamente conectados e integrados. As redes de comunicação constituem as amarrações que interligam todos os integrantes de uma organização. A comunicação é fundamental para o funcionamento coeso, integrado e consistente de qualquer organização. è exactamente por essa razão que uma das finalidades mais importante do desempenho organizacional é assegurar e facilitar o processo de comunicação e de tomada de decisão.Além do mais, a organização funciona como um sistema de cooperação pelo qual as pessoas interagem entre si por meio da comunicação para alcançar objectivos comuns. A comunicação torna-se indispensável para que isso ocorra da melhor maneira possível. Sem comunicação, as pessoas ficam isoladas e sem contacto entre si.(...)" manual do professor
Idalberto Chiavenato
Idalberto Chiavenato
«O papel dos meios digitais de comunicação nas empresas»
Existem diferentes abordagens teóricas para estudar o fenómeno da comunicação nas organizações, desde as abordagens mecanicistas, psicológicas, simbólicas e interpretativas até às abordagens interaccionistas e sistémicas. Todas estas perspectivas, para além de outras, constituem hipóteses de leitura do fenómeno humano da comunicação nas organizações.
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
«O papel dos meios digitais de comunicação nas empresas»
Existem diferentes abordagens teóricas para estudar o fenómeno da comunicação nas organizações, desde as abordagens mecanicistas, psicológicas, simbólicas e interpretativas até às abordagens interaccionistas e sistémicas. Todas estas perspectivas, para além de outras, constituem hipóteses de leitura do fenómeno humano da comunicação nas organizações.
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
O nosso estudo centrar-se-á em torno da interacção social e dos comportamentos comunicativos no seio das organizações. Estas são predominantemente estruturas de interacções significantes.
Nas organizações, particularmente quando atingem uma certa dimensão, nem todas as interacções e redes de comunicação são funcionais em relação aos objectivos e estratégias da organização. Há comportamentos, comunicações e mensagens que se inscrevem na dinâmica dos objectivos da organização e outras que são disfuncionais e perturbadoras. É aqui que surgem os mecanismos de poder e de controlo como estruturas de canalização e de orientação da comunicação tendo em vista a eficácia. É a comunicação ao serviço das regras que presidem a economia dos fins e da instauração da razão instrumental.
Por outro lado, a comunicação não serve apenas a razão instrumental. Ela inscreve-se num contexto simbólico e significante mais alargado que tem a ver, entre outras coisas, com a formação das identidades socioprofissionais e com os valores dos diferentes grupos que integram a organização. É a razão social e cultural da comunicação organizacional.
lista de comunicantes
motivação humana e as organizações
O presente artigo discute o uso das teorias da motivação pelos teóricos da administração e pretende demonstrar que o reducionismo a que estes sujeitam o homem e a motivação tem como base o fundamento epistemológico mesmo da ciência tradicional e a adoção da concepção da natureza humana como sendo socialmente determinada. O artigo está estruturado da seguinte maneira: breve evolução do pensamento ocidental; exposição das condições em que nasceu a Teoria da Administração e como esta tem tratado os aspectos humanos das organizações; revisão das principais teorias da motivação; apresentação da abordagem Fenomenológico-Existencial e suas concepções sobre autenticidade e motivação; e conclusão, onde sistematizamos nossos argumentos de como, ao longo da história da civilização ocidental, o homem tem sido esquecido em favor da ciência, da técnica, da sociedade e das organizações formais. http://www.existencialismo.org.br/jornalexistencial/biancamotivacao.htmMotivação Humana e as Organizações: Uma Abordagem Fenomenológico-Existencial
Bianca Alves
Bianca Alves
Motivação no trabalho: teorias contemporâneas
Resumo:Motivação: palavra de ordem para qualquer pessoa que exerça uma atividade, sozinha ou em equipe. E é exatamente isso que a autora teoriza nesta obra que traz um estudo sobre a motivação no trabalho. Obra de interesse para às áreas de Psicologia, Recursos Humanos, Administração de Empresas e qualquer empresa que queira uma qualidade maior e satisfação entre seus funcionários.http://www.bvs-psi.org.br/psilivros/us_resenha.asp?id_livro=1563Motivação no trabalho: teorias contemporâneas
Ivone Tambelli Schmidt
motivação
motivação
Conceitos
Motivação tem origem na palavra motivo, com o sentido de causa que está, psicologicamente ligada as ações do homem e dos animais em geral.
As ações humanas sempre estão relacionadas aos motivos e as forças que levam à ação são denominadas impulso ou instinto.
Existem duas espécies básicas de forças responsáveis pelas ações: as fisiológicas e as emotivas. A primeira está relacionada com sentimentos como a fome, o sono, a doença, a fadiga, etc, enquanto que as emotivas estão ligadas ao desejo de agradar e ser aceito pelas pessoas que convivemos.
Teorias
São inúmeras as teorias que tentam explicar a motivação. Entre elas, destacam-se:
A teoria do Condicionamento que tenta explicar quaisquer motivos destacando um reforço externo que vai satisfazer uma necessidade fisiológica;
A Teoria cognitiva que valoriza a motivação intrínseca incluindo fatores como objetivos, intenções e expectativas;
A Teoria Humanista que estabelece uma hierarquia de necessidades e motivos, entre eles, motivos fisiológicos, de segurança, necessidade de participação e conhecimento além de necessidades estéticas e, por último, a...
Teoria Psicanalista que responsabiliza as experiências infantis como fonte principal dos comportamentos posteriores.
Na Teoria Humanista, também existe uma longa lista que enumera as causas que levam à ação, todavia, para simplificação, pode-se considerar a pequena lista apresentada pelo sociólogo William I. Thomas, pelo fato dela ser muito conhecida e abrangente. Segundo ele, um adulto normal apresenta quatro desejos fundamentais: desejo de segurança, de correspondência, de aprovação social e desejo de novas experiências.
O desejo de segurança é o motivo que nos leva a atender nossas necessidades físicas, cuidar da saúde, trabalhar e adquirir bens.
O desejo de correspondência leva o ser humano a busca de contatos sociais e sexuais. Todo adulto considerado normal, necessita da cumplicidade e de relacionamento com pessoas cujos comportamentos e sentimentos tenham afinidade com os seus.
Há também, a necessidade de se praticar atos e atitudes que sejam aprovados pelo grupo social de convivência, o que caracteriza o desejo de prestígio ou aprovação social.
Quanto ao desejo de novas experiências, é ele que leva o ser humano a procurar a quebra da rotina e o faz variar com novas experiências visando a fuga da monotonia.
Deve-se considerar uma hierarquia que classifica os motivos como primários, instintivos e que podem ser inferiores e superiores. Essa hierarquia refere-se à ordem de aparecimento dos motivos no desenvolvimento do indivíduo. Os motivos fisiológicos aparecem como prioridade obstruindo os outros desejos até que eles sejam satisfeitos, isto é, os desejos superiores aparecem em primeiro lugar. Um exemplo é a necessidade de estar descansado, sem sono e sem fome para depois procurar um relacionamento social na busca de convívio em grupo. (...)
Conceitos
Motivação tem origem na palavra motivo, com o sentido de causa que está, psicologicamente ligada as ações do homem e dos animais em geral.
As ações humanas sempre estão relacionadas aos motivos e as forças que levam à ação são denominadas impulso ou instinto.
Existem duas espécies básicas de forças responsáveis pelas ações: as fisiológicas e as emotivas. A primeira está relacionada com sentimentos como a fome, o sono, a doença, a fadiga, etc, enquanto que as emotivas estão ligadas ao desejo de agradar e ser aceito pelas pessoas que convivemos.
Teorias
São inúmeras as teorias que tentam explicar a motivação. Entre elas, destacam-se:
A teoria do Condicionamento que tenta explicar quaisquer motivos destacando um reforço externo que vai satisfazer uma necessidade fisiológica;
A Teoria cognitiva que valoriza a motivação intrínseca incluindo fatores como objetivos, intenções e expectativas;
A Teoria Humanista que estabelece uma hierarquia de necessidades e motivos, entre eles, motivos fisiológicos, de segurança, necessidade de participação e conhecimento além de necessidades estéticas e, por último, a...
Teoria Psicanalista que responsabiliza as experiências infantis como fonte principal dos comportamentos posteriores.
Na Teoria Humanista, também existe uma longa lista que enumera as causas que levam à ação, todavia, para simplificação, pode-se considerar a pequena lista apresentada pelo sociólogo William I. Thomas, pelo fato dela ser muito conhecida e abrangente. Segundo ele, um adulto normal apresenta quatro desejos fundamentais: desejo de segurança, de correspondência, de aprovação social e desejo de novas experiências.
O desejo de segurança é o motivo que nos leva a atender nossas necessidades físicas, cuidar da saúde, trabalhar e adquirir bens.
O desejo de correspondência leva o ser humano a busca de contatos sociais e sexuais. Todo adulto considerado normal, necessita da cumplicidade e de relacionamento com pessoas cujos comportamentos e sentimentos tenham afinidade com os seus.
Há também, a necessidade de se praticar atos e atitudes que sejam aprovados pelo grupo social de convivência, o que caracteriza o desejo de prestígio ou aprovação social.
Quanto ao desejo de novas experiências, é ele que leva o ser humano a procurar a quebra da rotina e o faz variar com novas experiências visando a fuga da monotonia.
Deve-se considerar uma hierarquia que classifica os motivos como primários, instintivos e que podem ser inferiores e superiores. Essa hierarquia refere-se à ordem de aparecimento dos motivos no desenvolvimento do indivíduo. Os motivos fisiológicos aparecem como prioridade obstruindo os outros desejos até que eles sejam satisfeitos, isto é, os desejos superiores aparecem em primeiro lugar. Um exemplo é a necessidade de estar descansado, sem sono e sem fome para depois procurar um relacionamento social na busca de convívio em grupo. (...)
motivação
Não é de hoje que as teorias da motivação tentam explicar as diversas razões para a eterna dicotomia na relação homem-trabalho. A visão de que o trabalho é algo ruim e necessário, é como um remédio de gosto amargo. Não queremos, entretanto, sem que o tomemos, jamais melhoraremos. Esta imagem acerca do trabalho vem sendo compartilhada por diversos pensadores da administração ao longo dos tempos. Certo ou errado, existe um senso comum acerca do quanto o trabalho é o oposto de diversas atividades prazerosas que realizamos.
Nessa linha, os dirigentes deveriam procurar mecanismos para tornar o ambiente de trabalho em algo produtivo, alegre e agradável. Somente assim as empresas serão capazes de concorrer positivamente para a motivação e satisfação dos seus empregados.
Motivação, uma questão crucial Antonio Luiz Mendes Almeida Jr.
Nessa linha, os dirigentes deveriam procurar mecanismos para tornar o ambiente de trabalho em algo produtivo, alegre e agradável. Somente assim as empresas serão capazes de concorrer positivamente para a motivação e satisfação dos seus empregados.
Motivação, uma questão crucial Antonio Luiz Mendes Almeida Jr.
motivação
"Não é de hoje que as teorias da motivação tentam explicar as diversas razões para a eterna dicotomia na relação homem-trabalho. A visão de que o trabalho é algo ruim e necessário, é como um remédio de gosto amargo. Não queremos, entretanto, sem que o tomemos, jamais melhoraremos. Esta imagem acerca do trabalho vem sendo compartilhada por diversos pensadores da administração ao longo dos tempos. Certo ou errado, existe um senso comum acerca do quanto o trabalho é o oposto de diversas atividades prazerosas que realizamos."
artigo escmAntonio Luiz M. Almeida Jr.
artigo escmAntonio Luiz M. Almeida Jr.
conversar, aprender
Alvo constante da perseguição dos administradores, a conversa entre empregados, talvez o campo mais fértil da comunicação nas empresas, revelou-se um meio privilegiado de aprendizagem e de circulação de informações. Se para os estudiosos da comunicação organizacional essa constatação não constitui novidade, para os administradores, entretanto, só agora o tema ganha corpo. conversar, aprenderAlvo (...) João José Azevedo Curvello
08/04/2005 15:53 Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.
Novas Tecnologias na Comunicação Empresarial: a intranet como ferramenta de comunicação interna
O avanço tecnológico deste início de milênio configura-se como o divisor de águas que separa a sociedade pós-moderna da Modernidade. Apesar de o homem contemporâneo não ter ainda se desvencilhado completamente de seu passado histórico mais recente, ou seja, da Modernidade , a sociedade contemporânea é bastante diferente da sociedade moderna. E uma das razões disto é o fato de que hoje as relações sociais são mediadas pelas novas tecnologias de informação. A sociedade atual caracteriza-se por ser uma sociedade tecnologicamente definida e por apresentar uma desterritorialização das relações sociais. São as novas tecnologias que estabelecem a forma como os homens se relacionam entre si e, também, são elas que imprimem as caracterizações desta sociedade contemporânea.
Para pensar as configurações da sociedade atual é interessante traçar um paralelo entre a pós-modernidade, ou seja, o contexto histórico atual, e seu recente passado, a Modernidade. Para o propósito deste estudo, esta diferenciação será traçada principalmente no que concerne às questões da desterritorialização das relações sociais, hoje percebidas e vivenciadas como uma realidade inexorável, e da imersão destas relações num sistema tecnológico de informação.
Este contexto se aplica para a experiência das empresas que vivenciam hoje uma revolução nos seus processos de comunicação com a chegada da Internet e, em decorrência desta, com a estruturação da Intranet.
Novas Tecnologias na Comunicação Empresarial:, Elisabeth Huber Moreira e Mônica Elisa Dias Pons
Para pensar as configurações da sociedade atual é interessante traçar um paralelo entre a pós-modernidade, ou seja, o contexto histórico atual, e seu recente passado, a Modernidade. Para o propósito deste estudo, esta diferenciação será traçada principalmente no que concerne às questões da desterritorialização das relações sociais, hoje percebidas e vivenciadas como uma realidade inexorável, e da imersão destas relações num sistema tecnológico de informação.
Este contexto se aplica para a experiência das empresas que vivenciam hoje uma revolução nos seus processos de comunicação com a chegada da Internet e, em decorrência desta, com a estruturação da Intranet.
Novas Tecnologias na Comunicação Empresarial:, Elisabeth Huber Moreira e Mônica Elisa Dias Pons
08/04/2005 15:58 Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.
revista de ciências humanas
Apresentação A Revista de Ciências Humanas (RCH), em conformidade com sua missão, publica o número 32, relativo ao segundo semestre de 2002. O ano de 2002 foi atípico em relação à regularidade de publicação. O atraso foi devido ao fato das IFES terem saído de uma greve de professores e STAs com duração de mais de três meses, que levou à interrupção do processo de edição regular da RCH.
revista de ciências humanas
comunicação, poder e cultura organizacional
cultura organizacional
Em que medida podemos estabelecer a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional? Esta é a primeira questão que qualquer profissional com um pouco de bom senso se coloca, ou seja, o que justifica a correlação? Em primeiro lugar, porque o poder é uma forma de comunicação que tem códigos, sinais, símbolos, rituais que comunicam.
Todo indivíduo, num certo momento de sua vida profissional, começa a perceber que somente ser um bom profissional, seguir rigorosamente todos os modelos, não bastou para o seu sucesso profissional. E começa a pensar: alguma coisa está errada. O que está errado?
É possível que o questionamento esteja acontecendo com alguns de vocês ou tenha acontecido nalgum momento de sua vida profissional. O indivíduo comunica corretamente, sabe planejar, realiza. De forma subjetiva fui analisar a minha formação acadêmica e percebi ausências de conhecimentos importantes. Obviamente, tenho a obrigação, como profissional e pesquisadora, de buscar conhecimento no sentido de superar as inquietações.
Nas pesquisas efetuadas para obtenção do grau de doutor analisei a comunicação como fonte ou instrumento de poder, porque as relações entre as pessoas são relações de poder. Na família, unidade mínima que forma todo o composto da sociedade, vamos encontrar relações de poder entre o pai, a mãe, o filho mais velho, o filho do meio. São posições que as pessoas naturalmente acabam ocupando, desenvolvendo e deixando transparecer na sociedade em que vivem. Às vezes de maneira mais sutil, dificultando a compreensão das relações estabelecidas.
Utilizando a literatura como suporte, reporto-me a Alvin Toffler, que, analisando as mudanças do poder no mundo moderno, aponta para três fontes de poder: o capital (desse ninguém vai fugir mesmo); a lei (que o Brasil tem que começar a discutir com mais profundidade); e o conhecimento, a informação.
Se o conhecimento tem um valor considerável, pergunto: como fica o indivíduo no contexto das instituições e organizações de nível de informação grande, médio, pequeno, enfim, as cultas, semicultas e incultas (é uma outra terminologia que também se usa para fazer essa classificação)?
O avanço da tecnologia, da aeronáutica, das redes de comunicação, coloca as organizações em sintonia com o mundo todo. E o indivíduo dentro dessas organizações? O que é que está acontecendo com o nosso dia a dia, com a nossa rotina, com o nosso trabalho?
O cidadão de nível médio de informação modificou-se substancialmente. As linguagens estão amplamente colocadas na sociedade midiática. Mas há uma questão: quando o indivíduo está na organização que consome grande parte de seu dia a dia, nem sempre a organização percebe as mudanças de seus funcionários e o discurso do administrador, que deveria comunicar (não me refiro especificamente a uma área, estou falando do gestor), comunica mal e diz aquilo que não deveria dizer. Não considerar, por exemplo os mecanismos psicológicos e comportamentais do receptor da mensagem, favorecendo a resistência às mudanças junto ao público interno. Em situações de planos de demissão voluntária, a situação se agrava.
A comunicação ineficaz dificulta as relações de poder nas organizações e o recurso humano que é bom não deveria ser perdido tão facilmente, porque as organizações que estão perdendo recurso humano de alta qualidade estão perdendo dinheiro, e precisam começar a entender isso de forma um pouco mais séria. São excelentes profissionais, qualificados que, sutilmente, educadamente, com toda a elegância necessária, pedem socorro, emprego, trabalho, que faça jus à sua qualificação.
A comunicação como fonte, instrumento de poder, tem claras correlações com a cultura organizacional. Esta pode ser compreendida enquanto um "conjunto de valores e pressupostos básicos, expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto age como elemento de comunicação e consenso como instrumentaliza as relações de dominação" (Fleury).
É no processo de investigação da cultura de uma organização que identificamos aspectos formadores da identidade organizacional. Hoje, muitas instituições públicas só podem ser analisadas por meio da perspectiva da fragmentação da cultura. Não há como falar em consenso na realidade das organizações brasileiras, mas seguramente na análise das culturas se assentam as relações de poder. Em outras palavras, para se questionar quando (ou como) os elementos simbólicos ocultam e instrumentalizam relações de poder.
Relações de poder existem e muitas vezes definem, e não necessariamente com os critérios de justiça necessários, a saúde da organização. Justiça implica juízo de valor, e valores são minimamente compartilhados nas organizações, contestando a antiga visão da cultura única.
Para analisarmos os valores, convém observar as crenças e os pressupostos de uma organização, os ritos, os rituais, as cerimônias, os símbolos, os sinais, a forma e o conteúdo de sua comunicação.
Mas de fato as cerimônias e os eventos demonstram quais são os valores que naquele momento estão prevalecendo naquela determinada cultura? Certamente serão os valores institucionais que se comunica e que lamentavelmente são valores não compartilhados por grande parte do público interno ou essencial porque o "contrato psicológico" não ocorreu ou se quebrou. Há autores que abordam a questão dos mitos institucionais que marcam uma cultura e por isso perpetuam determinados valores. De fato, há os tabus, os heróis e os contadores de histórias que perpetuam valores, além de outras figuras que constituem a cultura organizacional: o padre, os conspiradores. Enfim, há perfis os mais diferenciados que transmitem cultura via comunicação.
Não é possível dissociar os estudos da cultura organizacional dos próprios conceitos de organização, que incluem desde as teorias clássicas da administração, passando pela teoria contingencial, pela teoria da cognição organizacional.
Neste sentido, até gostaria de dizer que há produções, inclusive em língua portuguesa, muito interessantes, que começam a se preocupar com as dimensões esquecidas pela administração, tais como: admitir, por exemplo, os estudos sobre inveja, sobre sofrimento no trabalho, sobre a vida do executivo no qual a empresa investe, recicla, facilita a vivência em outros países e quando ele retorna determina "agora que você voltou, fique aí", desconsiderando todo o potencial adquirido. Muitas vezes, este executivo não se adapta mais à realidade de sua própria origem. É o sofrimento no trabalho, o comportamento patológico.
São dimensões que precisam começar a ser colocadas. Necessita-se de gestores com sanidade mental, e não os encontramos com facilidade. É comum eu causar surpresa nas pessoas quando declaro: todo mundo é invejoso, inclusive você. Isso faz parte da natureza humana. A questão é: como administrar isso. E as pessoas não se dão conta dessas dimensões, que pesquisadores franceses chamam de dimensões esquecidas pela administração.
Desavisadas e mal informadas, as organizações acreditam nos chamados fazedores de cultura, que determinam dia e hora para iniciar a mudança na cultura organizacional. Apresentam planos mirabolantes porque vão mudar a cultura daquela empresa. E ninguém muda a cultura. A cultura se transforma. Há momentos, estágios de desenvolvimento de uma organização. Há estágios: nascimento, crescimento, maturidade, falecimento ou renascimento, momentos propícios à mudança. Lamento dizer, mas muita organização séria pagou caro pela malandragem.
Em primeiro lugar, o indivíduo não muda se não quiser. Em segundo lugar, que deuses são esses que vão mudar comportamentos com fórmulas mágicas. A sociedade é que se transforma ou não. O brasileiro vem se transformando. Eu diria que a nação começa a discutir um pouco mais a questão da corrupção, por exemplo. A opinião pública se manifesta e começa a ser um pouco mais rigorosa. Somos iniciantes nas questões éticas, mas começamos a discuti-las. São indícios de uma sociedade em transformação, não que mudou totalmente. Nada se transforma com essa rapidez que prometem. É possível gerenciar a mudança e não existem modelos que nos dêem soluções mágicas.
A cultura organizacional deve ser analisada inicialmente pela cultura do meio em que a empresa opera e pelas subculturas da empresa. Encontramos conjuntos de subculturas que são culturas de pleno direito, com contornos claramente definidos, ainda que não aceitos pela ótica do consenso.
Aos profissionais de comunicação compete elaborar com qualidade as auditorias de cultura para podermos nos dirigir ao público interno, considerando os valores mínimos que essa organização está compartilhando, até para que se comunique de acordo com uma linguagem comum para que as pessoas nos entendam, nos compreendam. Precisaremos também considerar as nuances das tipologias de cultura, se aceitarmos que a cultura organizacional é fragmentada.
Os valores são transmitidos por meio da comunicação. O indivíduo comunica sua cultura a começar pela vestimenta que usa no trabalho, passando por seus hábitos, suas atitudes. Ele está o tempo todo se comunicando pelo olhar, pelo gesto, pela escrita, ele está, na verdade, mostrando valores. Então a comunicação é, realmente, o melhor caminho para se estudar a cultura organizacional. É pela análise da comunicação de uma empresa que percebemos o pensar e o sentir dessa organização.
É assim que vejo a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional. Com interfaces que se destinam a estudar o poder organizacional que não tem forma, mas que existe e determina nossa trajetória profissional.
Sidinéia Gomes Freitas
Professora da Universidade de São Paulo
Em que medida podemos estabelecer a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional? Esta é a primeira questão que qualquer profissional com um pouco de bom senso se coloca, ou seja, o que justifica a correlação? Em primeiro lugar, porque o poder é uma forma de comunicação que tem códigos, sinais, símbolos, rituais que comunicam.
Todo indivíduo, num certo momento de sua vida profissional, começa a perceber que somente ser um bom profissional, seguir rigorosamente todos os modelos, não bastou para o seu sucesso profissional. E começa a pensar: alguma coisa está errada. O que está errado?
É possível que o questionamento esteja acontecendo com alguns de vocês ou tenha acontecido nalgum momento de sua vida profissional. O indivíduo comunica corretamente, sabe planejar, realiza. De forma subjetiva fui analisar a minha formação acadêmica e percebi ausências de conhecimentos importantes. Obviamente, tenho a obrigação, como profissional e pesquisadora, de buscar conhecimento no sentido de superar as inquietações.
Nas pesquisas efetuadas para obtenção do grau de doutor analisei a comunicação como fonte ou instrumento de poder, porque as relações entre as pessoas são relações de poder. Na família, unidade mínima que forma todo o composto da sociedade, vamos encontrar relações de poder entre o pai, a mãe, o filho mais velho, o filho do meio. São posições que as pessoas naturalmente acabam ocupando, desenvolvendo e deixando transparecer na sociedade em que vivem. Às vezes de maneira mais sutil, dificultando a compreensão das relações estabelecidas.
Utilizando a literatura como suporte, reporto-me a Alvin Toffler, que, analisando as mudanças do poder no mundo moderno, aponta para três fontes de poder: o capital (desse ninguém vai fugir mesmo); a lei (que o Brasil tem que começar a discutir com mais profundidade); e o conhecimento, a informação.
Se o conhecimento tem um valor considerável, pergunto: como fica o indivíduo no contexto das instituições e organizações de nível de informação grande, médio, pequeno, enfim, as cultas, semicultas e incultas (é uma outra terminologia que também se usa para fazer essa classificação)?
O avanço da tecnologia, da aeronáutica, das redes de comunicação, coloca as organizações em sintonia com o mundo todo. E o indivíduo dentro dessas organizações? O que é que está acontecendo com o nosso dia a dia, com a nossa rotina, com o nosso trabalho?
O cidadão de nível médio de informação modificou-se substancialmente. As linguagens estão amplamente colocadas na sociedade midiática. Mas há uma questão: quando o indivíduo está na organização que consome grande parte de seu dia a dia, nem sempre a organização percebe as mudanças de seus funcionários e o discurso do administrador, que deveria comunicar (não me refiro especificamente a uma área, estou falando do gestor), comunica mal e diz aquilo que não deveria dizer. Não considerar, por exemplo os mecanismos psicológicos e comportamentais do receptor da mensagem, favorecendo a resistência às mudanças junto ao público interno. Em situações de planos de demissão voluntária, a situação se agrava.
A comunicação ineficaz dificulta as relações de poder nas organizações e o recurso humano que é bom não deveria ser perdido tão facilmente, porque as organizações que estão perdendo recurso humano de alta qualidade estão perdendo dinheiro, e precisam começar a entender isso de forma um pouco mais séria. São excelentes profissionais, qualificados que, sutilmente, educadamente, com toda a elegância necessária, pedem socorro, emprego, trabalho, que faça jus à sua qualificação.
A comunicação como fonte, instrumento de poder, tem claras correlações com a cultura organizacional. Esta pode ser compreendida enquanto um "conjunto de valores e pressupostos básicos, expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto age como elemento de comunicação e consenso como instrumentaliza as relações de dominação" (Fleury).
É no processo de investigação da cultura de uma organização que identificamos aspectos formadores da identidade organizacional. Hoje, muitas instituições públicas só podem ser analisadas por meio da perspectiva da fragmentação da cultura. Não há como falar em consenso na realidade das organizações brasileiras, mas seguramente na análise das culturas se assentam as relações de poder. Em outras palavras, para se questionar quando (ou como) os elementos simbólicos ocultam e instrumentalizam relações de poder.
Relações de poder existem e muitas vezes definem, e não necessariamente com os critérios de justiça necessários, a saúde da organização. Justiça implica juízo de valor, e valores são minimamente compartilhados nas organizações, contestando a antiga visão da cultura única.
Para analisarmos os valores, convém observar as crenças e os pressupostos de uma organização, os ritos, os rituais, as cerimônias, os símbolos, os sinais, a forma e o conteúdo de sua comunicação.
Mas de fato as cerimônias e os eventos demonstram quais são os valores que naquele momento estão prevalecendo naquela determinada cultura? Certamente serão os valores institucionais que se comunica e que lamentavelmente são valores não compartilhados por grande parte do público interno ou essencial porque o "contrato psicológico" não ocorreu ou se quebrou. Há autores que abordam a questão dos mitos institucionais que marcam uma cultura e por isso perpetuam determinados valores. De fato, há os tabus, os heróis e os contadores de histórias que perpetuam valores, além de outras figuras que constituem a cultura organizacional: o padre, os conspiradores. Enfim, há perfis os mais diferenciados que transmitem cultura via comunicação.
Não é possível dissociar os estudos da cultura organizacional dos próprios conceitos de organização, que incluem desde as teorias clássicas da administração, passando pela teoria contingencial, pela teoria da cognição organizacional.
Neste sentido, até gostaria de dizer que há produções, inclusive em língua portuguesa, muito interessantes, que começam a se preocupar com as dimensões esquecidas pela administração, tais como: admitir, por exemplo, os estudos sobre inveja, sobre sofrimento no trabalho, sobre a vida do executivo no qual a empresa investe, recicla, facilita a vivência em outros países e quando ele retorna determina "agora que você voltou, fique aí", desconsiderando todo o potencial adquirido. Muitas vezes, este executivo não se adapta mais à realidade de sua própria origem. É o sofrimento no trabalho, o comportamento patológico.
São dimensões que precisam começar a ser colocadas. Necessita-se de gestores com sanidade mental, e não os encontramos com facilidade. É comum eu causar surpresa nas pessoas quando declaro: todo mundo é invejoso, inclusive você. Isso faz parte da natureza humana. A questão é: como administrar isso. E as pessoas não se dão conta dessas dimensões, que pesquisadores franceses chamam de dimensões esquecidas pela administração.
Desavisadas e mal informadas, as organizações acreditam nos chamados fazedores de cultura, que determinam dia e hora para iniciar a mudança na cultura organizacional. Apresentam planos mirabolantes porque vão mudar a cultura daquela empresa. E ninguém muda a cultura. A cultura se transforma. Há momentos, estágios de desenvolvimento de uma organização. Há estágios: nascimento, crescimento, maturidade, falecimento ou renascimento, momentos propícios à mudança. Lamento dizer, mas muita organização séria pagou caro pela malandragem.
Em primeiro lugar, o indivíduo não muda se não quiser. Em segundo lugar, que deuses são esses que vão mudar comportamentos com fórmulas mágicas. A sociedade é que se transforma ou não. O brasileiro vem se transformando. Eu diria que a nação começa a discutir um pouco mais a questão da corrupção, por exemplo. A opinião pública se manifesta e começa a ser um pouco mais rigorosa. Somos iniciantes nas questões éticas, mas começamos a discuti-las. São indícios de uma sociedade em transformação, não que mudou totalmente. Nada se transforma com essa rapidez que prometem. É possível gerenciar a mudança e não existem modelos que nos dêem soluções mágicas.
A cultura organizacional deve ser analisada inicialmente pela cultura do meio em que a empresa opera e pelas subculturas da empresa. Encontramos conjuntos de subculturas que são culturas de pleno direito, com contornos claramente definidos, ainda que não aceitos pela ótica do consenso.
Aos profissionais de comunicação compete elaborar com qualidade as auditorias de cultura para podermos nos dirigir ao público interno, considerando os valores mínimos que essa organização está compartilhando, até para que se comunique de acordo com uma linguagem comum para que as pessoas nos entendam, nos compreendam. Precisaremos também considerar as nuances das tipologias de cultura, se aceitarmos que a cultura organizacional é fragmentada.
Os valores são transmitidos por meio da comunicação. O indivíduo comunica sua cultura a começar pela vestimenta que usa no trabalho, passando por seus hábitos, suas atitudes. Ele está o tempo todo se comunicando pelo olhar, pelo gesto, pela escrita, ele está, na verdade, mostrando valores. Então a comunicação é, realmente, o melhor caminho para se estudar a cultura organizacional. É pela análise da comunicação de uma empresa que percebemos o pensar e o sentir dessa organização.
É assim que vejo a correlação entre comunicação, poder e cultura organizacional. Com interfaces que se destinam a estudar o poder organizacional que não tem forma, mas que existe e determina nossa trajetória profissional.
Sidinéia Gomes Freitas
Professora da Universidade de São Paulo
Margarida Kunschnovos:novos paradigmas para a comunicação organizacional Este artigo recupera a trajetória de Margarida M. Krohlng Kunsch, Relações Públicas, Mestre, Doutora em Ciências da Comunicação e Livre-docente pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Referência obrigatória em assuntos de Relações Públicas e pioneira nos estudos de Comunicação Organizacional no Brasil, Margarida Kunsch publicou três livros, dezesseis coletâneas e inúmeros artigos científicos. Neste trabalho destacam-se, além das contribuições como professora e pesquisadora para consolidação das Relações Públicas no Brasil e demais países da América Latina, os principais conceitos referentes à Comunicação Organizacional, segmento em crescente evolução e de fundamental importância para o desenvolvimento empresarial.
13/04/2005 00:57 Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.
competência em comunicação organizacional escrita
Sinopse do Livrocriou e desenvolveu um processo didático e objetivo, do tipo passo-a-passo, que organiza cada uma das etapas envolvidas na comunicação escrita, desde o planejamento até a revisão dos textos. Utiliza exemplos retirados da realidade das empresas para demonstrar como fazer. Orienta e facilita a produção de documentos corporativos, seja para aqueles que se sentem desconfortáveis ao comunicar por escrito, seja para aqueles que pretendem aprimorar sua capacitação e sua competência na matéria.
Não trata do idioma, nem da gramática. Cuida, o tempo todo, de oferecer um novo instrumental, extremamente simples, para melhorar a qualidade e a produtividade da tarefa de comunicar por escrito e para permitir que E-Mails, Relatórios, Cartas, Circulares, Propostas, Projetos e outros documentos corporativos, realmente produzam resultados.
COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL ESCRITA
comunicação organizacional: quando a comunicação falha
A comunicação organizacional é uma arte que deve ser desenvolvida. Enganam-se aqueles que pensam que se trata de um assunto simples. Comunicação Organizacional: Quando a Comunicação Falha Criar um sistema de comunicação eficaz é o grande desafio que asorganizações enfrentam, já que, muitos erros em empresas, podem ser atribuídos a falhas de comunicação (...)
De que comunicadores precisam as organizações?
De que comunicadores precisam as organizações?
A observação, quase diria, a vigilância recíproca, mesclada de atracção e de repulsão, entre, por um lado, o jornalismo e, por outro, a comunicação organizacional (incluindo esta, entre outras disciplinas, a publicidade, o marketing ou as relações públicas) constitui o pano de fundo desta minha comunicação. Referirei, também, alguns equívocos relacionados com a proveniência e a formação de muitos comunicadores - um contingente enorme vem, aliás, do jornalismo - que oferecem serviços apressadamente denominados de comunicação organizacional.
Embora não se trate de um fenómeno recente, podemos dizer, no entanto, que o actual contexto de maximização de oferta - e também de procura - de informação e entretenimento, e a proliferação de redes tradicionais ou de redes electrónicas de comunicação, segmentadas até ao infinito, vieram perturbar as distinções e as fronteiras, antes relativamente estáveis, entre mediadores, comunicadores e informadores. Desregulação tecnológica, desregulação dos géneros de discurso e alguma desregulação das "consciências profissionais" parecem ir a par, com consequências que não são ainda totalmente previsíveis.
Esta questão terá, julgo, um apreciável interesse para as organizações, sejam de tipo empresarial ou de tipo institucional, uma vez que se poderão legitimamente interrogar sobre as competências, quer dos seus profissionais residentes, quer dos profissionais a que recorrem em regime de contratação exterior.
Rogério Ferreira de Andrade
A observação, quase diria, a vigilância recíproca, mesclada de atracção e de repulsão, entre, por um lado, o jornalismo e, por outro, a comunicação organizacional (incluindo esta, entre outras disciplinas, a publicidade, o marketing ou as relações públicas) constitui o pano de fundo desta minha comunicação. Referirei, também, alguns equívocos relacionados com a proveniência e a formação de muitos comunicadores - um contingente enorme vem, aliás, do jornalismo - que oferecem serviços apressadamente denominados de comunicação organizacional.
Embora não se trate de um fenómeno recente, podemos dizer, no entanto, que o actual contexto de maximização de oferta - e também de procura - de informação e entretenimento, e a proliferação de redes tradicionais ou de redes electrónicas de comunicação, segmentadas até ao infinito, vieram perturbar as distinções e as fronteiras, antes relativamente estáveis, entre mediadores, comunicadores e informadores. Desregulação tecnológica, desregulação dos géneros de discurso e alguma desregulação das "consciências profissionais" parecem ir a par, com consequências que não são ainda totalmente previsíveis.
Esta questão terá, julgo, um apreciável interesse para as organizações, sejam de tipo empresarial ou de tipo institucional, uma vez que se poderão legitimamente interrogar sobre as competências, quer dos seus profissionais residentes, quer dos profissionais a que recorrem em regime de contratação exterior.
Rogério Ferreira de Andrade
Tratado de Comunicação: Organizacional e Política
organizacional communication
They exist, nowadays, some basic requirements that are made to the people in the work market. One of them consists of the requirement so that the professionals are good communicators, whom they know to express itself with clarity, displaying its points of view, earning the confidence of the customer with a clear and made right exposition of the facts. The Reciprhocal, with its plan of development of Organizacional Communication, aims at to the objective to implement a communication program that standes out the reciprocity between the diverse organizacionais agents, making possible, thus, the internal sinergia and opening way for the information exchanges, objectives and strategies. Below we present the sequence of our plan of development of Communication.Organizacional communication
comunicação organizacional
comunicação organizacional É com enorme prazer que, na dupla condição de colega pesquisador, e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, ocupo este espaço para saudar o surgimento de nossa primeira revista virtual, graças à iniciativa e aos esforços da profa. Dra. Cleusa Maria Andrade Scroferneker. Esta revista virtual estará ligada ao Grupo de Estudos Avançados em Comunicação Organizacional - GEACOR, campo de estudos de que a FAMECOS pode orgulhar-se, pois nossa Faculdade foi uma das pioneiras na área, em nível de Graduação, e agora, igualmente, é o único Programa de Pós-Graduação do sul do país a igualmente manter como linha de pesquisa este mesmo campo.
A revista virtual cuja edição agora se inicia deverá privilegiar estudos tanto da comunicação organizacional quanto das relações públicas. A procura que nosso Programa de Pós-Graduação registra de candidatos interessados nessas áreas é significativa, e tem justificado sua expansão, já que, hoje, contamos com três Professores Doutores que orientam suas pesquisas.(...)
A revista virtual cuja edição agora se inicia deverá privilegiar estudos tanto da comunicação organizacional quanto das relações públicas. A procura que nosso Programa de Pós-Graduação registra de candidatos interessados nessas áreas é significativa, e tem justificado sua expansão, já que, hoje, contamos com três Professores Doutores que orientam suas pesquisas.(...)
Introdução à Teoria Geral da Administração
Novo conceito de informação profissional
Novo conceito de informação profissional
Caro(a) profissional,
Criámos, especialmente para si, um novo conceito de informação profissional baseado em documentos digitais de alta qualidade e rigor com um custo reduzido.
Estes documentos digitais são elaborados por reputados especialistas da área, em formato PDF, sendo o seu conteúdo direccionado às necessidades informativas reais de cada sector específico de actividade.
Caro(a) profissional,
Criámos, especialmente para si, um novo conceito de informação profissional baseado em documentos digitais de alta qualidade e rigor com um custo reduzido.
Estes documentos digitais são elaborados por reputados especialistas da área, em formato PDF, sendo o seu conteúdo direccionado às necessidades informativas reais de cada sector específico de actividade.
grupo desenvolver
O limite e a profundidade da questão a ser investigada foram delimitados pelas teorias de autores que abordam a motivação de uma forma geral e a motivação no trabalho.
A motivação é uma questão muito importante para a Psicologia, uma vez que esta é uma ciência que trabalha basicamente com o comportamento, e todo comportamento é motivado.
Fizemos esta pesquisa com base nas teorias de alguns autores, que já estudaram o assunto motivação, para que num segundo momento pudéssemos nos aprofundar no tema deste trabalho. No decorrer da pesquisa pudemos acompanhar concordâncias e divergências existentes entre os autores que estudam este tema.
GRUPO DESENVOLVER COMO MOTIVAR TRABALHADORES NO AMBIENTE EMPRESARIAL SEGUNDO AS TEORIAS MOTIVACIONAIS
Sendo esta uma pesquisa bibliográfica, nos deparamos com algumas dificuldades (escassez de bibliografia específica e de comprovação das informações na prática) para fazermos a conclusão deste trabalho.
A motivação é uma questão muito importante para a Psicologia, uma vez que esta é uma ciência que trabalha basicamente com o comportamento, e todo comportamento é motivado.
Fizemos esta pesquisa com base nas teorias de alguns autores, que já estudaram o assunto motivação, para que num segundo momento pudéssemos nos aprofundar no tema deste trabalho. No decorrer da pesquisa pudemos acompanhar concordâncias e divergências existentes entre os autores que estudam este tema.
GRUPO DESENVOLVER COMO MOTIVAR TRABALHADORES NO AMBIENTE EMPRESARIAL SEGUNDO AS TEORIAS MOTIVACIONAIS
Sendo esta uma pesquisa bibliográfica, nos deparamos com algumas dificuldades (escassez de bibliografia específica e de comprovação das informações na prática) para fazermos a conclusão deste trabalho.
La dirección profesional de recursos humanos mejora la productividad
En España todavía priman las contrataciones para el departamento de recursos humanos basadas en las afinidades personales frente a una mejor cualificación para ocupar un puesto La dirección profesional de recursos humanos mejora la productividad
La hora de la oficina en casa
En diez años, ¿estarán vacías las oficinas? La hora de la oficina en casa El avance de las nuevas tecnologías, la globalización y la creciente preocupación por encontrar fórmulas que permitan conciliar la vida laboral con la personal están transformando el concepto tradicional de empresa y de la jornada laboral. Expertos consultados por Universia-Knowledge@Wharton aseguran que la oficina del futuro será un entorno casi virtual, donde se medirá a los profesionales por resultados, sin tener que fichar en el puesto de trabajo.
Coaching, para una mayor eficacia y calidad de vida del directivo
Lanzamos un nuevo monográfico sobre un tema que conforma una de las principales salidas profesionales de la Psicología en la actualidad.
Nos referimos a los Recursos Humanos, un amplio tema que abarca la selección de personal, el desarrollo de carreras, la formación de los trabajadores, etc. y que se enmarca dentro del mundo de la empresa y las organizaciones. Es además un área multidisciplinar donde confluyen abogados, licenciados en ciencias empresariales, ingenieros, etc. y que requiere cierto grado de especialización.
Agradecemos la colaboración en este número de José Enebral Fernández y Jose L. Trechera que nos enviaron sus artículos para publicar.
Coaching, para una mayor eficacia y calidad de vida del directivo El coaching es un método o medio que puede apuntar a varios fines; pero en estos párrafos, si el lector nos sigue, apuntamos al anhelo del directivo de ser eficaz y edificante, y obtener de ello satisfacción y aun disfrute. El coach debe ayudar al directivo a adoptar las actitudes más beneficiosas, y a encontrar sus propias respuestas ante preguntas que ni se había hecho. Muchos de nosotros necesitamos una especie de reingeniería de nosotros mismos, y a ello nos puede ayudar un buen coach o, en su defecto, alguien que, con el mismo propósito, aplique similares técnicas. No se trata de dar consejos, sino de extraer del coachee lo mejor que lleva dentro; de hacernos llegar a las mejores conclusiones por los mejores caminos. Y, si todos podemos mejorar en eficacia, mucho más podemos mejorar en calidad de vida, que además afecta a nuestro entorno en el trabajo y en casa (...) Por José Enebral
Nos referimos a los Recursos Humanos, un amplio tema que abarca la selección de personal, el desarrollo de carreras, la formación de los trabajadores, etc. y que se enmarca dentro del mundo de la empresa y las organizaciones. Es además un área multidisciplinar donde confluyen abogados, licenciados en ciencias empresariales, ingenieros, etc. y que requiere cierto grado de especialización.
Agradecemos la colaboración en este número de José Enebral Fernández y Jose L. Trechera que nos enviaron sus artículos para publicar.
Coaching, para una mayor eficacia y calidad de vida del directivo El coaching es un método o medio que puede apuntar a varios fines; pero en estos párrafos, si el lector nos sigue, apuntamos al anhelo del directivo de ser eficaz y edificante, y obtener de ello satisfacción y aun disfrute. El coach debe ayudar al directivo a adoptar las actitudes más beneficiosas, y a encontrar sus propias respuestas ante preguntas que ni se había hecho. Muchos de nosotros necesitamos una especie de reingeniería de nosotros mismos, y a ello nos puede ayudar un buen coach o, en su defecto, alguien que, con el mismo propósito, aplique similares técnicas. No se trata de dar consejos, sino de extraer del coachee lo mejor que lleva dentro; de hacernos llegar a las mejores conclusiones por los mejores caminos. Y, si todos podemos mejorar en eficacia, mucho más podemos mejorar en calidad de vida, que además afecta a nuestro entorno en el trabajo y en casa (...) Por José Enebral
Estrés laboral
Se expone, desde un punto de vista científico pero accesible, qué es el estrés, cuáles son sus consecuencias psicológicas y fisiológicas y los daños que causa a la salud. Igualmente se detallan los tratamientos generales para abordar el estrés. Se distinguen, por separado, los principales tipos y situaciones de estrés laboral, y también de lo que no es estrés: síndrome del quemado (burn out), fatiga crónica, acoso sexual, acoso laboral o moral (mobbing), estrés tecnológico, síndrome de estrés posvacacional, conflictos en el trabajo, desempleo y estrés
Tabla de contenidos
Primera parte. Concepto y tipos de estrés y sus efectos
1. El estrés y sus consecuencias
2. Tipos de estrés
3. Acoso en el trabajo
4. Conflictos en el trabajo
Segunda Parte. Actuaciones en el ámbito de la gestión empresarial
5. Prevención de las principales fuentes de estrés laboral
6. Actividades de formación
7. Comunicación interna
Tercera parte. Cómo afrontar una situación de estrés por parte de empleados y directivos
8. Manejo de estrés para directivos y empleados
9. Gestión del tiempo y organización del trabajo
10. Manejo de conflictos interpersonales
Puntos clave
· Al contrario que otros títulos de estas características este libro no sólo trata el tema del mobbing sino que trata otros tipos de estrés en la empresa.
· El objetivo de la obra es doble: por una parte aliviar o ahorrar sufrimientos al empleado y, por otra, evitar o atenuar las repercusiones del absentismo o de la pérdida de motivación en el curso de las actividades de la empresa.
· También se analizan en el libro los aspectos legales que se derivan de estas situaciones, como son los que acompañan a la incorporación de nuevos supuestos en los que puede reclamarse una indemnización, o las nuevas tipificaciones legales que pueden ser perseguidas por la jurisdicción penal.
Isbn 8420543225
Autor José Mª Martínez Selva
Páginas 256
Fecha de Publicación 31-10-2004
Mas Autores
José María Martínez Selva se licenció en Filosofía y Letras con premio extraordinario en la Universidad Autónoma de Madrid. En la actualidad es Catedrático de Psicología en la Universidad de Murcia. Posee una dilatada experiencia profesional que abarca desde la docencia universitaria, responsable de comunicación del programa SPRINT de la Unión Europea, hasta el desempeño de cargos políticos.
Ha publicado numerosos artículos y libros relacionados con la comunicación y ha sido profesor invitado en la Universidad de Lille (Francia) así como investigador invitado en la Universidad de Los Ángeles (California).
Serie/Colección: Financial Times / Prentice Hall Estrés laboral
Guia de recursos humanos
Su guía de recursos humanosArtículos
Gestion Humana: La Nueva Estrategia para Competir
Paul Rosillon
Nuestra organización en los actuales momentos está iniciando un proceso de profunda transformación que, en términos inmediatos, se expresa en una modificación sustancial de sus estatutos, aprobada por unanimidad en Asamblea General Extraordinaria que se celebró el jueves 31 de marzo de 2005, con lo cual se define una nueva misión y visión de esta organización que tiene 42 años de fructífera existencia.
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Bibliografía
Como Integrar a los Empleados
Biosca Vidal, Domenec
EDICIONES GESTION 2000 S.A.
En este libro encontrará todo lo que las empresas y directivos tienen que hacer para conseguir:
1. Motivar
2. Evitar la rotación de empleados
3. Descubrir empleados con talento.
4.Conseguir que los empleados aporten sus mejores ideas
Ver...
Artículos
Disposiciones Laborales de la Ley de Extranjeria Y Migración
Mary Olga Giran
Como es del conocimiento general, el 24 de Mayo de 2004 fue publicada en la Gaceta Oficial N° 37.944, la Ley de Extranjería y Migración, la cual después de vencerse la vacatio legis de 180 días prevista en la misma, entró formalmente en vigencia el 24 de Noviembre de 2004.
La ley previó que el Presidente de la República debía reglamentar dicha Ley dentro de los 60 días siguientes a su publicación. Sin embargo, todavía el mismo no ha sido dictado.
A continuación, transcribimos un extracto de aquellos artículos que tienen impacto en el área laboral, relativos a la Autorización Laboral exigible a todo extranjero que deba ingresar al país, con ocasión de un contrato de trabajo, así como los Deberes de los Empleadores de personas extranjeras, con algunos breves comentarios al respecto.
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Artículos
Coaching: Mucho Más Que Una Herramienta
Ing. Oscar Mayz
El Coaching aparece como una posibilidad de potenciar y alinear al Recurso Humano en la búsqueda de la visión y los objetivos de la Organización. La razón por la cual, el Coaching ha alcanzado tanta popularidad en la actualidad, se debe a los sorprendentes resultados obtenidos tanto en los ámbitos deportivo y organizacional, como en el individual y personal mismo. Estos resultados vienen acompañados de un profundo respeto por el Coachee ó persona que solicita el coaching, y un cambio cualitativo en sus percepciones que conduzcan a transformaciones estables y duraderas.
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(Formato: Word comprimido con zip)
Revista Recursos Humanos
Editorial
El mundo contemporáneo se nos presenta con una complejidad tan grande que pareciera que con los viejos paradigmas no nos será posible enfrentarlo.
Eso precisamente ocurre dentro de nuestra función de Recursos Humanos.
Los que asistimos al 10° Congreso Mundial de Recursos Humanos, celebrado en agosto del presente año, pudimos escuchar cómo ejecutivos, consultores y académicos debatían sobre la necesidad de cambio del área de Recursos Humanos. Lo mismo ocurre en Venezuela. Tanto en el Congreso Nacional como en los diferentes eventos que en materia de gestión humana organiza ANRI, se evidencia esta necesidad...
Sumario
ARtículos
El Ejercicio de Liderazgo: Un Enfoque Diferente
Daniel Gil’Adí
"Se han tabulado aproximadamente 180 acciones que diferentes ejecutivos han identificado como particulares de liderazgo. Desde el enfoque que presentamos a continuación, argüiremos estas acciones, posiciones o actitudes poco tienen que ver con el ejercicio de liderazgo. Más bien se relacionan con el manejo de la autoridad y hay una gran diferencia entre las dos funciones: autoridad y liderazgo..."
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Gestion Humana: La Nueva Estrategia para Competir
Paul Rosillon
Nuestra organización en los actuales momentos está iniciando un proceso de profunda transformación que, en términos inmediatos, se expresa en una modificación sustancial de sus estatutos, aprobada por unanimidad en Asamblea General Extraordinaria que se celebró el jueves 31 de marzo de 2005, con lo cual se define una nueva misión y visión de esta organización que tiene 42 años de fructífera existencia.
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Como Integrar a los Empleados
Biosca Vidal, Domenec
EDICIONES GESTION 2000 S.A.
En este libro encontrará todo lo que las empresas y directivos tienen que hacer para conseguir:
1. Motivar
2. Evitar la rotación de empleados
3. Descubrir empleados con talento.
4.Conseguir que los empleados aporten sus mejores ideas
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Artículos
Disposiciones Laborales de la Ley de Extranjeria Y Migración
Mary Olga Giran
Como es del conocimiento general, el 24 de Mayo de 2004 fue publicada en la Gaceta Oficial N° 37.944, la Ley de Extranjería y Migración, la cual después de vencerse la vacatio legis de 180 días prevista en la misma, entró formalmente en vigencia el 24 de Noviembre de 2004.
La ley previó que el Presidente de la República debía reglamentar dicha Ley dentro de los 60 días siguientes a su publicación. Sin embargo, todavía el mismo no ha sido dictado.
A continuación, transcribimos un extracto de aquellos artículos que tienen impacto en el área laboral, relativos a la Autorización Laboral exigible a todo extranjero que deba ingresar al país, con ocasión de un contrato de trabajo, así como los Deberes de los Empleadores de personas extranjeras, con algunos breves comentarios al respecto.
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Coaching: Mucho Más Que Una Herramienta
Ing. Oscar Mayz
El Coaching aparece como una posibilidad de potenciar y alinear al Recurso Humano en la búsqueda de la visión y los objetivos de la Organización. La razón por la cual, el Coaching ha alcanzado tanta popularidad en la actualidad, se debe a los sorprendentes resultados obtenidos tanto en los ámbitos deportivo y organizacional, como en el individual y personal mismo. Estos resultados vienen acompañados de un profundo respeto por el Coachee ó persona que solicita el coaching, y un cambio cualitativo en sus percepciones que conduzcan a transformaciones estables y duraderas.
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Revista Recursos Humanos
Editorial
El mundo contemporáneo se nos presenta con una complejidad tan grande que pareciera que con los viejos paradigmas no nos será posible enfrentarlo.
Eso precisamente ocurre dentro de nuestra función de Recursos Humanos.
Los que asistimos al 10° Congreso Mundial de Recursos Humanos, celebrado en agosto del presente año, pudimos escuchar cómo ejecutivos, consultores y académicos debatían sobre la necesidad de cambio del área de Recursos Humanos. Lo mismo ocurre en Venezuela. Tanto en el Congreso Nacional como en los diferentes eventos que en materia de gestión humana organiza ANRI, se evidencia esta necesidad...
Sumario
ARtículos
El Ejercicio de Liderazgo: Un Enfoque Diferente
Daniel Gil’Adí
"Se han tabulado aproximadamente 180 acciones que diferentes ejecutivos han identificado como particulares de liderazgo. Desde el enfoque que presentamos a continuación, argüiremos estas acciones, posiciones o actitudes poco tienen que ver con el ejercicio de liderazgo. Más bien se relacionan con el manejo de la autoridad y hay una gran diferencia entre las dos funciones: autoridad y liderazgo..."
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teorias da comunicação
teorias da comunicação Universidade Independente, Mestre Pedro Simões
motivação dos colaboradores
Na era da informação, que estamos entrando, podemos ver que a concorrência entre as organizações será mais acirrada do que já é hoje, passando a ser uma concorrência sem fronteiras. Com essas mudanças o fator humano nas organizações passa a ser mais importante do que já é hoje, e ter um funcionário motivado, trabalhando com vontade, passa a ser um fator a mais, e muito importante para o crescer da organização.
motivação dos colaboradores (...)Para uma pessoa se motivar, primeiro ela tem que gostar de onde trabalha, isso já é um passo muito grande para a motivação dessa pessoa. A relação com o chefe é muito importante para isso, pois o chefe é a primeira referencia dele sobre a empresa. Ter um ótimo ambiente de trabalho também é um fator importante, para que o colaborador esteja satisfeito.
Diante de tudo isso vemos que motivar é muito difícil, mas é possível fazer programas de motivação. Mexendo em todas as áreas: nos salários, promoções, cargos, responsabilidades, interdepencia, criando uma cultura organizacional voltada para isso e outros.
Mas é preciso ter cuidado, para que com uma mesma ação se motive uma pessoa e desmotive outra, para que todos os encarregados ou líderes também entejam cientes do trabalho de motivação que está sendo feito na empresa.
motivação dos colaboradores (...)Para uma pessoa se motivar, primeiro ela tem que gostar de onde trabalha, isso já é um passo muito grande para a motivação dessa pessoa. A relação com o chefe é muito importante para isso, pois o chefe é a primeira referencia dele sobre a empresa. Ter um ótimo ambiente de trabalho também é um fator importante, para que o colaborador esteja satisfeito.
Diante de tudo isso vemos que motivar é muito difícil, mas é possível fazer programas de motivação. Mexendo em todas as áreas: nos salários, promoções, cargos, responsabilidades, interdepencia, criando uma cultura organizacional voltada para isso e outros.
Mas é preciso ter cuidado, para que com uma mesma ação se motive uma pessoa e desmotive outra, para que todos os encarregados ou líderes também entejam cientes do trabalho de motivação que está sendo feito na empresa.